Malomil: Crime no Expresso de Zurique-Moscovo-Doha: aqui A 2 de Dezembro de 2010 o Expresso da FIFA saiu de Zurique em direcção a Moscovo e, finalmente, Doha. ...
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
As teias da FIFA: créditos a Raquel Vaz-Pinto em Malomil
Malomil: Crime no Expresso de Zurique-Moscovo-Doha: aqui A 2 de Dezembro de 2010 o Expresso da FIFA saiu de Zurique em direcção a Moscovo e, finalmente, Doha. ...
domingo, 23 de novembro de 2014
A equipa de andebol do Benfica está de parabéns

Aqui vai o meu grande abraço de parabéns à equipa de andebol do Benfica. Foram uns bravos; cheguei a pensar que iam levar duas valentes coças, ontem e hoje, mas mostraram carácter, lutaram sempre e venceram perante equipas fortíssimas, apurando-se para a fase seguinte da prova. Muito bem; é desta matéria que o Benfica é feito.
sábado, 22 de novembro de 2014
Benfica-Moreirense (4-1)
Boa dinâmica inicial, sobretudo a nível ofensivo, com dois golos de alta nota artística, seguido-se algum abrandamento e "empastelamento" do resto da partida até ao excelente golo de Sálvio, perante uma boa equipa que, embora moderadamente, teve de se abrir, sofrendo as consequências da ousadia, como qualquer outra que o faça perante o Benfica.
Os jogos a eliminar, em geral, traduzem-se em maior dinâmica, abertura e espetacularidade que os de campeonato, onde cada equipa já tem um ponto antes de o jogo se iniciar.
E siga!
A propósito da legionella pneumóphila (1)
Com a crise finalmente controlada, na qual aas autoridades públicas revelaram um desempenho exemplar, ficou claro para o público em geral que a bactéria legionella, se alojada nos pulmões pode matar, desenvolvendo-se em ambientes aquosos entre os 20 ºC a 45 ºC. Todos os locais de produção de aerossóis aquosos àquelas temperaturas representam riscos sérios que importa prevenir. A nível doméstico além da adequada higiene geral da habitação, devem purgar-se regularmente os terminais menos usados dos circuitos de água quente e fria e desinfectar-se regularmente os prelectores das torneiras e os chuveiros. Nos espaços públicos deve ser tratada e monitorizada com regularidade adequada a água de balneários, piscinas, fontes, cascatas, pântanos (especialmente urbanos), dispositivos de rega, etc. A nível industrial, antes demais deve controlar-se suficientemente a qualidade das águas não provenientes da rede pública e proceder-se à higienização de todos os aparelhos relacionados, entre os quais os dispositivos de arrefecimento por efeito evaporativo; torres de arrefecimento e condensadores evaporativos, produtores por excelência de aerossóis aquosos, estes, veículos capazes de transportar a bactéria centenas de quilómetros por acção do vento, dificultando a identificação do local de emissão.
Mas para que servem aqueles equipamentos?, serão indispensáveis?
Utilizam-se no processo de condensação dos sistemas frigoríficos ou de ar condicionado de elevada potência térmica ou de arrefecimento de fluidos, nos mais diversos processos, fazendo uso do elevado calor latente da água - 540 Kcal/Kg - cerca de 30 vezes o calor dissipado pela variação de 5 ºK da água a 25 ºC - 4,182 Kj/Kg.K - e cerca de 62 vezes o calor dissipado pela variação de 10 ºK de ar seco a 20 ºC - 1,012 Kj/Kg.ºK . Isto constitui uma das principais vantagens do processo evaporativo que, para a mesma potência térmica se traduz numa redução substancial de superfície de permuta e de dimensões globais do condensador ou arrefecedor. Mas não é só; o efeito evaporativo permite reduzir a temperatura de condensação/arrefecimento com ganhos importantíssimos de eficiência do respectivo sistema. Por exemplo; a temperatura de condensação, utilizando como meio arrefecedor o ar seco a 30 ºC e 40 % de humidade relativa, é de 40 ºC, considerando um diferencial de 10 ºK - condição de projecto do condensador, mas será de 30 ºC utilizando um condensador evaporativo uma vez que, para as condições do ar indicadas, a correspondente temperatura de bolbo húmido é de 20 ºC (ver diagrama psicométrico do ar). Daqui resulta um importante ganho de eficiência de todo o sistema - 10 % a 15 %, grosso modo -, valor relevantíssimo na factura energética em unidades desta envergadura, conferindo-lhes importância estratégica no "combate" ambiental em curso pela eficiência energética.
