Desporto

domingo, 11 de dezembro de 2016

Benfica-Sporting (2-1)

 
  
 
   E os três pontos ficaram na Luz. E bem! O Benfica foi a equipa mais eficaz; jogou com garra, teve talento para fazer dois excelentes golos e beneficiou de alguma sorte.
 
   A equipa do Sporting apresentou-se determinada, muito compacta, exibindo grande qualidade de passe, pressionando o Benfica com grande intensidade, procurando marcar cedo. A perder por 1-o, os verde brancos vêm para a segunda parte decididos a virar o jogo, dominando o medio campo e aumentando a intensidade do jogo. A "sorte" esteve no poste esquerdo da baliza de Ederson, que, por sinal, não mudou de posição; já lá estava. Nos outros casos, Ederson esteve à sua altura. Honra lhe seja feita; a equipa do Sporting mostrou um futebol de grande qualidade, não tanto no setor ofensivo, apesar da determinação.
 
   Fejsa, Guedes e Pizzi, deram muita luta ao meio campo do Sporting, ficando a ideia de algum défice de músculo e pulmão naquela zona. Foi uma equipa de mangas arregaçadas, com grande disponibilidade física e mental, que nunca deu descanso aos adversários. Notei evolução tática, relativamente aos últimos jogos; como a equipa adversária pressionava muito à frente, Ederson colocava a bola diretamente nos avançados. Falta melhorar o posicionamento destes e a precisão do passe. É suficiente para deixar o adversário inseguro e suscitar oportunidades ofensivas. Mas também reparei na displicência na cobertura do corredor direito, que já se verificara com o Besiktas e o Nápoles; Uma faixa com cerca de 20 metros à responsabilidade,quase exclusiva de Nelson Semedo. Um erro incompreensível. Com a saída de Sálvio e a entrada do veloz e forte Campbell, o golo não tardou! Neste lance esteve também patente outra deficiência tática frequente; Campbell passa por Cervi e Fejsa saindo-lhe ao caminho Nelson - que se esqueceu de esticar a perna no momento do cruzamento - enquanto aqueles ficam parados a ver o lance quando um deles devia ter feito a dobra ao Nelson.  Ora Luisão, deslocou-se para fazer a dobra deixando Dost sem marcação para um golo fácil ao excelente centro de Campbell. Uma grande equipa não comete erros destes. Tenham lá paciência. Com o estrago feito Rui Vitória equilibrou o flanco deslocando Rafa, o único com pernas para Campbell, para lá. Cérvi  trouxe grande consistência ao flanco esquerdo, defendendo, mas sobretudo lançando o pânico no corredor, com sucessivas fintas  sobre os defesas contrários. Notou-se, por várias vezes, a falta de referência na área.
 
   Ederson esteve fantástico; Luisão e Fejsa também; Lindeloff teve uma branca no golo de Dost; André lutou muito e não comprometeu,;Pizzi foi clarividente e lutador tendo-lhe faltado a força já na ponta final; Sálvio, sempre muito marcado, lutou muito e fez um golo fantástico; Guedes foi tremendo a defender a assistir, Jimenez, fez um golo magnífico; Cervi dinamitou a defesa verde-branca; Danilo ajudou a fechar o meio-campo sendo decisivo nalguns lances defensivos e Samaris entrou para dar "oxigénio" ao meio-campo.
 
   Jorge de Sousa consentiu o jogo faltoso dos jogadores do Sporting omitindo a sansão disciplinar - William e Adrien são inimputáveis -, cortando vários lances ofensivos ao Benfica com decisões polémicas e ajuizando mal vários lances de canto, com prejuízo para o Benfica. Nos lances em que Jorge Jesus pede grande penalidade, não tem razão; num é bola no ombro e Nelson tem o braço junto ao corpo, noutro há contacto ligeiro da bola no braço de Pizzi no seguimento do cabeceamento de Lindeloff à entrada da área, a cerca de um metro de distância; nem há intenção de Pizzi jogar a bola com a mão, nem a bola segue para a baliza, nem há nenhum adversário por perto. Coates também escapou ao castigo a lance idêntico.
 
