Desporto

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Andebol na luta!

 
 
   A equipa de andebol do Benfica perdeu com a do Sporting por 25 a 28. O desempenho dos encarnados revelado esta época nas competições internacionais e nos confrontos com o ABC, justificavam alguma expetativa num melhor resultado para os encarnados, apesar da equipa do Sporting se apresentar fortemente reforçada. De todo o modo, três golos de diferença, em casa do grande rival, denota algum equilíbrio, prevalecendo expetativa favorável no desempenho futuro, tanto mais que, neste jogo, a equipa do Benfica se viu privada, por lesão, de um dos seus melhores jogadores. Um jogador inspirado ou desinspirado, faz a diferença de 3 golos. Gosto de ver a serenidade e objetividade das declarações de Mariano Ortega e confio nele, pelo que demonstrou na época anterior. Falta, naturalmente, melhorar algo; a nível coletivo ou individual. Sugere-se que não "adormeçam", confiando nos automatismos do processo; às vezes basta um pequeno detalhe faz a diferença. Força!

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Basquete maravilha!

 
     
 
   Perante a categórica vitória caseira da equipa do Elan Chalon sobre o Benfica, não acreditei na hipótese de réplica da equipa do Benfica na Luz. Enganei-me outra vez! (Já tinha acontecido relativamente ao Porto). O caso é que foi um jogo fantástico, entre duas equipas que protagonizaram lances de grande beleza, com muita emoção e incerteza há mistura. Como sempre são os bons jogos. A equipa do Chalon tem lançadores fantásticos, grande cultura tática e uma atitude competitiva  muito forte. Porém, a equipa encarnada esteve à altura ganhando com grande mérito; chegou a ter uma vantagem da ordem dos 15 pontos, período de grande desorientação da equipa belga. Dependendo do adversário, no basquete, qualquer desconcentração pode ser fatal. E neste caso foi. Por mérito do Benfica. Carlos Morais esteve imparável, com triplos, assistências e ressaltos! Foi o MVP do jogo. Com esta vitória o Benfica apurou-se para a fase seguinte da FIBA Europ Cup. De destacar ainda as sóbrias declarações de Morais, no final do jogo, sublinhando o desempenho do grupo. Os grandes campeões são assim. É caso para dar os parabéns à equipa técnica e ao diretor do pelouro; com contratações cirúrgicas, sem estardalhaço, mostraram que sabem da arte como poucos. Temos equipa para a época. Força!
 
   A Seleção Nacional de futebol continua a ser a estrela negra dos jogadores encarnados! Desta vez foi André Horta que veio de lá com guia de marcha para a enfermaria. Tantas coincidências dão que pensar. Gostava de conhecer a origem desta lesão.
 
   Os critérios de Fernando Santos parecem revelar reserva deste relativamente aos jogadores do Benfica. Custa-me dizê-lo porque o considero, mas, se não é, parece; e às vezes, o que parece é!
 
   Ora então do "douto" Conselho de Disciplina da FPF saíu mais um castigo para Filipe Vieira! Por outro lado, foi arquivado o processo de inquérito ao Rui Gomes da Silva por declarações que efetuou em uma das suas participações na SIC! Tal deveu-se ao recurso interposto ao TAD por aquela, deixando os homens do CD da LPFP receosos de eventual anulação duma sentença condenatória (vontade não lhes faltaria). Tal é a convicção dos agentes da justiça desportiva na Liga. Desportiva? Mas o que é que a CD da LPFP tem a ver com o que as pessoas, não agentes desportivos, dizem ou fazem fora dos seus domínios? Nada! A lei geral subordina o funcionamento da Liga! É tudo! 
 
   Voltando ao castigo aplicado a Filipe Vieira; é sintomático que tal ocorra na sequência da crónica, num jornaleco afeto ao Sporting, de um articulista com aversão ao Benfica, queixando-se da demora na decisão do processo aberto ao dirigente encarnado. A ideia que dá é que; ou o CD da FPF anda a reboque da comunicação Social afeta ao Sporting, ou esta presta-se às encomendas daquela. Seja como for, é mau sinal! 
 
