Desporto

sábado, 18 de abril de 2015

Próximo, ff!

   Mais um passo em frente rumo à vitória final. A de hoje, normal perante um adversário empenhado que, com o posicionamento dos seus jogadores,  impediu a fluidez de jogo dos encarnados. Com a ala direita remodelada a equipa do Benfica não conseguiu ligar o seu jogo no meio-campo, nem mostrar a brilhante dinâmica que alardeou na jornada anterior. Mais uma vez, não funcionaram regularmente os corredores, diminuindo  a utilidade dos pontas de lança e dando a supremacia no miolo ao Belenenses. Apesar disso, não faltou lucidez para concretizar duas excelentes oportunidades onde Jonas, mais uma vez, mostrou toda a sua categoria; cultura tática, qualidade técnica e serenidade. Muito bem Gaitan, Luisão, Jardel, Samaris, Lima...e Paulo César a negar o golo aos azuis com uma defesa espantosa já ao cair do pano mas que, a verificar-se, nos teria deixado com o credo na boca.
  
   Julgo que é necessário identificar e treinar técnicas de superação deste tipo de oposição, que já se verificou em Paços e nos Arcos; muita gente no miolo, alas reforçadas e muita impetuosidade - Carlos Martins esteve em evidência. Basculamento do jogo no momento certo, recuperação coletiva e transições rápidas, lançamentos para as costas da defesa contrária desde a nossa linha defensiva, mobilidade permanente controlada...enfim, pronunciem-se os técnicos.
 
   Não dei por falhas de arbitragem relevantes, tendo-me parecido que os atletas do Belenenses abusaram das quedas tentando cavar as faltas redentoras.
 
   Agora, concentração máxima para o próximo jogo.

SALVÉ CAMPEÕES!

     
SALVÉ CAMPEÕES

 
 
Uma vitória brilhante sobre o principal e difícil rival garantiram a vitória antecipada da competição. Venha a taça!

Confisco e desumanidade

   Diariamente têm sido noticiados casos absurdos relacionados com as portagens, nos quais, dívidas de cêntimos se convertem em milhares, até dezenas de milhares de euros, graças a uma cadeia de penalizações em progressão geométrica. Ingenuamente, cheguei a pensar tratar-se de qualquer descontrolo informático dos serviços, e que, devido à flagrante injustiça e aos dramas humanos subjacentes, o governo iria tratar de resolver.  Engano!, o Correio da Manhã de hoje explica que, da receita cobrada, 15% são para as concessionárias às quais é devida a portagem, 40% são para o Estado, 35% são para o fisco e 10% são para o Instituto de Mobilidade e Transportes!  
 
   Trata-se, tão só, de um processo de confisco implícito, em que o Governo elabora e faz aprovar leis excecionalmente restritivas e penalizadoras graças ao apoio parlamentar de que disfruta, compelindo ao incumprimento e ao confisco patrimonial do cidadão, a quem não hesita em penhorar bens ainda que essenciais à sua sobrevivência e da respectiva família!

   As necessidades de financiamento da estrutura do Estado estão a destruir a economia do país e as famílias mais frágeis, revelando uma insensibilidade próxima da crueldade. Com este comportamento, o Governo, destrói a confiança de quem lhe reconhece  mérito no ajustamento verificado na balança externa e na descida das taxas de juro, atirando os cidadãos para os braços dos demagogos. De nada vale o progresso se desumano.   
 
O 25 de Abril está de luto!

Questões climáticas

   Último Inverno foi o 3º mais frio dos últimos 15 anos. Nos últimos 18 anos e 4 meses, a temperatura média do planeta tem-se mantido estável.

http://observador.pt/2015/04/18/inverno-terceiro-frio-dos-ultimos-15-anos-portugal/

Uma questão de cultura

  
   Nem sempre as pessoas da cultura são cultas; Francisco José Viegas, um homem da cultura, em matéria de desporto está sempre pronto a calçar o chinelo do ressentimento. Não lhe fica bem!
 

sexta-feira, 17 de abril de 2015

"Júrame" por Alfredo Kraus

Não nos tapem os olhos!