   Nota para o mau perder de Jorge Jesus, que insistiu na tecla do árbitro, como é costume. Quando muito, poderá queixar-se da sorte do jogo. É o futebol. E o Benfica mereceu a vitória.
 
Força Benfica!

PS: Faltou referir outra falha tática dos encarnados; os jogadores, geralmente, seguem a bola, falhando a marcação em zonas críticas. Aconteceu neste jogo em que bastas vezes deixaram William e Adrian soltíssimos no meio campo ofensivo! Um descuido fatal, contra grandes equipas, que demonstra a fraca consolidação tática da equipa.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

A dura realidade

      

   Tinha baixas espetativas para este jogo do Benfica com o Nápoles; no jogo em Itália ficou clara a diferença de qualidade entre ambas. Esta equipa napolitana tem todas as virtudes do futebol italiano; taticamente irrepreensível, qualidade individual muito alta e homogénea, elevada e persistente concentração e domínio total dos truques úteis. Apesar de tudo, quando pressionada, comete erros; tinha-se verificado isso mesmo na ponta final do jogo em Nápoles e confirmou-se nos últimos minutos do jogo agora findo. Movimentação, passe, intensidade e sincronismo estiveram muitos furos acima do que a equipa do Benfica mostrou durante os noventa e três minutos.

   Visto isto, a vitória dos italianos não tem contestação, felicitando-se os encarnados pelo apuramento para a fase seguinte, muito graças ao brio dos ucranianos do Dínamode Kiev. Algo que parecia inalcançável nas primeiras jornadas do grupo. Este é o mérito. Tenhamos em conta que, salvo nos anos dourados do Benfica e, mais tarde, do Porto, o futebol português sempre esteve num patamar inferior ao do italiano. 

   Contudo desgostou-me a forma como fomos derrotados; sem intensidade, empastelando o jogo com passes dormentes para o lado e para trás, renunciando à procura de roturas, de verticalidade! Era por aqui que se abririam brechas no tremendo bloco defensivo contrário. Sem bola, em menos dum fósforo os napolitanos posicionavam-se frente à sua área em 442. Os nossos extremos, além do marcador direto tinham mais dois à dobra; um na linha, outro por dentro! É obra! Besiktas, Marítimo e Moreirense fizeram o mesmo. É necessário mudar algo. O quê? Renato Sanches deixou um vazio impreenchível apesar de todo o génio de Pizzi; Renato, inderrubável no um para um, fechava espaços, recuperava a bola, protegia-a, transportava-a, distribuia-a e rematava-a...para golo! Galvanizava os colegas. Gaitan era o "abre-latas" capaz de passar por dois ou três adversários, várias vezes, e cruzar com precisão, resolvendo um jogo. Não tem seguidor à altura. Para mim, era óbvio que, com avançados rápidos, os defesas encarnados deveriam ter optado por lançamentos longos e precisos para as costas dos defesas contrários, aproveitando os períodos em que os napolitanos subiam à área encarnada com cinco, seis jogadores. Foi o que aconteceu no golo do Jimenez; o defesa falhou o corte! Isto revela, reiteradamente, a incapacidade da equipa, durante o jogo, procurar novas soluções para novos problemas. É o que distingue as boas, das grandes equipas.

   O primeiro golo resultou da lentidão de Lindeloff em reagir ao movimento inteligente e rapidíssimo do avançado; quando arrancou já tinha meio metro de atraso. Deve ter a cabeça noutro lugar. Ederson nada podia fazer. E fez muito em várias ocasiões. O segundo golo resultou da apatia geral dos defesas com a maior responsabilidade a caber a Luisão. "Adormeceu", quando esticou a perna, já lá não estava a bola. A retificar. Por vezes percebeu-se a falta de referência na área; nenhum avançado tem o dom da ubiquidade. Jimenez esteve bem, tal como Semedo. Muita cerimónia geral ao visar a baliza contrária; péssima qualidade na marcação dos cantos, frequentemente, má leitura de jogo. Cansaço? Falta de consolidação tática? Défice de conhecimento? Não sei. Nos sessenta minutos iniciais do jogo com o Besiktas na Turquia vimo-los praticar um futebol de alto gabarito. Serão dias? Treinadores pachorrentos criam equipas pachorrentas? O futuro dirá; mais uma vez.