   Quanto a mim, o episódio indigno entre os Presidentes do Sporting e do Arouca precipitou o castigo a Filipe Vieira. Isto é; perante a inevitabilidade do castigo a Bruno de Carvalho e Carlos Pinho, o CD da FPF apressou-se a castigar Vieira para apaziguar a turba verde e o seu Presidente. Rogério Alves, arriscando a reputação de que ainda goza junto da opinião pública, já veio a terreiro responsabilizar Carlos Pinho considerando Bruno de Carvalho vítima neste episódio!
   Com Slimani aconteceu algo parecido; o castigo saíu tarde e a más horas e a justificação da sentença descredibilizou quem a proferiu. Atrasaram-lhe o castigo na espetativa de ocorrer algum caso com algum jogador encarnado, como tentaram fazer com Renato Sanches! Inventaram-lhe um caso, arquivando-o, preparando a opinião pública para o tratamento favorável do caso Slimani! É o que me parece!
   São episódios atrás de episódios demonstrando que há algo errado na FPF; basta ver a identidade dos treinadores de todos os escalões! Estão quase todos entregues a ex-atletas do Sporting! Porquê? Para melhor promoverem os seus jogadores? Tal como disse acima, às vezes, o que parece, é!
   É confrangedor assistir ao lambe botismo a Bruno de Carvalho, por parte de gente que parecia idónea idónea! Uma pena!

domingo, 13 de novembro de 2016

Velhas alianças

 
   

   Entre as várias peripécias e singularidades que têm "adornado" décadas do futebol nacional destaca-se a relação "especial" entre o Futebol Clube do Porto e o Vitória Futebol Clube (vulgo, Vitória de Setúbal). Essa proximidade tem-se afirmado na transação ou cedência de jogadores entre os dois clubes, algumas vezes em momentos críticos do Vitória - parece que a crise financeira do Vitória é perpétua -, outras no, tradicional, alinhamento institucional, ainda outras na estranha atitude competitiva deste, nos confrontos desportivos com aquele.
 
   É verdade que este padrão parece extensível a outros clubes; como referiu ontem um convidado na BTV, ex-dirigente do Estrela da Amadora, "O Porto ajudava muitos clubes e estes, naturalmente gratos, retribuíam a ajuda quando era necessário".  No entanto, há razões históricas especialíssimas no caso do Vitória; percebi-o ontem quando, vagueando pela história económica do século XIX de Portugal, fui ter à Guerra da Patuleia - ou Guerra da Maria da Fonte. Uma guerra de raiz popular despoletada no reinado de D. Maria II, por volta de 1844, contra os despautérios tributários do Governo do famigerado Costa Cabral. Um século devastado por guerras no território nacional; a do Rossilhão, a das Laranjas - ou Fantástica, em que perdemos Olivença - a Peninsular, a Liberal, a Vila Francada, a Abrilada, a Patuleia e depois a da Regeneração. A Guerra da Patuleia foi sangrenta e foi ganha pelas forças de D. Maria graças à intervenção da Espanha, Inglaterra e França, graças ao pacto de aliança em vigor entre estas quatro nações.
 
   Pois nesta guerra da Patuleia - dos patolas; termo depreciativo por que eram tratados os populares pela aristocracia afeta à rainha -, onde a célebre mulher da Póvoa de Lanhoso, irmã do sapateiro da vila, se distinguiu, graças ao seu vestido vermelho e por ter dado a primeira machadada na porta da prisão onde estavam as mulheres que iam ser julgadas por terem dado uma "coça" nos enviados do Governo que queriam impedir o enterro de uma conterrânea na igreja da aldeia, como era tradição, começando pelo norte, propagou-se à cidade do Porto e alastrou por todo o país, devido à sublevação espontânea da população e a adesão de muitos adeptos miguelistas derrotados pelos liberais em 1834, incluindo à cidade de....Setúbal.
 
   Ora um dos chefes militares dos sublevados foi o conde....das Antas que, quando " os patolas" de Setubal estavam na iminência de novo confronto, após severa derrota, ocorreu, por mar em seu auxílio, não concretizando os seus intentos, graças à interceção de uma frota de guerra inglesa. "Et voilá" as razões históricas, profundas e respeitáveis entre a cidade do Porto e a de Setúbal, irmanadas na causa do Povo e da liberdade, ambas derrotadas pelas tropas do duque de Saldanha, espanholas e inglesas. Razões que, compreensivelmente, se estenderam às respetivas principais equipas de futebol. Pena que, desta vez, essa aliança não tenha servido  a causa da transparência e...da liberdade.
 