      Não percebo o problema dos Pilotos da TAP; se querem ser donos da empresa, candidatem-se à privatização!

Silêncio!, O Grande Alfredo Kraus!

domingo, 12 de abril de 2015

O "Pinsador" da bola!

   O último Rio Ave-Porto, no qual parece que os jogadores verde-brancos estavam cansados, a equipa com poucas opções, alguns dos seus heróis mostraram pouca inspiração, suscitou-me a seguinte reflexão:
 
      - Quando um clube incentiva, com prémios monetários ou outros, equipas terceiras a conquistarem pontos ao seu principal rival, poderá estar também a comprar facilidades para o seu próprio jogo.
 
      - Quem tem na memória os casos do Apito Dourado e observa o súbito colapso de jogadores com laços históricos ao clube "benemérito" não tem dúvidas.
 
       - As autoridades deviam investigar o assunto sob pena de se descredibilizar este desporto em Portugal, e a sua própria idoneidade.  

O seguinte, ff!

   Digo já que não estou satisfeito; ficaram quatro golos por marcar e não devíamos ter sofrido o "golo de honra" da briosa. Com as substituições a equipa perdeu concentração tática abrindo espaços ao adversário, que, sabendo jogar, aproveitou. E isso não pode acontecer, pois noutro contexto poderia ser fatal. Tal foi o caso do Paços e dos Arcos.
 
   Fora isto, efetivamente, até aos 4-0 foi um festival de bom futebol, remetendo para o fascínio da 1ª época de Jesus no Benfica. O campo todo por nossa conta, bola a rolar ao 1º, 2º toque e a alta velocidade, todos os jogadores em movimento, cruzamentos bem medidos e decisão tecnicamente superior na finalização! Um espetáculo!
 
   Isto na fase ofensiva, que parecia contínua, porque, quando a equipa perdia a bola, era um regalo ver todos os atacantes a descer no terreno para as marcações  até à recuperação da bola! Fantástico!, com Gaitan em grande destaque.
 
   Gostei de Almeida a defesa esquerdo, julgo que foi dele o soberbo cruzamento para o 2º golo (até final do jogo não voltámos a fazer um cruzamento decente!), Jardel surge com agradável frequência na finalização, desta feita abrindo o marcador num excelente cabeceamento a finalizar mais um soberbo cruzamento de Pizzi, Gaitan esteve fabuloso a defender e a atacar, Jonas foi mortífero, Lima molhou a sopa numa GP muito bem assinalada e marcada, Sálvio esteve muito marcado e por isso não foi tão exuberante como habitualmente, Samaris, Pizzi, tiveram oportunidade de mostrar a sua boa meia-distância, Luisão, Máxi, enfim, todos estiveram bem. Regresso auspicioso para Fejsa, com um golo pleno de determinação. Pena que Jonathan não tenha disfrutado de mais alguns minutos para mostrar o que sabe..que parece ser muito. César teve trabalho ingrato; não teve culpa no lance do golo, uma excelente  execução do Rafael Gomes.
 
   Mas. volto a dizer; não devíamos ter sofrido o golo e devíamos ter marcado mais quatro.
 
   A equipa da Académica tem futebol, mas os seus jogadores não atinaram com a montanha-russa dos encarnados. Nem sequer conseguiam dar pau porque quando alcançavam o adversário, a bola já estava noutro lado. Foi comovente ver a emoção de Rafael Gomes após o tento. Compreendo-o e respeito. José Viterbo, que por sinal está a fazer um excelente trabalho, ainda teve presença de espírito para alinhavar umas desculpas patetas.
 
   Da equipa de arbitragem, julgo que nada de relevante há a dizer; notei um fora-de-jogo mal tirado a Lima já na 2ª parte. O penálti não tem discussão.
 
   O estádio esteve fantástico