sábado, 5 de abril de 2014
4R - Quarta República: 7.201.226 €uros!
4R - Quarta República: 7.201.226 €uros!: Segundo a DECO é este o montante que traduz o locupletamento do Estado em IMI cobrado a mais. O Fisco arrecada receitas de um novo imposto,...
quarta-feira, 2 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
Braga-Benfica (0-1)
Porque raio de carga de água foi Rodrigo marcar a grande penalidade?, a lição de Gil Vicente não chegou? Rodrigo está em grande forma mas não tem rotina de marcação destas faltas, ao contrário de Lima, que, tendo apurado a técnica e o controlo emocional, dá mais garantias. Em vez de ficarmos a penar até ao último instante, tinha-se resolvido logo ali o assunto.
De resto, foi um bom jogo, com o Braga, mesmo sem vários dos habituais titulares, a mostrar bom futebol, pressionando forte à saída da área do Benfica e no meio-campo, trocando bem a bola e explorando os flancos a preceito, donde saiam os cruzamentos para os avançados que, por pelo menos duas vezes, iam fazendo estragos na baliza de Oblak.
Respondeu bem o Benfica, com uma disciplina tática e um coletivo assinaláveis, quer a pressionar alto quer a recuperar bolas a meio-campo, sempre com grande entreajuda, fechando linhas de passe ou, simplesmente, lutando pelo esférico. Gaitan, que de resto esteve muito bem em todo o jogo, ia molhando a sopa bem cedo falhando apenas na rotação após ter ultrapassado Eduardo. O lance do golo foi mais um hino à competência; recuperação por Enzo com lançamento para o extremo Rodrigo, que, depois de ludibriar o indeciso defesa, teve a supina arte de levantar a cabeça antes de fazer o passe bem a jeito de Lima, o qual, por sua vez antecipando o lance, ganhou posição aos defesas sem perder de vista o posicionamento de Eduardo, para então, com rotação, encostar, sem hipótese de defesa. Há nesta jogada, desde o início, toda uma série de pequenos detalhes que constituem a causa do sucesso; por um bocadinho se marca, por um bocadinho se falha.
Gostei muito do Siqueira - cuidadinho com o cotovelinho que pode dar amarelinho ou mesmo vermelhinho -, e do Sílvio - que está a ganhar o lugar. Luisão teve momentos de deficiente leitura de jogo, Fejsa sendo um lutador, deve ter mais cuidado com as faltas, Markovik defendeu muito bem, Gaitan, Lima e Rodrigo estiveram soberbos. Enzo esteve no lance do golo e não percebi bem o que o deixou prostrado no relvado alguns minutos, que parece tê-lo debilitado para o resto do jogo. Nalguns casos houve injustificada cerimónia no remate; diz o aforismo que o ótimo é inimigo do bom e bem sabemos que, na área, não há tempo para procurar a melhor condição para finalizar. Sem remate à baliza, não há golo com certeza.
Quanto a Proença e sua equipa, fiquei admirado, pois não me recordo de erros grosseiros - tenho dúvidas na falta causadora da grande penalidade.
Parece haver algo diferente no ar...elogios ao Benfica do Treinador do Braga, depois de Manuel Machado ter feito o mesmo...vitória com Proença...!,terão finalmente compreendido que, sem idoneidade, o futebol e os clubes morrem?, terá o desfecho da época passada contribuído para isso?, quanto valerá o futebol nacional sem o entusiasmo dos benfiquistas?´
Há ainda um longo caminho a percorrer, nada de foguetório antes do tempo.
