sábado, 31 de outubro de 2015

O 1º passo da recuperação, a caminho do TRI.

   O jogo valeu pelos golos; três bons golos que vão confirmando a excelência do pé direito de Guedes e do pé esquerdo de Carcela tal como a já conhecida excelência da dupla, Gaitan-Jonas. De resto, à parte a entrega dos jogadores,  foi mau; a equipa revelou, mais uma vez, falta de consistência tática, em especial, no meio campo, perante um Tondela lutador, que chegou a controlar várias fases do jogo.  Rui Vitória demora a desfazer o modelo JJ e a implementar o seu. É clara a falta de criatividade no meio campo!, cá da minha bancada, a equipa deve adotar um modelo de jogo mais conservador tipo da de Trapattoni; compacta, com os lances ofensivos construídos a partir de qualquer ponto do terreno, em especial da defesa. Todas os adversários, sobrepovoam o meio campo, ganhando quase sempre essa zona, dificultando sobremaneira a construção, visto que nos falta o, ou os, "criativos". Então adote-se  o 451 e jogue-se em contra ataque - temos jogadores fantásticos para esse modelo -, desdobrando-o em 442, 433, 424 ou mesmo 415, 325...etc. E, claro, pôr fim ao futebol passivo que se verifica, em que o jogador espera parado que a bola lhe chegue aos pés, porque não sabe o que fazer sem ela. E isto é responsabilidade do Treinador. Como disse Toni, "não há tempo para ter tempo", mas desta vez, ganhámos tempo...mas não muito.

Toca a arregaçar as mangas e a lutar com humildade e união!

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