sábado, 22 de junho de 2013

Vitor Pereira, "O basófias""

Vitor Pereira,  trouxe à arbitragem a promessa da mudança mas...em três anos de mandato, só o estilo mudou ! De facto, Vitor Pereira rompeu com o estilo tradicionalmente "pacóvio" e truculento dos dirigentes da arbitragem, apresentando um ar de modernidade e  capacidade de inovação, progresso e justiça, que apaziguou, ou silenciou, os detratores do setor, vítimas ou algozes. Afinal é só fumaça! Tudo ficou como dantes, "quartel General em Abrantes"!

 Às declarações de princípio seguiram-se os projetos e sua implementação...e... tudo ficou como estava! Cometem-se os erros de sempre, pelos protagonistas de sempre, e...ganham os mesmos de sempre...mas agora com estilo!
 
O fato é que, o jornal castrado "A Bola" de 19 de Junho, anuncia , hipócritamente, na 1ª página: "Escândalo na Arbitragem" e logo na 2ª e 3ª: "Ponham a mão nisto!" O caso é que, segundo aquele diário, cerca de 15 árbitros impugnaram as classificações finais por discordarem do inovador método utilizado na época finda, em que "quem apitou mais jogos saíu prejudicado, mesmo que com nota mais elevada nos jogos arbitrados. E, pelo meio, está também a aplicação "subjetiva" do já famigerado grau de dificuldade dos jogos." Realmente "é fruta a mais pró vitó!"
 
Ora então, depois da aplicação de uma "fórmula" - imagino que ainda sem cálculo integral e diferencial -, ainda assim complexa de boa, a classificação final será, finalmente, definida após a atribuição dos graus de dificuldade de cada jogo, óbviamente pelo especialista nestas matérias escolhido pelo Ex-Vice-Presidente do Porto, agora em funções na FPF! E qual o resultado, qual é ele? Quem prejudica o clube azul ou beneficia o Benfica tem garantida a classificação no fim da tabela, acabando despromovido à categoria inferior; por outro lado, quem faz o contrário, arrisca-se a ascender a melhor árbitro do planeta  com direito a finais das grandes competições europeias e mundiais de clubes ou seleções!
 
Por outras palavras; finda a época desportiva, grande parte dos árbitros - cerca de 15 - não sabe o que andou a fazer, nem como deverá proceder na época seguinte. Eis o absurdo; não está em causa, como deveria, o bom juízo do cumprimento das regras do jogo, mas tão sòmente, o critério de avaliação do "avaliador" do grau de dificuldade das arbitragens de cada jogo! Ou seja; as classificações dos árbitros e, indiretamente, dos clubes, está pendente dos critérios deste senhor! Um senhor escolhido pelo ex-dirigente de um concorrente: O FCP! Ou seja: o clube que ganha sempre! Uma vergonha!

Depois de tanta inovação e modernidade, o resultado do método "científico" vai ser corrigido "a olho" tipo: "ora deixa cá ver alfredo, ora deixa cá ver alfredo", isto é um suponhamos...este leva coeficiente 0,5865, aquele...ora deixa cá ver...dez passos, três palmos e um cabo de martelo...0, 6862! Valha-nos Deus! Que pouca vergonha!
 
Senhor Vitor Pereira; demita-se!, perdeu os créditos que detinha para chefiar o setor.
 
Senhor Fernando Gomes; Demita-se!, vá dirigir o seu clube, que é lá o seu lugar.
 
Senhor Presidente do Benfica; abra os olhos e retire o apoio a esta gente! Defenda os interesses do meu clube! Poderá comprar os craques que quizer mas não ganharemos enquanto não enfrentarmos com eficácia a guerra de bastidores. O resto é paleio de "chico-espertos".
O Futebol Português e Europeu é uma anedota!

A FPF é uma anedota, a UEFA é uma anedota!


In sapo de 19 de Junho de 2013:

Vítor Pereira, presidente do Conselho de Arbitragem, assume que fórmula classificativa penaliza árbitros com mais jogos.
 
O presidente do Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) reconheceu hoje, à SportTV, que o método de avaliação em vigor para a classificação dos árbitros prejudica aqueles que apitam maior número de jogos.

«É verdade que os árbitros que apitam maior número de jogos são prejudicados, mas fomos todos surpreendidos com isso, desde o Conselho de Arbitragem, à APAF (Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol) e aos árbitros”, disse Vítor Pereira, fazendo um “mea-culpa», para o qual tem as suas justificações.


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