   Fui ouvindo os comentadores da BTV e discordo veementemente da cultura da apologia incondicional da equipa e do clube. Não vale a pena tentar fazer passar a ideia de que tudo está bem e que as críticas não são benvindas! Sem crítica não há evolução! Não esquecer! E tal não significa desamor; pelo contrário. Falo de crítica construtiva e não de maledicência, intriga ou verborreia. 

   Força Benfica!

PS: No lance do golo do Benfica,  a perda de bola do defesa do Nápoles é tão patética e a passividade do Reina é tão evidente, que me pergunto se não terá sido voluntariamente consentido. 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

CO2+T=desenvolvimento florestal



Eustaquio Segrelles  - Eustaquio Segrelles del Pilar _ paintings _ artodyssey 

"O aumento da concentração de CO2 na atmosfera associado ao aumento da temperatura da Terra, acelera a reprodução vegetal, permitindo a arborização das zonas áridas."

https://wattsupwiththat.com/2016/12/05/co2-good-or-bad/

sábado, 3 de dezembro de 2016

Encostados na frente

  
 
 
   Ouvi o relato na rádio e o comentários na BTV. Os jogos na Madeira, seja com que clube for, são sempre difíceis. Assim foi com este em que o Marítimo infligiu a primeira derrota ao Benfica, no campeonato em curso. Certamente que haverá deficiências a apontar aos encarnados, jogadores e equipa técnica; remates à baliza foram muitos, ora defendidos pelo guarda redes adversário, ora falhando a baliza. Haverá certamente algum mérito do lado dos verde rubros; marcar dois golos num jogo a esta equipa do Benfica não é tarefa fácil, e a sorte não entra nestas coisas. 
 
   Há porém padrões detetáveis por quem já viu muito futebol. Vasco Santos, árbitro portista regressado de longa travessia no deserto mas conhecido pelas tropelias anti Benfica que protagonizou no passado, consentiu o primário antijogo dos jogadores do Marítimo, com muita violência e múltiplas paragens por simulação de lesões. É um facto que esta é uma característica persistente do futebol nacional só justificável pela teia de interesses que disso tira partido. É a diferença de qualidade resultante da falta de meios e da tacanhez de alguns técnicos que está na origem da tática do antijogo. Devem definir-se critérios mais exigentes e canalizar meios de financiamento dos clubes mais pequenos, a partir das receitas do futebol europeu e nacional. 
 
   Fechar espaços, num 7-3-0 recuado, é feio, mas admite-se; simular sucessivas lesões e praticar jogo violento ainda é mais feio, mas até compreende. O que não se compreende é a displicência do árbitro, ou melhor; compreende-se na perspetiva da "armadilha" a que, na sequência da da época passada - sem sucesso, neste caso com o Veríssimo como protagonista - foi submetida a equipa do Benfica. São demasiadas coincidências, vejamos; Filipe Vieira é castigado trinta dias praticamente na véspera, com justificações absurdas, Meirim veio a público dizer que nada teme e que o processo de inquérito de Bruno de Carvalho pelo incidentes no túnel de alvalade vai levar meses - entenda-se, nunca no decurso do presente campeonato -, os processos interpostos pelo Benfica contra dirigentes leoninos estão engavetados por falta de pessoal, o Boavista vê o golo do empate não validado, no jogo contra os leões, tendo jogado desfalcado de cinco jogadores - salvo erro -, castigados no túnel do Bessa por desacatos provocados pelo guarda-redes do Vitória de Guimarães - que parece ter um acordo qualquer com o Sporting -, O Vitória de Setúbal também jogou contra o mesmo Sporting desfalcado de vários jogadores. No âmbito do futsal e da pseudo confusão dos títulos o comportamento da FPF  tem sido miserável. O caso do arranjo de jogos que veio a público na época passada, foi silenciado. Do doping, deixou de haver notícias desde a guerra de Horta com Madail. Há dinheiro a rodos no Sporting desconhecendo-se a sua proveniência mas comprometendo um banco sob garantia do Estado - banco que está à venda e apresentou em 2015 um prejuízo superior a 800 milhões de euros, com a curiosidade do silêncio de Helena Roseta e Ana Gomes, tão prestimosas a atacar o Benfica por bagatelas.
 
