Desporto

segunda-feira, 22 de julho de 2013

PORTUGAL PRIMEIRO!

Saúdo a decisão do Sr. Presidente da República de manter o atual governo até final da legislatura nos termos que referiu; cumprimento do programa de assistência financeira conforme acordado, fomento do emprego, disponibilidade permanente para o diálogo com a oposição,  e   apoio consolidado da maioria parlamentar que o sustenta. Neste momento, é este o interesse de PORTUGAL. 
 
Há que refrescar a composição do governo, prosseguir com a reforma do Estado, acertar o "azimute"    económico contemplando a atração do investimento através do alívio fiscal e burocrático, combater os abusos de posição dominante e a concentração económica  - que estão a fomentar a discriminação profissional, empresarial e social ainda mais gravosamente do que o foi na ditadura. Enfim, construir um país para todos; com igualdade de oportunidades para todos! Portugal é dos Portugueses; ninguém é seu dono!
 
Quanto à oposição; que faça bem o seu trabalho de fiscalizar os atos do governo e apresente as suas propostas na casa da democracia. Propostas sérias, inteligentes, sustentáveis, exequíveis, que visem o interesse de Portugal e não do partido nem dos seus barões. No final da legislatura o Povo julgará o Governo e apreciará as propostas em concurso. É assim em Democracia, e não impor a convocação de eleições através do boicote insultuoso e sistemático ao Governo e seus membros, por interesse partidário.
 
O PS, desperdiçou uma excelente oportunidade de contribuir para a amenização da austeridade que resultaria da redução das taxas de juro se o acordo político tivesse sido alcançado. A gravidade do momento exige cedências de todas as partes.
 
Uma redução de 25% das taxas de juro pouparia aos cofres do Estado cerca de 2000 milhões de euros anuais - a totalidade do IMI cobrado este ano e cerca de metade dos  anunciados cortes de despesa do Estado para 2014! É este o caminho para a redução da austeridade e fomento do crescimento; redução dos encargos da dívida, cujo valor anual aproximado de 9000 milhões de euros! A ausência de acordo produziu o efeito contrário! Onde está a responsabilidade do PS?, em pedir o fim da austeridade no dia seguinte?
 
O acordo partidário significaria aceitação de tréguas ideológicas por alguns anos; no dia seguinte ao acordo, a nossa fatura do serviço da dívida baixaria significativamente. Isso sim, seria defender os interesses de Portugal. O resto é guerrilha partidária e...sem o País livre, os partidos não farão sentido. Já pensou nisso senhor Seguro? Também para si, a Pátria é o PS? Se é, tenha a coragem de o dizer aos portugueses!

DOIS TONTOS COM JUÍZO!


domingo, 21 de julho de 2013

Taça de Honra; Benfica-Sporting (1-2)

Estamos na pré-época, é certo, importa ver, rever e rodar atletas, testar táticas e estratégias, concerteza; os atletas estão fora de forma, as rotinas são deficientes, sim senhor, mas...a atitude tem que estar lá!, sempre! Vejam lá as miúdas do râguebi de praia; ganharam a prova, porque "nem que seja a feijões é para ganhar"! E é assim no Benfica!
 
O relançamento da Taça de Honra é uma boa iniciativa, que dará mais visibilidade aos clubes de Lisboa e relançará a sã rivalidade de que vive toda e qualquer competição desportiva. Havia um troféu em disputa; aceito tudo, compreendo tudo...menos displicência; falta de concentração e de atitude! Assim não!
 
Mais uma vez, sofremos dois golos de bola parada, a papel químico! Então, não sabemos fazer marcações? Há atletas com medo da bola? Assim não! A adversário saltou mais alto, foi mais forte, ganhou o lance, OK; a adversário faz-se ao lance sem oposição? Dentro da área? Não pode ser! Perguntem aos infantis como se faz ff!
 
Estava um troféu em disputa; era para ganhar, nem que fosse com os júniores! Porém, nada justifica a entrada do Sílvio que nos custou um cartão vermelho e uma baixa para a 1ª jornada! Não compreendo estes regulamentos, mas nada, nada mesmo, justifica uma entrada violenta a pés juntos  em zona neutra, num lance inofensivo! Começou mal, Sílvio. Mas também o sr árbitro não foi coerente no critério disciplinar; um lance posterior, idêntico mas ao contrário, não foi punido da mesma forma! Claro que pode ter decidido a sorte do jogo. De qualquer forma, a equipa do Sporting foi a que mais quiz ganhar, apresentou melhor consistência e dinâmica. "Quem quer banana trepa"! As camisolas não ganham jogos, quem está dentro delas é que o pode fazer!
 
