Assim é que é! Parabéns à Direcção do Benfica; este é o caminho!CMTV transmite Benfica
4R - Quarta República: Contas externas: (bastante) boas notícias em Julho...: 1. Divulgada a 19 do corrente, a edição mensal do Boletim Estatístico do BdeP (um excelente documento, este Boletim) mostra uma evolução ba...
Bom jogo, excelente vitória. A dinâmica da equipa do Benfica durante toda a 1ª parte, foi soberba; com muita mobilidade coletiva, muita pressão sobre o adversário, muita entreajuda, muita qualidade técnica e muita pressão sobre o adversário. Gostei de ver, até porque, o Anderlecht, é um clube histórico, de uma boa escola de futebol, que soube criar grandes dificuldades, batendo-se muito bem; com bom coletivo, muita velocidade, amplitude, profundidade e agressividade, embora fraco nos cantos. À Cª Seguradora. Ex mos. Senhores, Em resposta ao seu gentil pedido de informações adicionais, esclareço: No quesito nº 3 da comunicação do sinistro mencionei:'tentando fazer o trabalho sozinho' como causa do meu acidente. Na vossa carta V. Sas. pedem-me uma explicação mais pormenorizada, pelo que espero sejam suficientes os seguintes detalhes: Sou assentador de tijolos e no dia do acidente estava a trabalhar sozinho num telhado de um prédio de 6 (seis) andares. Ao terminar o meu trabalho, verifiquei que haviam sobrado 250 kg de tijolos. Em vez de levá-los à mão para baixo (o que seria uma asneira), decidi colocá-los dentro de um barril, e, com ajuda de uma roldana, a qual felizmente estava fixada num dos lados do edifício (mais precisamente no sexto andar), descê-los até ao térreo. Desci até o térreo, amarrei o barril com uma corda e subi para o sexto andar, de onde puxei o dito cujo para cima, colocando os tijolos no seu interior. Retornei em seguida para o térreo, desatei a corda e segurei-a com força para que os tijolos (250 Kg) descessem lentamente. Surpreendentemente,senti-me violentamente alçado do chão e, perdendo a presença de espírito, com o susto, esqueci-me de largar a corda ... Acho desnecessário dizer que fui içado do chão a grande velocidade. Nas proximidades do terceiro andar bati com a cara no barril que vinha a descer. Ficam, pois, explicadas as fraturas do maxilar e das clavículas. Continuei a subir a uma velocidade um pouco menor, somente parando quando os meus dedos ficaram entalados na roldana. Felizmente, nesse momento já recuperara a minha presença de espírito e consegui, apesar das fortes dores, agarrar a corda. Simultaneamente, no entanto, o barril com os tijolos caiu ao chão, partindo-se o fundo. Sem os tijolos, o barril pesava aproximadamente 25 kg. Como podem imaginar, comecei a cair vertiginosamente, agarrado à corda, sendo que, próximo ao terceiro andar, quem encontrei? Ora pois, o barril que vinha a subir. Ficam explicadas as fraturas dos tornozelos e as lacerações das pernas. Felizmente, com a redução da velocidade da minha descida, veio minimizar os meus sofrimentos quando caí em cima dos tijolos em baixo, pois felizmente só fraturei três vértebras. No entanto, lamento informar que ainda houve agravamento do sinistro, pois quando me encontrava caído sobre os tijolos estava incapacitado de me levantar, porém pude finalmente soltar a corda! O problema é que o barril, que pesava mais do que a corda, desceu e caiu em cima de mim, fraturando-me as pernas. Espero ter fornecido as informações complementares que me haviam sido solicitadas. Esclareço que este relatório foi escrito pela minha enfermeira, pois os meus dedos ainda não estão recuperados. Atenciosamente, António Maria Pessoa de Coimbra |
A equipa do Benfica entrou confiante, com boa dinâmica, muita concentração tática e excelente qualidade técnica nos lances capitais, perante um PF sem complexos nem remorsos que disputou o jogo, todo o tempo em todo o campo, com grande disponibilidade física, sempre com sentido na baliza adversária. 
O processo do Apito Dourado mostrou o que todos já sabíamos mas não podíamos afirmar em público, Pinto da Costa e Valentim Loureiro, eram os grandes manipuladores dos bastidores da bola, ficando assim clarificada a causa do padrão dos recorrentes erros dos juízes de campo bem como a lógi das promoções dos mesmos à categoria de "destacados" internacionais. Na verdade, ao observador do futebol, não era necessária grande sagacidade para perceber o que se passava dentro do campo, além do jogo.