   PS: uma curiosidade; habitualmente atribui-se à cidade do Porto a designação de Invicta - creio que devido às peripécias da Guerra das Laranjas -, no entanto, na Patuleia, infelizmente, a cidade foi tomada pelas forças espanholas que ocuparam o forte e assumiram a autoridade até à pacificação do conflito, permanecendo a foz do Douro bloqueada pelas frotas inglesas.
 
   Ele há coisas "do arco da velha"!  
 
Ora apreciem este fascinante Vira do Alto Minho, interpretado pelo magnífico rancho minhoto "Maria da Fonte"
 
 
BIROUE; CUM CATANO! INTÉ REPENICA!
 

sábado, 12 de novembro de 2016

O "Mata Sete"

 
(Edward Munch - Vampiros)
 
"No mesmo documento, emitido através do site da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, o Sporting informa que foi constituída uma hipoteca sobre o direito de superfície do Estádio José Alvalde e do edifício Multidesportivo pelo BCP e BES, os bancos financiadores do Sporting." (Diogo Cavaleiro, Negócios)
 
 
PS: Onde terão ido parar os 5 mil milhões de dólares americanos que desapareceram do BESA?

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Empate com borbulhas!

  
 
  
Consta que o Porto foi superior em quase todo o jogo e que foram as estratégias dos Treinadores a ditar o resultado final; um empate com sabor a vitória para o Benfica e com travo a derrota para o Porto. Este, num processo aparente de recuperação competitiva na sequência de alguns resultados menos maus, em especial na Liga dos Campeões, "obrigado a vencer" para convencer; aquele, numa sequência invulgar de vitórias, confortavelmente instalado na sua correspondente vantagem pontual.
 
   Competia ao Porto fazer as "despesas" do jogo. E fez; mas não conseguiu "matar" o jogo, porque receou o Benfica. E tinha razão; ao cair do pano, ao já célebre minuto 92, os "diabos vermelhos", num lance brilhante, marcado pela serena determinação e o talento de André Horta - o jogador-adepto - e  de Lisandro Lopez - o substituto do Capitão -, os encarnados estabeleceram o empate, para desespero de Casilhas e seus companheiros.
 
   O centro de Horta ilustra uma das formas mais eficazes de bater as defesas sobrepovoadas na zona da área; trajetória alta, força q.b., precisão milimétrica e um cabeceador a preceito. O destino da bola é só um e é traçado pelo lançador; o fundo das redes adversárias. E assim foi; a bola, sorriu para Casilhas e foi à sua vida.
 
   A equipa do Benfica, fustigada por intermináveis lesões, apresentando-se com duas baixas de peso - Grimaldo e Fejsa -, jogou um futebol conservador, que lhe ia saindo caro. Sendo possível fazer diferente, nunca saberemos se tal traria melhor resultado.
 
   Algo surpreendentemente, consta que Artur Soares Dias, adepto portista, fez um bom trabalho. Aleluia! Esperemos que seja um exemplo dos novos tempos do futebol nacional.
 
   Com este resultado o Porto continua na corrida e o Benfica mantém o élan.
 
   Nas modalidades; vitória do Benfica no basquete, no hóquei em patins - em jogo internacional -, no voleibol e no andebol. Empate no futsal em casa com a equipa do Braga, que me parece ter merecido o resultado. Empate da equipa B de futebol deixando escapar, aparentemente por razões táticas, uma vitória que parecia certa, para um adversário que o mereceu. Enfim; mérito aos adversários e mais e melhor trabalho na agenda dos encarnados.
 
  Noutra latitude, o Sporting voltou às vitórias com uma confortável vitória caseira sobre a instável - esta época - equipa do Arouca. Relata a imprensa cenas graves, passadas após o final do jogo na zona dos balneários entre dirigentes dos clubes envolvidos. Esperemos que, desta vez, as autoridades desportivas sancionem exemplarmente os causadores dos graves distúrbios, evitando cair na tentação da relativização do caso, como aconteceu na época passada, inúmeras vezes, sobretudo, relativamente aos dirigentes sportinguistas. A ver vamos.
 
PS1: Parece que não há forma de os clubes se protegerem contra os incómodos causados por adeptos adversários que, numa demonstração de anti desportivismo, se empenham em desgastar os jogadores contrários, impedindo-os de repousar nas vésperas dos confrontos. Foi o que aconteceu à equipa do Benfica na noite que antecedeu o jogo. Evidentemente que as autoridades têm uma palavra a dizer; até porque a lei existe, é clara e é para cumprir.  
 
