quinta-feira, 22 de outubro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Um passo em falso! (Galatasaray-Benfica: 2-1)
Apesar de derrota, tangencial, a equipa do Benfica demonstrou estar à altura da Champions, com uma exibição de qualidade, perante um adversário de grande capacidade táctica fechando espaços eficazmente, com alguns jogadores de renome no futebol mundial; casos de Podolski e de Shneider.
Após início prometedor na sequência de genial golo de Gaitan, o Benfica passou a modo de controlo reduzindo a intensidade e isso foi-lhe fatal. O adversário subiu consistentemente, com amplitude e muitas unidades, procurando desequilíbrios e conseguiu-os; primeiro suscitando uma falta de André Almeida para castigo máximo, que converteu, apesar da excelente estirada de Júlio César, e depois, explorando bem pelo esforçado Podolski uma fatal desconcentração defensiva.
No segundo tempo, os "encarnados" assumiram o jogo, aumentaram a velocidade de circulação e intensificaram os lances ofensivos, criando algumas oportunidades de concretização, falhadas por falta de concentração, por sua vez, motivada pela pressão defensiva adversária. Na retina ficou um corte involuntário de Samaris a remate de Jonas que parecia levar o selo de golo. Nesta fase, o Galatazaray usou e abusou do fatal antijogo. De qualquer modo as alas não funcionaram, falharam-se demasiados passes em momentos cruciais e, muitas vezes, "empastelou-se o jogo na defensiva, nomeadamente por Luisão; há que soltar a bola mais rápidamente e com lançamentos ofensivos.
Júlio César esteve muito bem, a defesa falhou nos dois golos, o meio-campo esteve demasiadas vezes em inferioridade numérica e faltou precisão no penúltimo passe. A suspensão do campeonato declinou o ritmo competitivo da equipa. Acho que se deveria rever o tema. Não sei se Nelson Semedo Fez falta à equipa, mas acredito que sim, visto que estava mais rotinado e muito motivado.
Trata-se pois de uma derrota dececionante mas não demasiado amarga dados os bons sinais que a equipa revelou, necessitando apenas de mais concentração e mais intensidade.
Julgo que o árbitro esteve bem; nada há a dizer relativamente à grande penalidade nem no golo de Podolski. Este, inicialmente, pareceu-me ter partido em posição de fora-de-jogo, mas creio que não.
Descansar, trabalhar e venham lá "as sardaniscas", que hoje foram presenteadas com nove mocas no hoquei! (parabéns aos nossos jogadores e Treinador)
domingo, 18 de outubro de 2015
Uma rica Prenda!
O caso das acusações de corrupção ao Benfica em face das alegadas ofertas do "kit Eusébio" a árbitros, delegados e observadores nada mais é que a reedição da estratégia que Pinto da Costa usou durante décadas para concentração do poder no clube e união e motivação dos seus atletas e adeptos. A invenção de um inimigo externo, "fonte de todo o mal", relativiza e justifica todos os equívocos internos de gestão económica e desportiva, mas também, implicitamente, reconhece a grandeza do "inimigo". Afinal, até nas sociedades animais compete ao neófito desafiar o "alfa" correspondente. Vencê-lo, é que nem sempre acontece! Por outro lado os termos em que tal desafio está a ser efetuado sustentam-se num défice de autoconfiança e numa decadente falta de ética que muitos adeptos do futebol esperavam viesse a ser ultrapassada, em virtude da eminente "saída de cena" de Pinto da Costa. Porém, a patética estratégia de Bruno de Carvalho, tem o sublime condão de demonstrar a pungente hipocrisia que grassa entre comendadores e órgãos da comunicação social, salvo exceções, ao atribuírem aos dirigentes dos clubes a responsabilidade pela descredibilização do desporto e em particular do futebol. É que, não faltam arautos defensores do "novo líder" denunciando infantilização, sectarismo, oportunismo e desconsideração para com os leitores.
A razão do "sucesso" da estratégia de Pinto da Costa residiu numa circunstância política específica altamente favorável; a "causa" da regionalização, que fez sua, e lhe proporcionou apoios económicos e cumplicidades políticas e judiciais de grande monta. A Bruno de Carvalho resta-lhe a insistência na indução de uma "guerra civil" no futebol, para persuasão das instituições e, sobretudo, dos árbitros. Carecido de nobreza de caráter, deveria, antes, seguir o exemplo dos dirigentes do Benfica, que, pacientemente, ano após ano, vexame após vexame, investiram no incremento competitivo das suas equipas, melhorando sucessivamente infraestruturas e super-estruturas até derrotarem o desleal adversário...lealmente! Esta sim, é a lição que o dirigente do Sporting deveria ter aprendido.
Quanto às prendas, à parte detalhes regulamentares e jurídicos, é evidente que as acusações carecem de fundamento desde logo por inexistência de causa; é que, a equipa de futebol sénior do Benfica, a não ser pontualmente, e em especial nas últimas duas épocas, não beneficiou de quaisquer favores de arbitragem. Apenas foi menos prejudicada relativamente às épocas anteriores, donde se conclui, que muitos títulos mais teria conquistado se em igualdade de circunstâncias com os adversários, em particular o Porto, que foi, e continua a ser, despudoradamente beneficiado pelos homens do apito. Afinal, parece que a única forma de haver paz no desporto em Portugal é discriminar o Benfica, e tal constitui, em si mesmo, uma demonstração da imaturidade cívica que, no fundo, subjaz à crise económica, política e identitária que se abateu sobre os portugueses.
Por outro lado, as tão propaladas "prendas" consistem numa singela lembrança alusiva ao maior símbolo do clube atribuída universalmente e abertamente, a árbitros, delegados e observadores que visitam o Estado da Luz no exercício das respectivas funções e após o termo dos correspondentes jogos.
A razão profunda desta agitação reside no facto de o Benfica constituir um obstáculo de peso aos sonhos de grandiosidade e popularidade dos seus principais rivais, incapazes de lidar com o fascínio que o Benfica provoca entre os seus adeptos e todos os amantes do espetáculo desportivo no mundo. E isso consegue-se com talento, coragem, respeito e...com feitos históricos universalmente relevantes.
Uma "rica prenda" é o que Bruno de Carvalho - qual "mata sete" - é, e, nem o Sporting nem o desporto nacional merecem.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
terça-feira, 13 de outubro de 2015
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