   Tendo em conta o que se passou no último terço da época anterior, parece que o Sporting vai de passeio até final desta. É demasiado óbvio. Tal como é demasiado óbvia a inação das instituições desportivas e judiciais. Bem sabemos que os verde-brancos estão falidos e concordamos na sua recuperação, mas não atropelando os outros clubes criando-lhe sucessivas dificuldades artificiais.
 
   No meio de tudo isto, julgo que é altura de os dirigentes do Benfica reverem a sua estratégia de ação. É necessário mais firmeza na defesa do clube e talvez seja altura de questionar publicamente as instituições acerca do seu interesse na participação das equipas do Benfica nas provas nacionais. Da retórica progressista vingou a hostilidade aos encarnados pela associação ao Estado Novo, que sistematicamente tem sido feita, seja pelos seus adversários, seja pelos políticos que necessitam de um símbolo do mal para se apresentarem como salvadores do povo e paladinos da democracia e da liberdade. Tal como referiu Alçada Batista relativamente a cada um de nós, também as democracias necessitam dos seus pobrezinhos.
 
Força, Benfica! 

PS: Quebras de rendimento nos jogos anteriores e posteriores a compromissos europeus, são habituais e sucedeu também neste caso. No entanto confirmaram-se as minhas suspeitas relativamente aos jogos Porto-Braga e Sporting-Setúbal de sábado; Carlos Xistra entregou a vitória aos azuis  expulsando um adversário e prolongando o jogo até marcarem o golo da vitória; quanto ao Sporting, beneficiou de um vitória desfalcado em ritmo de passeio. Por alguma razão os clubes beneficiados apoiam Pedro Proença, o árbitro que, com erros grosseiros, impediu  o Benfica, por várias vezes, de ser campeão.
   Não tem nada que saber; castigando-o, impedem Filipe Vieira de protestar na fase em que decidiram "arrumar" com o Benfica. No entanto, é preciso erguer a voz na defesa do clube, dos adeptos e do futebol, que teima em não sair do lamaçal

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Ressaca da Liga dos Campeões!

  
 
  
 
   Uma vitória que, apesar de categórica, revelou algumas deficiências e descontrolo, fatais com equipas de outro nível.
 
   O Moreirense foi à Luz jogar fechadinho no seu meio-campo, garantindo superioridade numérica na disputa da bola, não descartando qualquer oportunidade para subir à área encarnada e visar a baliza. Algo que ocorreu três ou quatro vezes durante o jogo, infrutiferamente, desta vez. Louve-se-lhes a disponibilidade física, a boa circulação de bola e a resiliência por nunca terem desistido de procurar o golo.
 
