Foi um jogo empolgante em que a vitória de Portugal e o correspondente apuramento para o mundial foi inteiramente merecido. Confesso que receava a equipa sueca pela histórica entrega ao jogo, pela coesão, e, claro, por Ibrahimovic. A equipa Portuguesa foi solidária, preencheu bem a zona do meio-campo, disputou sempre a bola com determinação e depois...Ronaldo esteve soberbo; desta vez sim, convenceu-me. Fantástico!, deixou-se de léro-léro, assumiu o jogo, concentrou-se, e, imparável, fez três magníficos golos!, qual deles o mais bonito, e podia ter marcado mais dois. Patrício esteve à altura, quanto a mim, sem culpa nos golos. Bruno Alves é que ficou pregado ao solo no primeiro, tentando, patéticamente, impedir o adversário de saltar. Ibra, com dois excelentes golos, ainda fez tremer as aspirações nacionais, mas a equipa sueca, ao arriscar tudo na ânsia do golo redentor, tudo perdeu. Honra lhes seja. Com o terceiro tento esgotou-se-lhes a força anímica, apesar da dinâmica, agora sem convicção. Muito bem; estão todos de parabéns.terça-feira, 19 de novembro de 2013
Suécia-Portugal 2-3
Foi um jogo empolgante em que a vitória de Portugal e o correspondente apuramento para o mundial foi inteiramente merecido. Confesso que receava a equipa sueca pela histórica entrega ao jogo, pela coesão, e, claro, por Ibrahimovic. A equipa Portuguesa foi solidária, preencheu bem a zona do meio-campo, disputou sempre a bola com determinação e depois...Ronaldo esteve soberbo; desta vez sim, convenceu-me. Fantástico!, deixou-se de léro-léro, assumiu o jogo, concentrou-se, e, imparável, fez três magníficos golos!, qual deles o mais bonito, e podia ter marcado mais dois. Patrício esteve à altura, quanto a mim, sem culpa nos golos. Bruno Alves é que ficou pregado ao solo no primeiro, tentando, patéticamente, impedir o adversário de saltar. Ibra, com dois excelentes golos, ainda fez tremer as aspirações nacionais, mas a equipa sueca, ao arriscar tudo na ânsia do golo redentor, tudo perdeu. Honra lhes seja. Com o terceiro tento esgotou-se-lhes a força anímica, apesar da dinâmica, agora sem convicção. Muito bem; estão todos de parabéns.segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Em Defesa do Benfica: Obrigado! Querido! Benfica!
HISTÓRIA A vitória por 10-3, sobre o SC Recife, na Taça Intercontinental, no Palácio de Desportos de Torres Nova...
sábado, 16 de novembro de 2013
Portugal-Suécia 2-0 e outros
Por razões algo caricatas não vi o jogo, mas, confesso, não senti grande pena. A verdade é que, desde que Pinto da Costa e o seu clube, implícitamente, se apoderaram da FPF e, por inerência, detêm o controlo da Seleção Nacional tendo-a transformando numa plataforma de promoção comercial dos seus jogadores e, simultâneamente, em mais uma frente de combate ao Benfica, que me é quase indiferente a sua trajetória desportiva. Com efeito, ao ver certos jogadores com a camisola das quinas, não consigo conter a repulsa, por considerar incompatível o seu comportamento desportivo histórico com os valores que uma seleção, quanto a mim, representa. No entanto, hora da verdade, não deixo de a apoiar graças à superação da razão pela emoção. Fiquei pois satisfeito pela vitória e também pelo golo de Ronaldo, apesar de saber que o ingresso no Campeonato do Mundo credibilizará uma direção e a sua estratégia despudorada de subordinação do interesse nacional ao de um clube e reforçará o sistema miserável que desde há décadas transformou o futebol português numa farsa consentida.
Foi bonito o golo de Ronaldo; um belo cabeceamento em queda, intencionalmente direcionado, apesar da colagem do defesa e da oposição próxima do guarda-redes, na sequência do explêndido cruzamento de Miguel Veloso. Ronaldo revela uma serenidade própria de quem conhece o seu valor, indiferente às palhaçadas do Sr Blatter. Reparei também que Patrício fez algumas boas defesas e que a equipa sueca teve algumas boas oportunidades. Surpreendeu-me a inoperância de Ibraimovich e considero que a eliminatória está longe de estar ganha, face ao histórico da seleção sueca e ao extraordinário trunfo que este atleta representa.
A hostilidade ao Benfica por parte da selecção nota-se em "pequenas coisas" tais como nas declarações proferidas por Paulo Bento, que se viu na necessidade de referir a ausência de motivação especial dos jogadores pelo facto de a contenda se realizar onde se realizou. Não está em causa a motivação dos atletas em qualquer outro estádio, está sim em causa a necessidade de prevenir a possibilidade de alguém pensar que o Estádio da Luz possa ter induzido especial motivação na equipa. Ordens do Pino? Vergonhoso!