A este respeito, não posso deixar de alertar do Presidente do Benfica para os perigos do discurso da resignação! Não pode haver resignados no Benfica! Não faz parte da nossa cultura! Irreverência, inconformismo, superação, destemor; isso é o Benfica! José Augusto e seus pares poderão mostrar aos atuais atletas o que é isso; desperdiçar este capital não é sensato.
 
Vamos lá a afinar o azimute! 
 
 

Arbitragem a ferro e fogo

Arbitragem a ferro e fogo

portadaloja: Nota Oficiosa de Salazar a Afonso Costa: o passado sempre presente a anunciar o futuro

portadaloja: Nota Oficiosa de Salazar a Afonso Costa: o passado sempre presente a anunciar o futuro

portadaloja: Afonso Costa, Salazar e o passado sempre presente que nos mostra o futuro

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sábado, 20 de julho de 2013

MIGUEL VITOR; UM JOGADOR À BENFICA!

Miguel Vítor, um atleta com 13 anos de Benfica, vai tentar a sua sorte no PAOK, procurando relançar a sua carreira, na espetativa do regresso ao futebol nacional, de preferência, ao seu clube do coração.
 
Sou um fã de Miguel Vitor, pois além de elevada capacidade técnico-tática, o seu amor ao clube percebeu-se na garra como que abordou cada jogo, cada lance, afinal, apanágio do Benfiquismo; o tal "quartilho" a mais, que tantas e tantas vezes sustenta o sucesso do clube.
 
Na entrevista que "A Bola" hoje publica, MV   revela um caráter sereno, responsável, lúcido e frontal, transparecendo o carinho que nutre pelo clube. De facto, MV ,aborda sem papas na língua mas com cordialidade, duas situações, sem a resolução das quais, o sucesso do Benfica não acontecerá ou será esporádico.
 
Uma delas diz respeito à escassez de atletas das escolas do clube na equipa principal, desaproveitando-se a mais-valia da cultura benfiquista consolidada ao longo dos anos  que os faz dar "o litro e o quartilho" por amor ao clube, como é o caso de MV. Tal  sucedeu com os júniores e os infantis na época anterior cujo inconformismo, perante a possibilidade de derrota, os galvanizou para vitórias decisivas, apesar da adversidade do ambiente.
 
Foi Artur Jorge, esse admirável ex-ponta-de-lança que tanto admirei, que, dececionantemente, desmantelou uma equipa onde essas características abundavam. Foi depois Vale e Azevedo, que, irresponsavelmente, desmantelou a formação! Uma loucura, com a atenuante da asfixia financeira que então se vivia no clube, induzida pelo "sistema".
 
Hoje, a formação está pujante e os resultados começam a aparecer; os miúdos já mostram aos graúdos "com quantas varas se faz uma canoa"! Coisa bonita! Porém, o sucesso da sua integração na equipa A depende da capacidade de manutenção nesta, da estrutura base, que transporte o know-how tecnico-tático e a tarimba competitiva capazes de acomodar a insegurança dos primeiros tempos das jovens promessas.

E aqui está um dos maiores bloqueios do futebol do Benfica e nacional; a imprescindibilidade de realização anual de mais-valias com a venda dos melhores atletas; um círculo vicioso que, além de "queimar" os jovens aspirantes, impede o acesso das equipas a patamares competivivos superiores. Este é um dos desafios de qualquer direção do Benfica; manter a estrutura nuclear da equipa. Menos jogadores, melhores jogadores, seria a palavra de ordem. É neste equilíbrio que está o segredo. Cumulativamente, preveniria saídas intempestivas de jovens talentos, como já nos aconteceu.
 
Tal como MV, também não percebi porque não teve mais oportunidades na equipa; ocasiões não faltaram! O mesmo, relativamente a Miguel Rosa;não percebi! E temos de peceber! Os adeptos têm de perceber as opções do Treinador e - já agora - dos Dirigentes, caso contrário perdem a confiança; no treinador, na equipa técnica e nos Dirigentes, criando-se um mau ambiente que se reflete no desempenho da equipa. Não pode ser! A corrente da confiança tem que ser permanente e bidirecional.
 
