domingo, 1 de novembro de 2015

Emissões para que vos quero

   O recente escândalo relacionado com o falseamento da declaração de emissões de CO2 da Volkswagen e ao que parece, também da Audi, Seat, Samsung e outros, representa o destapar do véu das verdadeiras causas por detrás da promoção da "origem antropogénica" do Aquecimento Global (AG). As emissões de CO2 têm um efeito marginal no AG, que se traduziriam num diferimento de cerca de seis anos no acréscimo de 2ºC para o final do século, preconizado pelos "cientistas" do IPCC - Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas - se todas as medidas do Protocolo de Kioto fossem implementadas, consumindo verbas astronómicas - ver em Coll It de Bjorn Lomborg . Não surpreende que o logro seja proveniente dos países desenvolvidos "por acaso" os que mais defendem o controlo de emissões e o comércio de CO2.

   Confrontados com o potencial tecnológico e económico das potências emergentes, como o da Índia e o da China, destituídos do instrumento colonial e do monopólio do conhecimento que sustentou durante séculos as suas economias,  os países Ocidentais dominantes, inventaram o dogma do CO2 para condicionarem e até impedirem o desenvolvimento dos países pobres com a finalidade de perpetuarem a sua dependência tecnológica, precisamente onde reside o maior valor acrescentado das economias.

   Chegámos ao absurdo de ver destacados dirigentes ocidentais invocarem o argumento do CO2 para justificar o desencorajamento do desenvolvimento agrícola de países pobres! Deixa-te estar; vende-nos a tua quota de CO2 que nós vender-te-emos o de que necessitas! É este o novo modelo de colonialismo que se propaga como fogo em palha seca graças ao poder que as ONG do setor adquiriram junto  de organismos internacionais considerados, por enquanto, de referencia; como a ONU, a OMS, ou a EPA. 

   Por cá o pretexto da redução de emissões tem servido para extorquir os proprietários, impondo-lhes as famigeradas certificações energéticas, os profissionais dos vários ramos conexos e correspondentes empresas promovendo a exclusão profissional, a sustentação do parasitismo associado à "formação profissional" e a criação de reserva de mercado para as empresas dominantes; sejam as protegidas do regime sejam as "europeias" cujos governos, via UE, impõem as regras da nossa desgraça. Brevemente, se nada for feito, o ramo alimentar nacional sofrerá um abanão histórico cujas consequências se revelarão dramáticas para o emprego.  
   Esta manipulação, como aliás já ocorreu ao nível da recolha e tratamento dos dados de temperatura média do planeta, bem como na ocultação do decrescimento da mesma nos últimos vinte anos, - John McIntire, Clima Audit - desacredita quem a promove e as respectivas intenções.  

Um caso que justifica a acção do TPI!

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