Nada
do que Trump
faça merecerá um elogio de jornalistas e comentariado militante que
pululam na comunicação social portuguesa.
No
entanto, foi a guerra da Síria - iniciada por Obama - que
despoletou o caos migratório na Europa. E foi o democrata"
Jimmy Carter um dos principais responsáveis pela queda da
monarquia persa e da implantação do socialismo islâmico, cujo
dirigente máximo foi essa figura incontornável da "liberdade e
dos direitos humanos" o ayatola Khomeini.
Donald
Trump parou a guerra na Palestina, congregando os apoios
regionais necessários para o desenvolvimento económico na região,
impondo a libertação pelo Hamas, de todos os reféns em seu poder,
vivos ou mortos. Não é pouco.
Prendeu
e levou a tribunal o principal "capo di mafia" da
Venezuela e da América latina, de seu nome, Nicolas Maduro, impondo
a transição do regime para um padrão democrático e, vejam só,
impondo a libertação de todos os presos políticos.
Em
ambos os casos a população exulta de alegria e reconhecimento pela
perspetiva de uma vida digna.
Cuba,
esse "bastião da liberdade", cuja vitória da revolução
se consubstancia na fome e repressão dos cubanos, aos quais é
negado a liberdade de expressão, de reunião e associação, de
exercício de atividade económica livre, e a quem é garantida a
cadeia em caso de dissidência - conheci diretamente a realidade
cubana - é hoje confrontada com o fim do regime e o possível início
do caminho da dignidade, começando, sem demoras, pela libertação
dos presos políticos, que não são poucos.
Tudo
graças a Trump, esse "idiota louco".
E
há o México, um narcoestado, onde o crime organizado - com cerca de
140 mil operacionais -, impóe os seus desígnios ao governo do país
que, por imposição de Donald Trump, finalmente, parece
trilhar o caminho da dignidade institucional.
E
há o Foro de São Paulo, uma organização tenebrosa entre vários
países da América latina - da qual faz parte o Brasil - cuja
principal missão é a de difundir o comunismo na região e
desagregar social e politicamente Europa e EUA, através da
disseminação das drogas duras, em associação com os mais
violentas organizações criminosas que dominam o negócio da droga,
algumas já com presença em Portugal.
Quanto
à teocracia iraniana que pratica o terror religioso e político
entre a sua população e no mundo livre, deve ser derrubada, pelos
perigos que representa para a humanidade, pela liberdade e dignidade
do seu próprio povo, que, desesperado, clama por ajuda a Donald
Trump.
Porém,
para os sábios, sapientes, iluminados, prescientes, impolutos,
justos, patriotas, jornalistas, comentadores e políticos em geral,
salvo exceções, Donald Trump apresenta sintomas de
"patologia" do foro mental. Afinal, o estigma de todos os
"desalinhados", sendo que, essa patologia consiste afinal
no repúdio do social-comunismo.
Sem
comunicação social livre e competente a democracia não funciona.
Por alguma razão alguns a consideram o primeiro poder.
Peniche,
1 de Março de 2026
António
Barreto