quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Paços de Ferreira-Benfica (0-2/Taça de Portugal)


Dizem-me que o  nulo da 1ª parte refletiu o que se passou no relvado, com oportunidades de ambos os lados. Já no 2º tempo vi um Benfica tranquilo e humilde procurando os caminhos da baliza adversária. O empenho e talento habituais do honrado Paços  não foram suficientes para travar o furação Sálvio & Cª. Um eixo defensivo tremendo, um trinco ao melhor nível, alas perfurantes e eixo ofensivo matador. Muito bom o 1º tento aliando a força e técnica do Sálvio ao sincronismo de Lima; sincronismo a virtude sem a qual nada funciona numa equipa de futebol. Excelente gesto de Rodrigo no 2º, num belo remate de pé esquerdo em zona frontal rodeado de defesas contrários e oportuníssimo John, na recarga, a balançar a rede com grande serenidade. Felizmente que Aimar começou a rodar saindo a equipa incólume da inevitável falta rotação após longa paragem.

A atração de mais espetadores ao futebol, passa, também, pela melhoria qualidade dos estádios. Não é possível proporcionar bons espetáculos em campos pequenos como é o da Mata Real. Espetáculo é o objetivo do futebol e não outro.

Cosme Machado esteve ao seu nível, que é o da fruta fora de prazo.

Agora venha a 2ª mão e depois a final, no Jamor e para ganhar. Pena o calendário adotado ser irrazoável.

AB

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