domingo, 28 de abril de 2013

A tragicomédia

 
Gaitan, Sálvio e Lima protagonizaram um dos mais belos lances de sempre do futebol!
Um lance que vale por 100 penáltis!
 
Os Dirigentes do Sporting, auxiliados pelos jornalistas e comentadores desportivos afetos, dramatizam desesperadamente a rábula do seu Treinador, que procurou ganhar o jogo à custa das simulações dos seus jogadores, tal como tantas vezes tem sucedido com o seu anterior clube nacional. De má fé, roído de ressentimento pelo clube que dele fez gente, incapaz de reconhecer o mérito deste, destilou o veneno da frustração sobre o desempenho do árbitro, ignorando ostensivamente um dos mais belos lances de sempre do futebol, tentando manchar o mérito do Benfica, que foi a melhor equipa do encontro. Com esta atitude confirmou o mau caráter que revelara no passado.
 
Procuram os Dirigentes leoninos concentrar as atenções dos Sportinguistas nos alegados erros de arbitragem, induzindo-os a acreditar ser esta a causa da dramática decadência do clube, que se encontra em situação de falência e de grande vulnerabilidade desportiva.  Pretendem assim relativizar a importância da gestão desastrosa dos últimos anos e dos processos judiciais de ex-dirigentes leoninos, indiciadores de atos miseráveis de condicionamento de agentes desportivos, tentando garantir créditos futuros junto dos árbitros e da opinião pública, que lhes poderão proporcionar os preciosos pontos de que tão desesperadamente necessitam para aceder a um lugar europeu.
 
Sem vergonha, apressou-se o Pinto a fazer o mesmo, tentando fazer crer que o Benfica goza de tratamento favorável, procurando mais uma vez, influenciar os árbitros a decidir de acordo com o seu interesse. Ao declarar irónicamente, o grande futuro de Capela, o Pinto quis dizer que a sua carreira de árbitro estava acabada, tal como aconteceu, por exemplo, com Pedro Henriques, Bruno Paixão e outros, deixando implícito aquilo que as escutas do Apito Dourado mostraram e o adepto já sabia: que é o lobi portista que controla a carreira dos árbitros e que tal lhes tem garantido os títulos.
 
Na época em curso o Benfica seria já o campeão virtual se não tivesse sido vítima de grosseiros erros da arbitragem que lhe retiraram seis pontos - nos jogos com o Braga, a Académica e o Nacional - e o Porto não tivesse beneficiado de equivalentes erros de palmatória. Na sua estratégia saloia, pretende o Pinto reacender a guerra Sporting-Benfica, acenando com a cenoura àqueles, para enfraquecer ambos mantendo o clube da fruta em vantagem.
 
No jogo em causa nem teria reclamado se o árbitro tivesse assinalado falta contra o Benfica em três lances. Hoje porém, vendo a foto que o CM publica na página 32, compreendo a decisão; Capel, vai em queda bem antes do contacto com a perna do Máxi. No lance entre Garay e Wolswinkel, não sei se há contacto e, a ter ocorrido, não sei se Garay toca primeiro na bola; mas sei que na jogada prévia há falta não assinalada na grande-área contrária sobre o Lima! Finalmente, na queda de Viola pareceu-se que este forçou o contacto deixando-se cair perante a impossibilidade de ganhar o lance. Do meu ponto de vista, à semelhança da prática adquirida no dragão onde qualquer encosto aos cócózinhos é falta, Jesualdo intruíu os seus jogadores nesse propósito, sabendo que não conseguiria ganhar jogando olhos nos olhos.
 
Finalmente, e conforme refere António Tadeia, Capela raramente assinala penaltis, sendo que, o último que assinalou até foi favorável ao Porto mesmo no final da partida com o Marítimo e que lhe teria dado a vitória se  Martinez não tivesse falhado.
 
TENHAM VERGONHA!    

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