Mas não é tudo. A decadência do uso dos fluidos frigorigénios antropogénicos, nomeadamente, os hidrofluorocarbonetos, durante décadas considerados um dos grandes "milagres" da ciência, aos quais, actualmente, se atribui parte da responsabilidade do malfadado efeito de estufa e da degradação da camada de ozono, veio dar aos "velhos e anacrónicos" frigorigénios naturais - amoníaco anidro, dióxido de carbono e hidrocarbonetos -, reforçada projecção, cuja utilização nos é imposta pela UE que tal como a ONU e a maioria das nações, segue religiosamente a duvidosa cartilha do PIAC (Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas) liderado pelos fundamentalistas do Greenpeace com o contributo de alguns pseudo-cientistas. Ora, o amoníaco anidro, tendo propriedades termodinâmicas muito favoráveis aos sistemas frigoríficos de compressão mecânica, sem impacto na camada de ozono nem no efeito de estufa, apresenta temperaturas de compressão relativamente altas, especialmente nos sistemas de baixa temperatura, que pode conduzir à sua degradação por decomposição - que se verifica acima dos 100ºC -, do respectivo compressor e à perda de eficácia todo o processo. Por aqui se vê a importância do uso dos condensadores evaporativos nestes sistemas nos países de temperatura média/alta, como é o caso de Portugal durante a época estival.
Eis-nos então chegados à razão deste texto; os imperativos ambientais vigentes induzem a proliferação do uso do amoníaco e dos condensadores evaporativos e com isso aumenta exponencialmente o risco de acidentes pessoais por acção da legionella. Confesso que a tentação do recurso à ironia é irresistível; embora não assumido abertamente pelas comunidades política, científica e ambientalista, a crer na "doutrina" predominante, a razão primordial dos alegados distúrbios ambientais reside na excessiva carga humana do planeta, que, a mal ou a bem, terá de ser controlada. Nesta perspectiva, nós, europeus já vamos à frente, com uma taxa de natalidade negativa aumentamos o potencial de acidentes mortais dos exemplares cidadãos. Sempre em frente!
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
O "Complexo do Nazareno e a bancarrota"
Porque não há em Portugal um Comandante negro de submarino?, de outro navio de guerra?, de um navio mercante?
Um deputado português negro, haverá?, não digo líder parlamentar!, um deputadozito de última fila, ao menos!
Ministro negro também nunca houve, Secretário de Estado julgo que também não. E um directorzito?, chefe de gabinete, vá lá!
Primeiro-Ministro, não!, Presidente da Assembleia da República também não e Presidente da República então ainda menos!
Mas já não escandalizaria assim muito ver um Presidente de câmara negro, ou...,seja, um Presidente de Junta de Freguesia!
Negros em Portugal, só no desporto! (com excepções)
Mas nos Estados Unidos da América há negros em todo o lado; comandando submarinos, navios, porta-aviões, nos mais altos cargos das forças armadas e das administrações do Governo Federal e das dos Estados! políticos, advogados, académicos...sei lá...até há um Presidente da República Negro!
Os EUA são uma nação com 231 anos - o Tratado de Paris que pôs fim à guerra com a Inglaterra e reconheceu os EUA foi em 1783. A epopeia marítima dos portugueses que entre outras coisas difundiu os valores iluministas, iniciou-se há cerca de 700 anos!
Ocorreu-me tudo isto ao assistir pela enésima vez a um filme que relata o drama a bordo de um submarino nuclear americano cujo comando é confrontado com uma ordem de disparo dos seus misseis nucleares contra a URSS, cujas forças armadas tinham iniciado já a cronometragem decrescente para lançarem os seus contra os EUA. Denzel Washington e Gene Hackman são os principais protagonistas e, a certa altura aquele lidera um motim assumindo o controlo da nave.
Foi então que me lembrei de a velha metáfora dos pescadores nazarenos:
Estavam dois pescadores no mar da Nazaré, em plena faina, ao alvor, quando se aperceberam da aproximação de uma lancha:
- À Tóno que barque é aquele?, na é dos nosses!
- Poi nã Zé!, e bai largar o tról!, filhe duma puta!, passa-me aí o reme!
Tóno, brandindo o remo no ar, ameaçador, exclama a plenos pulmões na direção do intruso:
- À Ó!, fora daqui co mar é nosse!
Desconfio que está aqui a explicação do caso e do crónico anacronismo de Portugal.
4R - Quarta República: Contas Externas em Setembro: uma (boa) SURPRESA......
4R - Quarta República: Contas Externas em Setembro: uma (boa) SURPRESA......: Contra toda a expectativa (minha, inclusive), a informação hoje divulgada pelo BdeP relativa à posição das contas externas no...
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
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