quarta-feira, 11 de novembro de 2015
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Retrocesso civilizacional
Philippe Verdier foi despedido do canal francês France 2 onde apresentava há vários anos o seu programa de meteorologia, por referenciar o seu livro de investigação climática no qual manifesta a sua discordância contra o atual cenário apocalítico ambiental que domina a cena internacional difundindo um ambiente de medo entre os cidadãos, favorável à implementação pelos governos, de programas restritivos, e ao desenvolvimento económico de alguns países, como a França. Considera haver falta de consistência científica das conclusões do IPCC (Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas) e má fé desta entidade ao omitir, do grande público, informação que contraria as suas teses, nomeadamente, o decrescimento da temperatura média do planeta nos últimos vinte anos.
Fez-se noite escura na"Cidade Luz", em vésperas de receber mais uma reunião internacional sobre temas ambientais, com o despedimento imediato de Philippe Verdier! Num país que foi berço do iluminismo, num continente que pretende continuar a ser referência ética, social, económica e normativa para o mundo, este acontecimento revela como é grande a divergência do discurso dos intelectuais e políticos europeus face ao seu comportamento e deste relativamente aos princípios fundadores das Democracias Liberais. Mais um inequívoco sinal de decadência europeu onde se evidencia a arrogância dogmática característica de períodos históricos obscurantistas. Não se trata de declínio económico ou social conjuntural mas de uma degenerescência de princípios que se julgavam irreversíveis no país onde, não há muito, o homem emergiu das trevas.
É caso para dizer; "há lodo no cais". A histeria ambiental quanto às alegadas causas antropogénicas do Aquecimento Global, serve interesses económicos concretos cuja ponta do véu foi recentemente levantado com o caso da Volkswagen e outros potentados económicos do mais purista dos países ambientalistas - a Alemanha -, mas também dos que mais lucram com esta política de persistente terror, que apela ao uso compulsivo da tecnologia, onde dão cartas.
Liberdade de expressão sim, para tudo e mais alguma coisa, desde que não ponha em causa os dogmas dos novos deuses da "ciência" política nem dos da política da "ciência"!
(Fonte, The Guardian)
Liberdade de expressão sim, para tudo e mais alguma coisa, desde que não ponha em causa os dogmas dos novos deuses da "ciência" política nem dos da política da "ciência"!
(Fonte, The Guardian)
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Uma vitória merecida!
Uma vitória moralizadora e merecida, que melhora as espectativas do Benfica para a época em curso. Apesar de várias ausências forçadas e da qualidade do adversário, os encarnados apresentaram-se taticamente disciplinados, com boa intensidade e dinâmica, dispostos a lutar pela vitória. Foi difícil, como se esperava, até porque o "Gala" povoou muito bem a sua defensiva, chegando a alinhar cinco a seis defesas e três trincos, mas com grande dinâmica, mostrando que poderia fazer o golo numa qualquer desatenção, como, de facto, aconteceu, pelo inevitável Podolski, num lance em que, Júlio César, nada podia fazer.
Silvio está em nítida subida de forma, Eliseu não comprometeu, Talisca portou-se muito bem, Almeida não comprometeu, Guedes, Jonas, Gaitan e Jimenez, trabalharam muito. Os centrais fizeram a diferença nos dois golos da equipa, com destaque para Luisão, que marcou o da vitória; mérito ao Treinador, visto que se trata, claramente de trabalho tático.
Acho que o árbitro se portou mal!, começou a amarelar os encarnados desde cedo adivinhando-se o que veio a suceder; expulsão de Gaitan completamente imerecida, logo após ter poupado a expulsão a um dos gregos, por braço na bola! Com este gesto virou o jogo a favor dos gregos num período em que se adivinhava o terceiro tento dos encarnados.
Enfim, o apuramento para os oitavos está quase garantido, e a equipa e os adeptos reforçaram o ânimo.
Força Benfica!
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