   A equipa do Benfica pareceu-me muito trapalhona, principalmente na primeira meia-hora, algo atabalhoada, sem fluidez de jogo, com o corredor direito bloqueado e o esquerdo inativo, dificuldade dos jogadores em soltarem a bola, prevalecendo o esforço individual, eventualmente devido ao sobrepovoamento adversário das zonas críticas, forçando uma dinâmica inconsequente. No jogo aéreo, Makaridze, reinava, o que não impediu os avançados encarnados da insistência no jogo alto. Na direita, Sálvio era brindado com três ou quatro "polícias", a ala esquerda não "carburava e a tendência era para o afunilamento e a cerimónia no remate, dada a floresta de pernas na zona. Enfim, finalmente, num movimento amplo, em jogada de envolvimento, Pizzi, o "homem do jogo" aparece na zona frontal livre de marcação, à entrada da área, a finalizar o cruzamento rasteiro da esquerda, enganando Makaridze com grande categoria. O segundo golo resulta de uma bela jogada coletiva em profundidade, com pormenores táticos e técnicos muito bonitos. No terceiro golo destacou-se a velocidade supersónica de Rafa a responder a um lançamento vertical de vinte a trinta metros de...Pizzi, ganhando o sprinte ao guarda-redes adversário, tendo optado, mal, pelo remate, já com dois defessas na frente; Jimenez concluiu, com grande sentido de oportunidade, à ponta de lança. Este movimento de Rafa terá sido o que Rui Vitória pretendeu induzir com a sua entrada no jogo da Turquia. Pizzi assume-se cada vez mais como patrão da equipa; Cérvi faz um trabalho defensivo tremendo, tal como Sálvio. André Almeida não comprometeu, apesar de "algo enferrujado" e a fava, desta vez, calhou ao Eliseu. Jimenez precisa de jogar mais para melhorar a precisão das movimentações na frente de ataque onde provoca grande desgaste às defesas.
 
   Enfim, fiquei com a ideia de que alguns jogadores poderão estar a acusar fadiga mental.
 
   Nada de relevante a assinalar relativamente ao árbitro.
 
   Bem os Técnicos e Dirigentes do Moreirense nas declarações referindo o essencial, abdicando da habitual "conversa mole". 
 
   PS1: Consta-se que terá havido prémios extra aos jogadores do Moreirense; nada surpreendente tendo em conta o que sucedeu na época transata. Veremos se o padrão se repete. O certo é que há demasiadas "anormalidades" em torno do Sporting; dinheiro a rodos de origem desconhecida, processos que ficam na gaveta dos órgãos jurisdicionais desportivos ou concluídos com sanções ineficazes em razão da demora, adversários dizimados por exclusões em jogo precedente com golos regulares não validados. A tudo isto, acrescente-se a rábula que foram os jogos com o Real Madrid, indiciando o envolvimento de "gente graúda" ao nível dessa entidade "impoluta" que é a UEFA e a FPF. Lembremo-nos ainda das cegadas do futsal, do castigo a Vieira e das recentes declarações de Meirim. Ainda quanto ao Moreirense, é um caso a acompanhar tendo em conta a saída de Pepa e a entrada de Inácio para o comando técnico da equipa. A verdade é que me parece ter já visto este "filme" antes. Há indícios de um planeamento extensivo, meticuloso e inescrupuloso para levar o Sporting ao título e não creio que seja da autoria de Bruno de Carvalho. Julgo que é casso para a PJ entrar em ação.
 
   PS2; O Benfica reclama mais dinheiro da NOS, que recusa numa primeira fase, sugerindo uma comissão independente para estudar o assunto. Mais uma vez o clube encarnado funciona como ganha pão dos principais rivais. É bom que faça valer a sua força e não vá em conversas.
 
PS3: Fantástica a equipa de andebol ao bater a forte equipa polaca, muito graças ao acerto de José Figueira, passando à fase seguinte.
 
PS: Os Bês encarnados perderam em casa, ingloriamente, uma vez que jogaram para ganhar. É forçoso trabalhar a eficácia.
 

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

O Adamastor: CARTA ABERTA AO REI DE ESPANHA

"Não, aquilo que me leva a não lhe dar as boas vindas tem a ver com o facto da Coroa e da República Espanholas, não terem restituído a Portugal a portuguesíssima vila de Olivença e seu termo, que ocupam ilegalmente, “manu militare”, desde 1815 (eu diria, desde 1807). V. Majestade sabe certamente os contornos do caso e tem seguramente à mão, excelentes diplomatas e historiadores que lhe podem dar conta dos pormenores." (João José Brandão Rodrigues, Adamastor)"


O Adamastor: CARTA ABERTA AO REI DE ESPANHA:

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