Já para não falar na não convocação de Nelson Oliveira, por si só denunciadora da má vontade de Paulo Bento para com os Benfiquistas, nem no seu silêncio perante a pressão geral de inclusão de Fernando, após ter-se apressado a manifestar a sua discordância quando, há tempos, foi publicamente aventada mesma possibilidade relativamente a Lima . Definitivamente, esta não é a seleção de todos os Portugueses.
No entanto, torço para que Portugal esteja no próximo mundial, com mais jogadores do Benfica, e para que, na FPF, em vez de embadeirarem em arco, ganhem vergonha.
BENFICA CAMPEÃO INTERCONTINENTAL DE HOQUEI EM PATINS! PARABÉNS CAMPEÕES E OBRIGADO!
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Lances de bola parada; zona ou homem?
Na época em curso - e na anterior -, a defesa nos lances de bola parada tem constituido uma das maiores vulnerabilidades da equipa do Benfica, causadora de fortíssimos dissabores, exigindo rápida resolução. A persistência do fenómeno descredibiliza a equipa técnica, com destaque para o Treinador, mas também a Direção Desportiva e a Direção do clube. O tema é demasiado grave para que sobre ele se lance o manto do silêncio atribuindo-se, implicitamente, as causas, aos acasos do futebol. Não me arrogando qualquer espécie de autoridade na matéria visto que não tenho conhecimento especializado, não me coíb de ensair algumas reflexões de senso comum.
O futebol, na sua essência, consiste na arte do imprevisto; quem for capaz de surprender o adversário, ganha; o lance ou o jogo. Assim, quem tem a iniciativa do jogo - a posse da bola - tem vantagem desde que os movimentos da equipa estejam consolidados, visto que ganham o tempo correspondente ao que o adversário leva a "ler a jogada". Do mesmo modo, nos lances de um para um, quem tem a bola tem vantagem, desde que não hesite no drible ou finta, visto que o adversário, leva uns microssegundos decisivos a perceber o movimento. Portanto, quem tem a bola deve saber o que fazer com ela a cada momento não permitindo que o adversário o perceba.
Inversamente, a equipa sem bola pode induzir o adversário a fazer certos movimentos e virar o feitiço contra o feiticeiro, por exemplo, antecipando ou simulando os movimentos defensivos. Por exemplo, há jogadores que, na marcação das grandes penalidades enganam os guarda-redes e guarda-redes que, nas mesmas circunstâncias, enganam os jogadores.
Podemos, então, dizer com propriedade que o futebol é, também, a arte da simulação, da camuflagem - até parece que estou a fazer a apologia do anti-jogo, e essa é a fronteira. Abomino a falta cirúrgica, a falta cavada, a expulsão provocada, o mergulho para a forçado, a mãozinha marota etc. Sem lealdade, o futebol, não presta.
Claro que, perante atletas de eleição a importância de tudo isto é relativa; Garrincha fintava sempre para o mesmo lado, todos o sabiam, mas a finta resultava sempre, ainda que sucessivamente sobre o mesmo jogador. Stoychkov, tendo uma velocidade insuperável, tornava irrelevente o conhecimento prévio de certos lances pelo adversário. De nada servia aos guarda-redes saberem que Eusébio marcava as grandes-penalidades para a esquerda - direita do GR -, a bola entrava sempre.
Enfim, podemos dizer que a necessidade do recurso à tática é inversamente proporcional à disponibilidade e quantidade de talentos individuais. De outro modo; as equipas com grandes atletas podem jogar futebol direto - alemães, ingleses -, as outras, têm que recorrer à técnica e à tática - italianos, franceses, portugueses.
Então o que se passa nos lances de bola parada?; a equipa credora sabe o que vai fazer e a outra só consegue percebê-lo após a saída da bola. Ora, esta, leva cerca de 1,28" a chegar ao eixo longitudinal do campo - considerando uma velocidade média de 70 Km/h - sendo que, o defesa, leva cerca de metade deste tempo - 0,64" - a perceber a trajetória do esférico. Restam portanto ao defesa, 0,64" para se deslocar, saltar e cabecear a bola. Diria que, nestas circunstâncias ,não conseguirá dar mais de 2 passos; seja, cerca de 2 metros.
Ora, se as dimensões da grande-área forem de 30 m x 15 m - a confirmar - se considerarmos necessário dar cobertura a 25% da área - 112,5 m2 -, necessitaremos de 17,9 jogadores. Como só temos 11 e 10 cobrem um máximo de 62,8 m2, ficarão a cargo do guarda-redes, 49,7 m2. Ou seja, se a bola for direcionada com precisão ao adversário, a probabilidade de oposição é muito reduzida.
