quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Nacional-Benfica; 0-1 (TL)
Vitória escassa, sofrida, porém agradável, frente a um adversário que, esta época, já "fez a barba" ao FCP e ao SCP. Escassas oportunidades de golo, para ambos os contendores, com domínio benfiquista durante a primeira parte e nacionalista durante a segunda. Em abono da verdade, o empate não teria escandalizado.De facto, na segunda metade do encontro, a equipa madeirense "meteu o pé na tábua" subindo no terreno e sufocando os adversários, impedindo-os de controlar a bola, pensar e desenvolver os lances ofensivos. Felizmente o poste não esteve pelos ajustes e impediu o empate, neutralizando um lance de belo recorte técnico.
O Benfica não jogou bem, continuando a falhar demasiados passes aparentemente fáceis, evidenciando falta de fluidez no meio-campo, falta de profundidade nas alas e falta de ponta de lança.
Enzo é um jogador que me agrada muito; pela técnica, pela garra e pelo coração, mas...agarra-se demasiado à bola, e como não tem "cabedal suficiente" raramente resiste às cargas, perdendo-se a dinâmica ofensiva. Tem que soltar a bola mais cedo podendo, apesar de tudo, aproveitar aquela característica para suscitar faltas em zonas críticas, de onde Cardozo, Lima, Rodrigo, Gaitan ou ele mesmo, poderão fazer estragos na baliza contrária.
Acredito em Suleimani; trata bem a bola, joga em profundidade, cruza bem, remata bem, parece sereno e mentalmente forte, mas tem que melhorar a condição atlética para desenvolver todo o seu potencial; não percebi - presumo que, por fadiga - porque, já na segunda parte, fletiu para dentro, entregando a bola a um adversário, quando tinha o corredor livre até à linha de fundo donde poderia cruzar para o avançado.
O mesmo se passou logo a seguir, do lado contrário, o direito, com outro colega de equipa!, ora, as camisolas, fazendo parte do jogo, podendo até ter um contributo positivo - só as vermelhas -, não dispensam o empenho do respectivo conteúdo!
Aceito que se jogue sem ponta de lança fixo, mas...no momento certo alguém tem que aparecer no eixo do ataque...seja quem for!, não adianta correr muito, improficuamente, importa sim correr bem e...muito, quando for necessário; à atenção de Lima, Markovick, Rodrigo...e todos os outros à excepção do guarda-redes.
Markovic, tendo notáveis qualidades para jogar em contra-ataque, raramente o faz!, porquê?, julgo que lhe falta mais cultura tática e controle da ansiedade.
Enzo é um jogador que me agrada muito; pela técnica, pela garra e pelo coração, mas...agarra-se demasiado à bola, e como não tem "cabedal suficiente" raramente resiste às cargas, perdendo-se a dinâmica ofensiva. Tem que soltar a bola mais cedo podendo, apesar de tudo, aproveitar aquela característica para suscitar faltas em zonas críticas, de onde Cardozo, Lima, Rodrigo, Gaitan ou ele mesmo, poderão fazer estragos na baliza contrária.
Acredito em Suleimani; trata bem a bola, joga em profundidade, cruza bem, remata bem, parece sereno e mentalmente forte, mas tem que melhorar a condição atlética para desenvolver todo o seu potencial; não percebi - presumo que, por fadiga - porque, já na segunda parte, fletiu para dentro, entregando a bola a um adversário, quando tinha o corredor livre até à linha de fundo donde poderia cruzar para o avançado.
O mesmo se passou logo a seguir, do lado contrário, o direito, com outro colega de equipa!, ora, as camisolas, fazendo parte do jogo, podendo até ter um contributo positivo - só as vermelhas -, não dispensam o empenho do respectivo conteúdo!
Aceito que se jogue sem ponta de lança fixo, mas...no momento certo alguém tem que aparecer no eixo do ataque...seja quem for!, não adianta correr muito, improficuamente, importa sim correr bem e...muito, quando for necessário; à atenção de Lima, Markovick, Rodrigo...e todos os outros à excepção do guarda-redes.
Markovic, tendo notáveis qualidades para jogar em contra-ataque, raramente o faz!, porquê?, julgo que lhe falta mais cultura tática e controle da ansiedade.
