segunda-feira, 29 de abril de 2013

Fenerbace-Benfica (1-0); Liga Europa

Apesar de tudo foi uma derrota lisonjeira! Três bolas na trave prenunciavam maior tragédia, contudo, é minha convicção que o Benfica tem argumentos para passar este adversário.
 
Os Turcos apresentaram-se como esperado; muita emotividade, muita intensidade e entreajuda em todo o jogo, com apreciável qualidade técnica e tática, procurando garantir superioridade numerica na disputa dos lances, bloqueando bem as nossas alas, abrindo a frente de ataque, recorrendo aos charutos sobre o nosso eixo defensivo procurando tirar partido da ausência de Luisão e ganhando quase todos os ressaltos.
 
O Benfica abordou o jogo com alguma contenção, pensando já no Marítimo - André Gomes e Aimar a titulares, ausência de Lima e Gaitan no 2º tempo -, esperando sempre marcar o golo da tranquilidade o qual esteve bem perto de acontecer quando a bola beijou o poste adversário rematada por Gaitan. O jogo com o Sporting tinha induzido elevado desgaste físico e mental nos atletas que pensaram, julgo eu, equilibrar a partida essencialmente no plano tático. A falta de reação após as bolas na barra e poste poderá sustentar esta ideia.
 
Após o golo, porém, o Benfica, aumentou a velocidade , subiu no terreno e foi à procura do empate que esteve perto de acontecer, primeiro por André, depois por Gaitan. Compreendo José Augusto quando afirmou que o Benfica teria empatado se tem sofrido o golo mais cedo. É bam capaz de ter razão! Por outro lado, há muito que José Augusto manifesta o seu desacordo pela opção da marcação à zona nos lances de bola parada, os quais já nos custaram alguns dissabores, como foi o caso deste, na sequência de um canto mal assinalado. Estou inclinado a concordar.
 
Quanto a mim, o Fenerbace jogou tudo o que pode e o Benfica não jogou tudo o que sabe e é com base neste raciocínio que acho que temos condições efetivas de ultrapassar mais este adversário. Assim seja!

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