Entramos na segunda questão; apesar de ter pedido ao Treinador para lhe indicar os aspetos a melhorar a fim de se aperfeiçoar, Miguel Vitor não obteve resposta! Ora isto não é próprio de um chefe! Um líder digno desse nome tem que conquistar e manter a confiança dos seus colaboradores, sem a qual nada funciona. Um líder digno desse nome, não espera que seja o subordinado a manifestar-se; percebe o que se passa apenas com um olhar, e procura identificar e remover o motivo da insatisfação. Não se motiva uma equipa com atos de incompetência ou faltas de respeito. Foi isso que ficou refletido no gesto de Cardozo; apesar da impertinência, não é ele o único responsável; Cardozo queria ganhar! Passou-se! Saindo Cardozo, não se resolve o problema; Jorge Jesus perdeu o respeito dos seus jogadores. Só um grande caráter, que Jorge Jesus (ainda) não demonstrou possuir,  conseguirá reverter o processo. Lamento, mas é a verdade! Uma conversa franca, à porta fechada, olhos nos olhos, onde cada um diga o que tem a dizer, com assunção de responsabilidades por quem as tiver, é necessária e...poderá reverter o processo.
 
Desejo as maiores felicidades ao Miguel Vítor, esperando que um dia regresse ao clube, reiterando minha admiração e respeito.
 
Um grande abraço Miguel!

PS/PCP; DUAS FACES DO MESMO PROPÓSITO!

SÓ O ESTILO DISTINGUE O PS DO PCP!
 



O PARTIDO ACIMA DA NAÇÃO! 
 
LIBERDADE... SÓ...SOCIALISTA!
 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Já a bola rola!

Dos jogos desta pré-época realizados na Suíça pelo Benfica, pouco há a dizer:
 
A "esquadra" sérvia não engana - não fosse a ex-jugoslávia uma das melhores escolas do futebol mundial -, Sulejman, Djuricic e Mitrovic são bons de bola, cada um a seu modo; o primeiro a romper na frente finalizando ou assistindo, o segundo a controlar e distribuir - terá "cabedal" para a função? - e o terceiro a finalizar com sangue-frio e talento. Do Matic já sabemos como é. Por aqui estamos bem.
 
Ruben Amorim, André Gomes e André Almeida, com a "rodagem" adquirida na época passada, poderão melhorar o desempenho do nosso meio-campo que, principalmente na fase final da época anterior, claudicou em alguns jogos, tendo sido fatal para as aspirações da equipa. Urreta poderá ser muito útil na direita...ou na esquerda - "é chato," mas...parece que sabe marcar bons golos o rapaz!.
 
No eixo da defesa, parece que estamos servidos; Lisandro é jogador - não sei bem porquê, mas faz-me lembrar o Ricardo; talvez pela serenidade que aparenta - Vitória tem boa pinta - a ver vamos - e Mitrovic é "menino" para fazer estrago nos avançados e médios adversários.
 
As laterais parecem tremidas; Sílvio necessita de adaptação à equipa...e - já agora -...de reconciliação com o clube...o valor está lá. Quanto ao Bruno Cortez, para já...não me agrada!; tem "caparro", não tem medo da bola nem do adversário, joga para subir até à linha, cruza bem e fácilmente, mas...defender é para o "preto" (salvo seja) e quanto a velocidade tenho dúvidas; veremos como evolui...há ali muito trabalhinho para fazer!
 
Quanto a guarda-redes, quanto a mim, tinha trazido o do Sion; parece muito bom e...tenho dúvidas quanto ao Artur...tenho pena...mas é a verdade.
 
Dos restantes, destaco o Sálvio, a mostrar como se joga com raça; um cheirinho a Sálvio em todas as posições em cada jogo seria meio caminho andado.
 
Os resultados aceitam-se, apesar de secundários nesta fase. Gostei da dinâmica da equipa na 2ª parte do jogo com o Bordéus - por sinal bem "rasgadinho".
 
Desagrada-me esta estória do fica não fica, sai não sai, vem não vem, sempre com o fantasma frutóide no horizonte. Há que prevenir estas situações e inverter o processo, no que à fruta diz respeito, tal como fizémos com os direitos desportivos.
 
Sei que é cedo, mas é importante que seja a equipa a ter a iniciativa de puxar pelos adeptos, focando-se na convicção de que a grandeza do Benfica conquista-se em todos os jogos, disputando-os palmo a palmo, segundo a segundo, até ao fim. Olhemos, todos, com humildade, mais para a frente e menos para trás.
 
Vamos à luta que se faz tarde!