Desporto

terça-feira, 21 de abril de 2015

Mediterrâneo

   Perante as sucessivas e maciças mortes de africanos no mediterrâneo na desesperada e trágica tentativa de fuga à miséria nos seus países, os líderes europeus revelam-se preocupados com a necessidade de reforçar as patrulhas e perseguir os traficantes de seres humanos! Quanto ao essencial, nem uma palavra! a única forma de combater eficazmente este flagelo consiste na promoção do desenvolvimento económico das regiões de origem dos emigrantes em parceria com os governantes locais. Claro que esta realidade sugere também uma nova discussão sobre o fracasso geral da descolonização de África, seja pela precipitação ou incompetência dos ex-colonizadores, seja pela impreparação ou ganância dos lideres africanos. 

   Seja como for, a acomodação europeia a esta tragédia é mais uma faceta da crueldade dos seus líderes, que está patente, também intramuros, onde as populações do sul emigram para norte à procura da vida que lhes tem sido sonegada nas suas terras num autêntico processo de genocídio económico em curso e sem fim à vista.





Andebol e Voleibol; Allez!

   A equipa de voleibol do Benfica entrou com o pé esquerdo no 1º jogo da final com a Fonte do Bastardo. Esta equipa já demonstrou ter muito valor e mereceu a vitória, mas acredito que os encarnados podem e vão fazer melhor nos próximos jogos. Naturalmente que ficaram afetados física e psicologicamente com a derrota na final da Taça Challenge; mas há que seguir em frente, bateram-se bem, como o reconheceu a generalidade dos adeptos. Mais não pedimos. Para a frente é que é o caminho; respeitar o adversário e pôr cá para fora tudo o que sabem, que não é pouco.
 
   Quanto ao andebol, parece-me evidente que a equipa necessita de um "choque competitivo"; no atual quadro é difícil motivar os atletas. Há que fazer nesta secção o que foi feito nas outras com  enorme sucesso. Competência + competência; da equipa técnica e dos atletas. Um bom guarda-redes é meia equipa, como no hóquei, são precisos dois, três bons lançadores de meia distância e quatro ou cinco velocistas com muito pulmão. Enfim; pronuncie-se quem sabe. Para levar pancada em todos os campeonatos, não!

sábado, 18 de abril de 2015

Próximo, ff!

   Mais um passo em frente rumo à vitória final. A de hoje, normal perante um adversário empenhado que, com o posicionamento dos seus jogadores,  impediu a fluidez de jogo dos encarnados. Com a ala direita remodelada a equipa do Benfica não conseguiu ligar o seu jogo no meio-campo, nem mostrar a brilhante dinâmica que alardeou na jornada anterior. Mais uma vez, não funcionaram regularmente os corredores, diminuindo  a utilidade dos pontas de lança e dando a supremacia no miolo ao Belenenses. Apesar disso, não faltou lucidez para concretizar duas excelentes oportunidades onde Jonas, mais uma vez, mostrou toda a sua categoria; cultura tática, qualidade técnica e serenidade. Muito bem Gaitan, Luisão, Jardel, Samaris, Lima...e Paulo César a negar o golo aos azuis com uma defesa espantosa já ao cair do pano mas que, a verificar-se, nos teria deixado com o credo na boca.
  
   Julgo que é necessário identificar e treinar técnicas de superação deste tipo de oposição, que já se verificou em Paços e nos Arcos; muita gente no miolo, alas reforçadas e muita impetuosidade - Carlos Martins esteve em evidência. Basculamento do jogo no momento certo, recuperação coletiva e transições rápidas, lançamentos para as costas da defesa contrária desde a nossa linha defensiva, mobilidade permanente controlada...enfim, pronunciem-se os técnicos.
 
   Não dei por falhas de arbitragem relevantes, tendo-me parecido que os atletas do Belenenses abusaram das quedas tentando cavar as faltas redentoras.
 
   Agora, concentração máxima para o próximo jogo.

SALVÉ CAMPEÕES!

     
SALVÉ CAMPEÕES

 
 
Uma vitória brilhante sobre o principal e difícil rival garantiram a vitória antecipada da competição. Venha a taça!

Confisco e desumanidade

   Diariamente têm sido noticiados casos absurdos relacionados com as portagens, nos quais, dívidas de cêntimos se convertem em milhares, até dezenas de milhares de euros, graças a uma cadeia de penalizações em progressão geométrica. Ingenuamente, cheguei a pensar tratar-se de qualquer descontrolo informático dos serviços, e que, devido à flagrante injustiça e aos dramas humanos subjacentes, o governo iria tratar de resolver.  Engano!, o Correio da Manhã de hoje explica que, da receita cobrada, 15% são para as concessionárias às quais é devida a portagem, 40% são para o Estado, 35% são para o fisco e 10% são para o Instituto de Mobilidade e Transportes!  
 
   Trata-se, tão só, de um processo de confisco implícito, em que o Governo elabora e faz aprovar leis excecionalmente restritivas e penalizadoras graças ao apoio parlamentar de que disfruta, compelindo ao incumprimento e ao confisco patrimonial do cidadão, a quem não hesita em penhorar bens ainda que essenciais à sua sobrevivência e da respectiva família!

   As necessidades de financiamento da estrutura do Estado estão a destruir a economia do país e as famílias mais frágeis, revelando uma insensibilidade próxima da crueldade. Com este comportamento, o Governo, destrói a confiança de quem lhe reconhece  mérito no ajustamento verificado na balança externa e na descida das taxas de juro, atirando os cidadãos para os braços dos demagogos. De nada vale o progresso se desumano.   
 
O 25 de Abril está de luto!

Questões climáticas

   Último Inverno foi o 3º mais frio dos últimos 15 anos. Nos últimos 18 anos e 4 meses, a temperatura média do planeta tem-se mantido estável.

http://observador.pt/2015/04/18/inverno-terceiro-frio-dos-ultimos-15-anos-portugal/

Uma questão de cultura

  
   Nem sempre as pessoas da cultura são cultas; Francisco José Viegas, um homem da cultura, em matéria de desporto está sempre pronto a calçar o chinelo do ressentimento. Não lhe fica bem!
 

sexta-feira, 17 de abril de 2015

"Júrame" por Alfredo Kraus

Não nos tapem os olhos!

      Não percebo o problema dos Pilotos da TAP; se querem ser donos da empresa, candidatem-se à privatização!

Silêncio!, O Grande Alfredo Kraus!