Oblack tendo tido pouco trabalho, respondeu bem quando foi necessário; é o que se pede a um guarda-redes!, sinto que transmite segurança à equipa e aos adeptos.
Gostei de ver Siqueira; parece bem e ainda bem.
Pena que Steven não tenha jogado; acredito nas suas qualidades para central e desiquilibrador ofensivo.
Não percebi porque não entrou mais cedo, o Ruben; precisámos dele em toda a segunda parte.
Gostei de ver Siqueira; parece bem e ainda bem.
Pena que Steven não tenha jogado; acredito nas suas qualidades para central e desiquilibrador ofensivo.
Não percebi porque não entrou mais cedo, o Ruben; precisámos dele em toda a segunda parte.
Oxalá Cardozo e Sálvio regressem em breve e em forma.
Prefiro o pragmatismo com resultados do que à nota artística sem eles...por agora.
Nota à margem; surpreendentemente, mais uma vez, a cordialidade das gentes do Nacional para com as gentes do Benfica substituiu a velha hostilidade cúmplice do sistema. Espero que seja o princípio dos ventos de mudança que, inevitavelmente, ocorrerá no futebol português. Já não é sem tempo.
FELIZ 2014, BENFICA
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
domingo, 29 de dezembro de 2013
O Rei vai Nu; A grande farsa demoliberal (sugestão de leitura)
Anneliese Mosh, neste ensaio atualíssimo, analisa as democracias partidárias ocidentais expondo as suas incongruências, caracterizando-as como oligarquias, ditaduras, ou totalitarismos partidários, sem outro propósito que não seja o da ascensão ao poder e conservação do mesmo pelas respectivas elites, as quais, dirigidas por um restrito grupo de perpétuos lideres, se fazem eleger graças à permanente ação demagógica que exercem sobre a população, com a cumplicidade implícita dos meios de comunicação, que, frequentemente, controlam por via indirecta.
Porém, Anneliese, não se limita a denunciar as democracias vigentes no ocidente; recorrendo aos grandes pensadores como Platão, ou Aristóteles, a Locke, J.J Rosseau, Tocqueville, Mostesquieux, Hayeck, aos grandes pensadores portugueses como António Sardinha, Mário Saraiva, Oliveira Martins, Padre António Vieira, São Tomás de Aquino, passando pelo espanhol Gonzalo Fernandez de la Mora, e outros, mostra outras formas de democracia além da partidária. Defende a democracia orgânica, construída de baixo para cima, com base na família, no localismo e no municipalismo onde cada grupo social ou economicamente ativo nas comunidades locais participem, por representação - mediante eleição seguida de sorteio -, no governo destas. Órgãos regionais constituir-se-iam com representantes dos municípios, elegendo, por sua vez representantes para a "assembleia nacional" à qual competiria o poder legislativo e a indigitação do chefe do governo, que escolheria os ministros, após nomeado pelo chefe de estado, presidente - eleito por sufrágio universal e assessorado por um conselho de estado - ou rei - nomeado por sucessão legal pelo conselho de estado ou pelas cortes.
Sem excluir o regime republicano, sustenta o sistema monárquico como o mais eficaz, na medida em que reconhece ao rei superior capacidade de representação dos cidadãos e o considera garante por excelência da continuidade de implementação dos projetos nacionais de médio e longo prazo, contrariamente ao que atualmente se verifica. Interessante o modelo que defende para a nomeação dos conselheiros de estado, donde ressalta a preocupação da efetiva representação das comunidades, bem como a prevenção da constituição e consolidação das aristocracias resultantes do processo eleitoral puro, introduzindo, adicionalmente, o método do sorteio.
Sustenta uma constituição não programática - ao contrário da portuguesa atual - consagrando os direitos fundamentais dos cidadãos, o mais relevante dos quais, o famigerado e sistematicamente adulterado direito à igualdade de oportunidades. Defende a descentralização mas rejeita as tendências separatistas que por vezes têm sido afloradas.
"Quanto ao parlamentarismo republicano, a implantação da República poucas modificações veio trazer ao sistema de partidos e à organização interna destes. Além disso, o parlamentarismo republicano sempre se debateu com a multiplicidade de partidos, cuja maior parte carecia de significado ideológico e que continuavam a corresponder a grupos formados em volta de pessoas: o tradicional fulanismo."