Assim sendo, considerando um erro na dimensão da grande-área de até 20%, tratando-se de adversários de qualidade, a marcação à zona não é adequada. É pois fundamental, definir o posicionamento em função do do adversário, podendo usar-se a dissimulação, mantendo os atletas movimentação permanente das pernas e braços a fim de reduzir o tempo de reação - que tão bem se fazia no 1º ano de JJ no Benfica.
Para mim, este, é assunto resolvido!
Podemos, então, dizer com propriedade que o futebol é, também, a arte da simulação, da camuflagem - até parece que estou a fazer a apologia do anti-jogo, e essa é a fronteira. Abomino a falta cirúrgica, a falta cavada, a expulsão provocada, o mergulho para a forçado, a mãozinha marota etc. Sem lealdade, o futebol, não presta.
Claro que, perante atletas de eleição a importância de tudo isto é relativa; Garrincha fintava sempre para o mesmo lado, todos o sabiam, mas a finta resultava sempre, ainda que sucessivamente sobre o mesmo jogador. Stoychkov, tendo uma velocidade insuperável, tornava irrelevente o conhecimento prévio de certos lances pelo adversário. De nada servia aos guarda-redes saberem que Eusébio marcava as grandes-penalidades para a esquerda - direita do GR -, a bola entrava sempre.
Enfim, podemos dizer que a necessidade do recurso à tática é inversamente proporcional à disponibilidade e quantidade de talentos individuais. De outro modo; as equipas com grandes atletas podem jogar futebol direto - alemães, ingleses -, as outras, têm que recorrer à técnica e à tática - italianos, franceses, portugueses.
Então o que se passa nos lances de bola parada?; a equipa credora sabe o que vai fazer e a outra só consegue percebê-lo após a saída da bola. Ora, esta, leva cerca de 1,28" a chegar ao eixo longitudinal do campo - considerando uma velocidade média de 70 Km/h - sendo que, o defesa, leva cerca de metade deste tempo - 0,64" - a perceber a trajetória do esférico. Restam portanto ao defesa, 0,64" para se deslocar, saltar e cabecear a bola. Diria que, nestas circunstâncias ,não conseguirá dar mais de 2 passos; seja, cerca de 2 metros.
Ora, se as dimensões da grande-área forem de 30 m x 15 m - a confirmar - se considerarmos necessário dar cobertura a 25% da área - 112,5 m2 -, necessitaremos de 17,9 jogadores. Como só temos 11 e 10 cobrem um máximo de 62,8 m2, ficarão a cargo do guarda-redes, 49,7 m2. Ou seja, se a bola for direcionada com precisão ao adversário, a probabilidade de oposição é muito reduzida.
Assim sendo, considerando um erro na dimensão da grande-área de até 20%, tratando-se de adversários de qualidade, a marcação à zona não é adequada. É pois fundamental, definir o posicionamento em função do do adversário, podendo usar-se a dissimulação, mantendo os atletas movimentação permanente das pernas e braços a fim de reduzir o tempo de reação - que tão bem se fazia no 1º ano de JJ no Benfica.
Para mim, este, é assunto resolvido!
domingo, 10 de novembro de 2013
Benfica-Sporting 4-3
Foi um jogo como todos deviam ser; aberto, intenso, leal, com incerteza no resultado até final e com belos lances de futebol, em particular os dos golos. Não houve cá blocos, nem anti-jogo, nem facilidades; como é característico dos jogos da taça, visto que são a eliminar. E é por esta razão que defendo outro modelo competitivo para o campeonato, muito próximo do que Mário Figueiredo chegou a apresentar à Liga, e que os "pequenos clubes" inviabilizaram pondo em causa a sobrevivência do próprio futebol remetendo-nos para o questionamento do modelo vigente da organização desportiva; o direito de voto dos clubes deveria ser proporcional ao número de sócios. Isto é que é democrático.
Não tendo visto todo o jogo, gostei do que vi, excepto nos dois últimos golos sofridos pelo Benfica; não pode ser!, a razão tem de ser apurada e removida, ou é do Treinador ou dos jogadores!, os lances de bola parada estão a pôr em causa os projetos desportivos do clube - na época passada perdemos a Liga Europa por esta razão!, os jogadpres ficam pregados ao chão só intersetando a bola se esta for na sua direção!, não sei se a melhor tática é a marcação à zona se ao homem, mas sei que há no clube quem saiba o que está errado. E sei que a Direção desportiva tem que tomar medidas urgentemente!, estamos, mais uma vez, com um pé fora da liga dos campeões por este mesmíssimo motivo!, O Benfica está acima de tudo e de todos, e os Dirigentes têm que ser capazes de tomar decisões difíceis, no momento oportuno.