 PS2: Deplorável foi o comportamento da Sport TV por não se ter dignado a mostrar qualquer plano dos adeptos do Benfica durante o jogo; uma atitude incompreensível, na linha de processos de manipulação da opinião pública deploráveis, que, com o novo arranjo empresarial do grupo a que pertence e as experiências do passado, se esperava erradicado. Puro engano; há certa gente que teima em contaminar o desporto nacional. Para vergonha de todos nós.
 
Força Benfica!

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Benfica-Dinamo de Kiev

 


   Exibição sóbria e suficiente do Benfica conquistando os três preciosos pontos e reforçando a sua candidatura à passagem aos oitavos de final.

Matreiros e medrosos, os ucranianos formaram um bloco recuadíssimo, em 4141, esperando um Benfica mais afoito e descuidado permitindo os seus contragolpes a partir das alas. Que me lembre, fora o penalti, os ucranianos não criaram grande perigo para a baliza de Ederson.
 
Os encarnados mostraram-se seguros na manobra defensiva mas incompreensivelmente  ingénuos no ataque ao insistirem nas diagonais interiores em direção à floresta de pernas que os aguardava. O caso é que não dispunham de espaços para evoluir, restando-lhes recorrer às transições rápidas, aos lances de bolas parada, à meia distância e ao jogo aéreo. Foi um canto que proporcionou o penalti devido ao muito respeito que Luisão continua a infundir aos adversários, nestes lances. Na segunda parte, o Benfica, atacou mais pelas alas e o perigo rondou a baliza dos ucranianos por várias vezes. Mitroglou poderia ter marcado em três excelentes contra ataques, deixando a ideia de estar algo cansado. Cervi e Sálvio fizeram "miséria" pelas laterais e foram bravíssimos no apoio defensivo "cortando" variadíssimos lances ofensivos ao adversário. Já o jogo aéreo ofensivo foi quase nulo, mas a meia distância...valeu o bilhete do jogo! Gonçalo Guedes, em posição frontal, na sequência de um movimento vertical, arranca poderosíssimo remate que parecia capaz de arrancar a trave! Fantástico! Devia valer meio-golo! Estes lances são o fascínio, a alma, do futebol; o resto é atletismo! A certa altura pareceu-me que o meio campo encarnado estava um pouco "macio" apesar da excelente exibição de Pizzi; talvez tenha sido essa a justificação para a entrada de André Almeida e a saída de Gonçalo Guedes.
 
Julgo que o penalti contra os encarnados foi algo forçado, mas aceita-se; Ederson descuidou-se um pouco na saída, mas emendou com uma grande defesa. Aqui chegados, gostava de saber como fez; se escolheu o lado previamente ou percebeu a direção da bola pela observação do avançado.
 
Jimenez jogou pouco tempo mas deu boas indicações. Bem precisa, a equipa. Nem sempre as coisas correm bem a Mitroglou.
 
Dramática foi a lesão de Fejsa na sequência de entrada "assassina" de um adversário. Já vi tanta coisa no futebol que me pergunto se não terá sido encomendado. É que o caso do Rodrigo ainda está fresco na minha memória.
 
Venha o dragão!
 
PS1: A equipa de basquete do Benfica acabou de vencer a do Bruxelas, na Bélgica, exibindo-se a bom nível, com Carlos Morais a dar "cartas", num jogo fluido e eficaz.
 
PS2: Rui Silva, a última estrala de atletismo do Sporting, ingressou nos quadro do Benfica, com a dupla missão de atleta e técnico. Oxalá tenha sorte. Força!

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

domingo, 30 de outubro de 2016

Hino ao Hóquei!

 
 
 
 
Um golo do outro mundo!
 É o Benfica!

sábado, 29 de outubro de 2016

Categórico!

