terça-feira, 4 de novembro de 2014

Benfica-Mónaco (1-0)

      Um grande aplauso para jogadores e Técnicos do Benfica!, mereceram a vitória...mas também uns puxõezinhos de orelha!  Um jogo equilibrado onde foi notório o ascendente físico dos jogadores do Mónaco os quais ostentam considerável acerto tático  e capacidade técnica assinalável. Quarenta minutos fortíssimos dos encarnados; vinte no início onde poderiam ter marcado por umas duas vezes - por isso os referidos puxões de orelhas -, ouros tantos no final onde "carregaram" implacavelmente sobre o adversário e que rendeu o golo da vitória num remate cheio de "soupless" de Talisca. No restante tempo da 1ª parte houve equilíbrio entre as duas equipas, no restante da 2ª parte a superioridade  foi da equipa do Mónaco, que além do bom futebol que pratica, joga com o baralho todo...do antijogo, com destaque para Ricardo Carvalho. Excepto na excelente ponta final, continuou a notar-se défice de criatividade e de dinâmica no meio-campo, com jogadores a agarrarem-se demasiado à bola. mas são bem visíveis os ganhos de entrosamento na equipa, com algumas unidades em notório crescendo de forma. Júlio César dissipou todas as dúvidas com várias defesas de grande categoria, delas delas decisivas. Jardel surpreendeu pelo acerto no posicionamento e nas dobras, sobretudo à esquerda onde André Almeida tinha dificuldade em parar "Carrasco". Apesar do bom jogo de Gaitan ia "jurar" que ainda tem mazelas físicas do "massacre" de Braga. Samaris não engana; é um excelente jogador mas precisa de tempo. A entrada de Lima desassossegou a defesa contrária introduzindo imprevisibilidade nos lances.  Apesar da dificuldade em superar o seu oponente Sálvio, ainda disfrutou de uma excelente oportunidade de golo logo na 1ª parte que não concretizou. Quanto a Talisca, não contemos com ele para criador do meio-campo; segurar a bola, rodar, mudar de direcção, fintar em curto espaço e entregar...tem de ter panorâmica e corredor. Todos os outros estiveram bem, com dificuldades para André, havendo a destacar um corte "in extremis" de Máxi.
      O árbitro portou-se muito mal ao beneficiar o infrator assinalando uma falta sobre Gaitan, quando este corria já isolado para a baliza contrária com um colega pronto a tabelar. Mais um lance que deixa suspeitas sobre a UEFA.     

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