"Os partidos só apareceram em força depois da revolução de Abril de 1974, proibindo-se contudo qualquer partido direitista, embora se autorizasse a formação de toda a gama de partidos da esquerda e até de toda a extrema esquerda.
De facto, Portugal nunca conheceu o funcionamento normal de um regime de partidos, tal como tem vigorado nos países da Europa central e do norte, ou mesmo em França e na Itália. A breve experiência pré-salazarista foi um desastre e a experiência pós-revolução dos cravos não parece dar melhores resultados."
"Até certo ponto, o regime de partidos atenta indiretamente contra a liberdade individual, com a sua distribuição de favores e benefícios. Os partidos transformam assim pouco a pouco, o homem livre, num vassalo enfeudado que tudo deve ao seu partido."
"Alem disso a Coroa encarna a instituição da Nação; é ela que goza dos direitos de governo real, que o rei apenas tem a responsabilidade de exercer....A Coroa não pertence ao Príncipe, é o Príncipe que pertence à Coroa.... rei é depositário, não proprietário."
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
O Porto da Graciosa: Navio "THE WORLD" no Natal.
O Porto da Graciosa: Navio "THE WORLD" no Natal.: THE WORLD: Crucero y Residencia Eslora: 196,35 GT: 43188. É um navio de cruzeiro único em sua classe, porque os passag...
domingo, 22 de dezembro de 2013
O Porto da Graciosa: Ampliação do canal do Panamá (vídeo)
O Porto da Graciosa: Ampliação do canal do Panamá (vídeo): O programa de ampliação consiste na construção de dois complexos de eclusas de três níveis cada uma com três tanques de reutilização, uma ...
sábado, 21 de dezembro de 2013
Setubal-Benfica 0-2
Setúbal, para o Benfica, é, tradicionalmente, um campo difícil; à motivação acrescida face à grandiosidade do clube, que constitui para todos os clubes nacionais, mesmo todos, uma espécie de catarse, seja para inverter maus desempenhos, seja para consolidar as boas prestações, há em Setúbal uma velha hostilidade fomentada historicamente pelo clube que aspira, em vão, a ser reconhecido como o principal rival do Benfica; o Porto.
A nomeação de Paulo Batista para este jogo, com grande quota de responsabilidade no relativo fracasso no campeonato anterior, e o afastamento - mais um - de Enzo, agravaram a espectativa quanto às dificuldades.
Não vi o jogo, mas confio na honestidade e competência da Sónia, que refere, na sua crónica no sítio do slb, as maldades que, como era de esperar, o Sr Batista praticou durante o jogo; complacência perante o jogo violento do adversário, perdoando uma expulsão a um jogador setubalense por bárbara e dupla agressão a Gaitan ainda na 1ª parte, e vista grossa a uma grande penalidade favorável ao Benfica.
Parece que, o futebol dos encarnados, tendo melhorado na 2ª parte em que aconteceram os golos, não revelou grande qualidade, e tal não deverá ser totalmente imputado à instabilidade tática da equipa, pois o recuo no terreno do adversário, característico do compulsivo e estratégico nivelamento por baixo do futebol nacional, para tal contribuiu. Quando a diferença competitiva dos contendores é demasiada, o jogo deixa de ter interessa; ou há jogo aberto e há goleada desinteressante, ou o mais fraco bloqueia o jogo das mais variadas formas em que os clubes nacionais são peritos. Foi o caso, tal como com o Belenenses, com o Arouca e com o Braga. É o que dá o Portugal dos pequeninos, em que o Porto é o maior deles e o maior especialista no nivelamento por baixo.
Oblak, esteve bem, apesar do relativo fraco assédio à sua baliza. E a verdade é que o Benfica precisa, desde há muito, de um grande guarda-redes.
O Porto da Graciosa: FLNG, "Prelude"- O gigante da Shell com 488 metros...
O Porto da Graciosa: FLNG, "Prelude"- O gigante da Shell com 488 metros...: © Copyright imagem e fonte: Shell Depois de 14 meses de construção , o projeto "Prelude ", um FLNG ( Floating li...
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