 
 
   Foi um Benfica categórico que venceu sexta-feira passada o Paços de Ferreira por 3-o no estádio da Luz; a equipa mostra-se concentrada, generosa, solidária, talentosa e determinada. O setor defensivo está fortíssimo e do meio-campo para a frente os automatismos ganham forma. Feysa é um "relógio" a fechar linhas e a fazer dobras, com "limpeza"; Pizzi revela-se "playmaker" graças à sua cultura tática, inteligência emocional e qualidade técnica; "Nitro" esteve muito dinâmico e foi decisivo nos dois primeiros golos; Cervi envolve-se cada vez mais no trabalho de equipa; Sálvio faz sempre "lenha" desta vez acrescentou um magnífico golo aparecendo no local certo, no momento certo, fuzilando a baliza para o segundo, após inteligente movimento de "Nitro". Gonçalo Guedes foi, sem dúvida, o homem do jogo; varrendo toda a frente de ataque de forma avassaladora, sempre na direção da baliza, com a força de um buldózer!, o seu golo constituiu um momento de grande fulgor; um remate poderosíssimo, a culminar triangulação perfeita com Cervi e "Nitro", a que o magnífico Defendi  não conseguiu responder a tempo. Achei graça ao movimento do braço esquerdo do Guedes precedendo o remate; a ampla rotação do braço esquerdo permite-lhe equilibrar o corpo e concentrar o seu peso na perna esquerda transferindo a força equivalente para a perna que faz o remate. Impressionante e, creio, único; nunca vi tal! A técnica de Eusébio era outra. Desferido o remate, o corpo de Guedes desmancha-se todo! Bem, já tinha percebido os dotes de Guedes quando jogava  ainda nos juniores, onde fazia golos de forma inesperada e de sítios improváveis. Não tem medo da baliza e é muito difícil de derrubar no ombro a ombro, tal como Witsel e como era Figo.
 
   Ederson cometeu um erro que poderia ter sido fatal ao sair mal num canto, deixando a baliza desamparada; felizmente que o avançado do Paços falhou o chapéu! Fantástico no jogo aéreo e a sair da baliza, Ederson tem um pontapé tremendo capaz de, sem grande esforço, levar a bola à baliza contrária! Tendo em conta que no pontapé de baliza não há fora de jogo, esta pode e deve ser uma arma para descongestionar o jogo dos adversários no meio-campo, abrindo espaços para a movimentação dos avançados.
 
   O Paços correspondeu à sua habitual e louvável postura disputando o jogo em todo o campo com lealdade e determinação. Respeitou os espectadores e, em contrapartida, ganhou o respeito destes. Parabéns a Carlos Pinto pela postura, que deveria servir de exemplo aos colegas. Só assim o futebol atrairá espectadores e financiamento.
 
   Do árbitro, nada relevante a assinalar; um cartão amarelo por mostrar ao Paços e um fora de jogo duvidoso ao mesmo Paços.
 
PS1; Na Youth League, no Seixal, os juniores deixaram fugir a vitória sobre o Atlético de Madrid, já na ponta final do jogo, quando venciam por 3-1, acabando empatados por 3-3. Um jogo equilibrado que, ainda assim, poderia ter pendido para os encarnados já nos descontos, houvera um pouco mais de serenidade no momento da finalização, onde o 4º esteve à vista.
 
PS2: Refere a imprensa que a Telma preteriu uma oferta de 20 mil euros por mês por emissários do Sporting em favor dos 5 mil euros que passou a auferir no Benfica. Isto é comovente! A Telma trocou 15 mil euros mensais pelo afeto dos benfiquistas! Admirava-a pela sua tenacidade, talento e coragem, demonstrados por muitos anos de trabalho árduo. Passei a admirá-la ainda mais. Pela parte que me toca estou-lhe reconhecido; ficará cá ,num daqueles lugarzinhos especiais reservados aos grandes atletas do Benfica.
 
PS3: Depois do trabalho, lá fui votar em Filipe Vieira no ato eleitoral que, surpreendentemente, dizem ter sido o mais concorrido. Tudo muito bem preparado; ainda pensei fazer uma "palhaçadas" para a câmara da BTV, mas faltou-me a determinação! A viagem de regresso era longa e não fiquei para assistir à tomada de posse. O grande desafio de Vieira neste 4º mandato consiste em reduzir o passivo sem prejuízo da capacidade competitiva. Basta para fazer um grande mandato. A estabilidade imbuída de espírito inovador permite a todos focarem-se no essencial com empenho e satisfação.
 
 

 
 
Força Benfica!


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

O encanto da bola!

 
 

Aurélio Buta acabado de entrar na equipa, faz o 2º golo do Benfica num lance repleto de velocidade, força e precisão! Não é para qualquer um.
 
 
 
Neste jogo, de realçar também o excelente golo de João Teixeira!
 
Grande salto qualitativo da equipa B encarnada face à época anterior!
 
 
Retrospetiva de Aurélio Buta, pelo DN