Cardozo, mais uma vez, mostrou " com quantas varas se faz uma canoa", mas parece que, ainda recentemente, tal era ignorado por quem não devia ser. Já agora; a saída de Melgarejo foi positiva para o Benfica?, acho que não. Então porque saíu? Há interesses e melindres acima dos do clube?, se há, é preciso acabar com eles. Já!
O modelo tático adotado já vem com seis meses de atrazo, infelizmente!, - outro galo teria cantado -, a equipa esteve bem, com Gaitan, além de Cardozo, em grande plano, com exceção dos centrais!, os golos têm acontecido na sua zona de ação!, não pode ser!
A equipa do Sporting jogou com muita garra, sempre tentando dar a volta ao jogo, tendo sido o primeiro golo, um hino ao futebol. Muito bem; parabéns.
Felizmente, o árbitro pareceu-me bem, apesar da tentativa de condicionamento do CM, ao referir numa crónica do dia, que Duarte Gomes era simpatizante do Benfica e ao fazer referência à diferença de orçamentos dos clubes. Uma tática velha e repetida por parte de um jornal desportivamente parcial, que noutras ocasiões tem causado dissabores ao Benfica. É mais um caso de parcialidade jornalistica.
A equipa do Benfica deve analisar e corrigir rápidamente o que esteve mal, a bem do clube!
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
What's electron spin ?
http://www.youtube.com/v/Lk-i7vPi7Ok?version=3&autohide=1&showinfo=1&feature=share&autohide=1&attribution_tag=s-klKPYGGW6m4HHCHbfgZQ&autoplay=1
Escudo Invisivel da Terra Campo Magnetico 46
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Olimpiakos-Benfica 1-0
De facto, os jogadores do Benfica, confirmando a trajectória de subida de forma colectiva impuseram o seu jogo perante um adversário difícil, falhando em alguns momentos capitais, nomeadamente, na finalização e no lance do golo. Infelizmente, digo eu, porque a equipa, por tudo o que fez durante os noventa minutos, não merecia perder este jogo.
Gostei do posicionamento da equipa - na base do 4-3-3 -; com algumas variantes, julgo que é, actualmente, o dispositivo tático mais adequado; Matic, Enzo, Amorim - caso deste jogo -, ou Fejsa, Matic, Enzo, com Gaitan, Djuricic, Markovic e Lima na equação, adoptando a composição e orientação consoante a forma dos jogadores e o adversário em causa. Com esta disposição eliminou-se aquela que tem sido uma das maiores fragilidades tácticas desta época e foi a da anterior; falta de consistência e criatividade no meio-campo. Efectivamente, apesar da pressão alta do adversário e do sobre-povoamento da sua intermediaria, a equipa do Benfica disputou todos os lances, recuperando e desenvolvendo múltiplos lances ofensivos de qualidade, suficientes para justificar resultado mais favorável.
Na defesa justificava-se a expectativa quanto a Sílvio em virtude do prolongado afastamento por lesão; na frente, Markovic e Gaitan não conseguiram fazer funcionar as alas e, sem elas, o potencial de Cardozo não se materializa. É esta a outra grande debilidade actual da equipa - a lesão de Sálvio afectou em muito a sua competitividade -, que conduz ao afunilamento dos lances ofensivos, o que, como sabemos, resulta em vantagem para as defesas contrarias, como foi o caso. Entrega, garra, entreajuda e criatividade não faltaram aos jogadores do Benfica que, mais uma vez digo, mereciam melhor resultado.
No entanto, analisando as razões da ineficácia de concretização, dos nossos avançados, encontramos em todos os casos; ora a persistência e entreajuda dos adversários que, nos momentos decisivos, sempre impediam eficaz execução, ora grandes defesas de Roberto, ora deficiência de execução sugerindo falta de serenidade e convicção por parte dos avançados. De realçar o golo sofrido, mais uma vez, na sequência de um canto, graças à já tradicional e penosa desconcentração defensiva!
Quanto ao Olimpiakos, mostrou ser uma boa equipa; técnica e tacticamente culta tendo adoptado sempre um posicionamento eficaz, com muita combatividade e solidariedade . Apesar disso, teve que se remeter ao seu meio-campo a maior parte do tempo - chegou a ter 11 jogadores na sua área -, graças à intensidade e criatividade do jogo encarnado. Contudo, não se pode dizer que tenham tido sorte, visto que foi o seu empenho colectivo, ainda que por vezes descontrolado, que esteve quase sempre na origem da ineficácia dos avançados do Benfica. Parabéns ao Roberto pela excelente exibição.
Ânimo aos jogadores do Benfica pelo empenho. Força! Quem porfia sempre alcança.
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