sábado, 8 de agosto de 2015

Vozes ousadas

"Daí um novo atrevimento: como seria a educação se o Estado não se tivesse ocupado dela de forma directa (educação estatal) e indirecta (escolarização obrigatória e regulação de cursos e planos de estudos)? Como seriam os modelos e os métodos de ensino sem a mão perversa e centralista dos políticos-burocratas que impedem a diversidade e a emergência de formas alternativas? Nesta como em outras áreas, estou com Ramón Rallo: não deveria prevalecer uma presunção a favor da liberdade de escolha: "In dubio pro libertate"? " (José Manuel Moreira, Económico)

http://economico.sapo.pt/noticias/morder-a-mao-que-te-da-de-comer_225719.html

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