Real Madrid . Benfica
O Benfica perdeu com o Real Madrid por 2-1 , e saiu da Liga dos Campeões. Caiu de pé. Quis ganhar, jogou para ganhar e perdeu. Mas fez o Real tremer, jogar com uma linha de cinco e a despachar a bola para a frente e para a lateral. Faltou a tal estrelinha. Courtois e Vinícius fizeram a diferença. Rafa marcou e esteve perto de fazer o segundo por duas vezes. A equipa tem de corrigir alguns problemas; mais rapidez nas transições, mais decisão na finalização e mais velocidade na recuperação defensiva. O Real tem boa equipa, com jogadores excecionais e goza da boa vontade da UEFA e, claro, dos árbitros.
Eliminatória marcada pelas queixas de racismo por parte do Vinícius, por sinal com um histórico recorrente na arte. A forma como disputa o jogo revela mau caráter. O protocolo de racismo imposto pela UEFA vai acirrar ainda mais o fenómeno do racismo e da vitimização oportunista. Levantou-se um clamor, em todas as latitudes, contra o Prestianni, linchado na praça pública sem provas. A suposta “vítima” tem sempre razão. Ninguém me tira da cabeça que este incidente foi armado pelo Real Madrid. Velhos truques de gente sem escrúpulos. Percebi agora a razão da superliga: há clubes que não querem jogar com o Real Madrid por ser sistematicamente protegido pelas arbitragens e pela UEFA.
A UEFA esteve mal. Suspendeu Prestianni preventivamente, afastando-o do jogo da segunda mão, antes de haver uma conclusão do processo em investigação. Não devia! Beneficiou o Real Madrid com esta decisão. Ou suspendia ambos ou não suspendia nenhum. Palpita-me que vão tomar uma decisão fortemente dissuasora, castigando, exemplarmente, Prestianni e, talvez, o Benfica, independentemente da verdade dos factos. A UEFA não se recomenda.
Internamente, rivais e comentadores, salvo uma ou outra exceção desancam jogador e clube, destilando toda a aversão que têm ao Benfica. Miserável.
Enfim, em frente Benfica.
Peniche, 26 de fevereiro de 2026
António Barreto