sexta-feira, 28 de março de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
Porto-Benfica (1-0)
Derrota tangencial que deixa a eliminatória em aberto para o segundo jogo a realizar na Luz, no qual a equipa do Benfica poderá usar os seus melhores argumentos desportivos, sobretudo se a questão do título estiver em conformidade com os seus intentos. A equipa do Benfica apresentou-se sem seis dos habituais titulares - Oblak, Siqueira, Enzo, Gaitan, Markovic e Lima -, resguardando-os para o próximo compromisso do campeonato, enunciada primeira prioridade para esta época. No entanto, nada justificava a passividade patenteada durante toda a primeira parte, contrastando com a elevada intensidade com que o Porto entrou e que viria a decidir o desfecho do jogo. Tal, é o resultado do antecedente discurso de desvalorização deste encontro por parte dos Técnicos do Benfica. É certo que pode ter-se conseguido melhorar a competitividade de alguns jogadores, com ganhos futuros, mas também é certo que o resultado reduz o diferencial anímico entre as duas equipas, com algum conforto para os azuis, atenuando uma época mal conseguida. E deveria ter sido ao contrário; este jogo deveria ter servido para o Benfica afirmar a sua indiscutível superioridade. Ao colocar mais velocidade na segunda parte, especialmente após as entradas de Gaitan, Lima e Markovic, a equipa equilibrou a partida tendo-se superiorizado durante alguns períodos, conseguindo mesmo algumas boas oportunidades de golo já com o adversário desnorteado, duas delas anuladas em última instância por Fabiano, ficando demonstrado que com um pouco mais de intensidade outro resultado teria acontecido.
Suleymani trabalhou muito, Sálvio aproxima-se da boa forma, Cardozo ainda está longe dela, Sílvio trabalhou muito e bem e Artur esteve bem, com algumas boas defesas e sem responsabilidade no lance do golo; a bola foi rápida e muito bem colocada. Do lado do Porto houve muita intensidade com agressividade, tendo criado algumas boas oportunidades além da do golo, dominando durante toda a primeira parte e perdendo o controlo da partida na segunda, especialmente na última meia-hora, em que alguma desorientação foi notória.
A equipa de arbitragem deixou por sancionar atletas que praticaram jogo violento - Herrera e Fernando poderiam ter lesionado gravemente Fejsa e Sálvio -, perdoou uma grande penalidade ao Porto cometida sobre Luisão e deveria ter assinalado falta de Martinez sobre Garay no lance do golo.
Enfim, há que aguardar pelo segundo jogo na Luz para acerto de contas, sem esquecer que, de momento, o mais importante é concentrar forças para o jogo de Braga onde a vitória abriria o caminho para o almejado título.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Aquecimento global retroativo?
Espectador interessado: Boletim meteorológico para ontem: Foi o título que roubei da crónica de José Diogo Quintela no Público de ontem, a propósito deste estudo sobre o "clima" em Port...
Benfica-Académica 3-0)
Afinal não foi assim tão difícil. A equipa do Benfica respira confiança e talento individual e coletivo. Não que a Académica tenha sido uma equipa fácil, porque não o foi; tentou discutir o jogo conseguindo ainda tirar a tinta ao poste na primeira parte e um remate de cabeça muito perigoso já na segunda. O caso é que o Benfica está a jogar bem, com excelente dinâmica, trocando a bola a preceito, bom posicionamento e talento qb a fazer a diferença no momento certo. Oblak libertou o potencial futebolístico da equipa, há muita solidariedade e concentração. E assim deve continuar até ao fim. O cruzamento para o 2º golo foi um primor de execução; fantástica aquela trajetória curva a pedir encosto de Lima. Lima que, qual águia real, fizera já o primeiro num lance de grande oportunidade e concentração. Muito bem. Também o 3º resultou de um belo trabalho de equipa e muita garra e serenidade de Enzo que, embora em queda, soube enviar a bola para o fundo da baliza, num belo gesto técnico. Não fora a barra e Sérgio Conceição, que respeito, teria ficado ainda mais triste, pois quer o remate de Sálvio quer o de Rodrigo mereciam melhor sorte.
O árbitro pareceu-me bem, apesar de ter perdoado uma grande penalidade ao estudantes - faz de conta -, numa falta sobre Lima ainda na primeira parte.
Enfim, demos mais um passo em frente rumo ao título. Esta equipa sabe o que quer...e o que nós, adeptos, queremos.
sábado, 22 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
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