4R - Quarta República: PAEF: faltam ainda 5 avaliações, não esquecer...: 1. Num impressionante paradoxo, esta fase de efervescência política em Portugal surge num momento em que a economia começa a dar sinais de ...
sexta-feira, 5 de julho de 2013
4R - Quarta República: PAEF: faltam ainda 5 avaliações, não esquecer...
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quinta-feira, 4 de julho de 2013
Má Despesa Pública: Os nossos responsáveis políticos são piores que gr...
Má Despesa Pública: Os nossos responsáveis políticos são piores que gr...: Desde que o Má Despesa Pública arrancou que temos apresentado vários casos que mais parecem saídos do estereótipo da governação e da má...
quarta-feira, 3 de julho de 2013
L&LP (Livre & Leal Português): Desculpem o meu francês... (agora sou passista)
L&LP (Livre & Leal Português): Desculpem o meu francês... (agora sou passista): Nas crises é que se vê quem tem TOMATES. Gaspar e Portas mostraram que não têm: o primeiro não aguentou que lhe cuspissem para cima num sup...
segunda-feira, 1 de julho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
ESTA NOITE, A LIBERDADE!
O título é de uma obra apaixonante que relata a epopeia de Gandi na luta sem tréguas que travou pela independência do seu povo, que constituíu o princípio do fim do império inglês. Serve de metáfora à recuperação pelo Benfica da posse dos seus direitos desportivos, pois, além de representar a sua própria "libertação", poderá vir a ser o princípio do fim do império portista.
De facto, o advento da democracia em Portugal, induziu, no desporto em geral e no futebol em particular, um paradoxo, visto que a suposta democratização das instituições desportivas assegurou o domínio das respetivas superestruturas pela maior associação desportiva do país, donde resultou uma gestão pseudo-tolatitária das mesmas em proveito dos associados desta. Tal é a evidência da composição dos quadros competitivos principais e das correspondentes classificações. No fundo é, nada mais nada menos, que a antítese do processo democrático, apesar de os beneficiários do "sistema" afirmarem, precisamente, o contrário.
Este domínio, beneficiando da convergência de interesses vários, nomeadamente económicos e políticos, estendeu-se a múltiplas áreas, entre as quais a da comunicação social e em particular da TV, onde o escandaloso monopólio da Olivedesportos permitiu influenciar a competitividade dos clubes concorrentes pela via económica, da qual tem beneficiado, ostensivamente, um dos participantes; o Futebol Clube do Porto!
Exaurido financeiramente na vã tentativa de combater aquele domínio, sucessivamente afastado dos lugares cimeiros da tabela classificativa pelos calheiros desta vida, também o Benfica, apesar da sua grandeza, caíu nas garras de gente sem escrúpulos, vendendo a alma de todos os Benfiquistas por meia-dúzia de tostões, vitais, à época!
Este evento resgata o orgulho, a alma Benfiquista, constituindo a demonstração da força do Benfica, o corolário de uma longa e dura batalha pela liberdade e, simultâneamente, ao abanar um dos principais pilares em que tem assentado o domínio portista.
É, estou convicto, o princípio do fim de uma era no futebol português; uma era em que o espectador, pela simples observação dos jogos se apercebe da falta de lealdade em muitos deles e, por consequência, se vai afastando dos estádios, enquanto, irónicamente, os corruptos celebram as vitórias da vergonha.
Hoje, todos os clubes passaram a ter uma alternativa à comercialização dos seus direitos desportivos donde resultará maior competitividade ao futebol nacional.
Agradeço aos dirigentes do meu clube e em particular, ao seu Presidente!
De facto, o advento da democracia em Portugal, induziu, no desporto em geral e no futebol em particular, um paradoxo, visto que a suposta democratização das instituições desportivas assegurou o domínio das respetivas superestruturas pela maior associação desportiva do país, donde resultou uma gestão pseudo-tolatitária das mesmas em proveito dos associados desta. Tal é a evidência da composição dos quadros competitivos principais e das correspondentes classificações. No fundo é, nada mais nada menos, que a antítese do processo democrático, apesar de os beneficiários do "sistema" afirmarem, precisamente, o contrário.
Este domínio, beneficiando da convergência de interesses vários, nomeadamente económicos e políticos, estendeu-se a múltiplas áreas, entre as quais a da comunicação social e em particular da TV, onde o escandaloso monopólio da Olivedesportos permitiu influenciar a competitividade dos clubes concorrentes pela via económica, da qual tem beneficiado, ostensivamente, um dos participantes; o Futebol Clube do Porto!
Exaurido financeiramente na vã tentativa de combater aquele domínio, sucessivamente afastado dos lugares cimeiros da tabela classificativa pelos calheiros desta vida, também o Benfica, apesar da sua grandeza, caíu nas garras de gente sem escrúpulos, vendendo a alma de todos os Benfiquistas por meia-dúzia de tostões, vitais, à época!
Este evento resgata o orgulho, a alma Benfiquista, constituindo a demonstração da força do Benfica, o corolário de uma longa e dura batalha pela liberdade e, simultâneamente, ao abanar um dos principais pilares em que tem assentado o domínio portista.
É, estou convicto, o princípio do fim de uma era no futebol português; uma era em que o espectador, pela simples observação dos jogos se apercebe da falta de lealdade em muitos deles e, por consequência, se vai afastando dos estádios, enquanto, irónicamente, os corruptos celebram as vitórias da vergonha.
Hoje, todos os clubes passaram a ter uma alternativa à comercialização dos seus direitos desportivos donde resultará maior competitividade ao futebol nacional.
Agradeço aos dirigentes do meu clube e em particular, ao seu Presidente!
sexta-feira, 28 de junho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Os inimigos do Benfica
Há muito que denunciei a "santa aliança" entre a PT, a ZON e a Sportinvest, patrocinada pelo atual governo através de Miguel Relvas, percebendo, desde logo, a trama que agora se revelou. Perante o "cheque" dado pelo Benfica à Olivedesportos reagiu esta com os seus aliados de sempre, constituindo um monopólio na área das transmissões de competições desportivas, com o propósito de impedir o Benfica de vender os seus jogos em mercado aberto. Estão lá todos; Belmiro de Azevedo, Dos Santos (Zon), PT, BES e BCP (estes dois últimos ainda que indiretamente; aquele, acionista das SAD dos três grandes, este, fundado pelo Amorim, seu ex-administrador, tal como Alípio Dias, ambos membros do Conselho Consultivo do FCP, tal como Azevedo. Consta ainda que aqueles bancos perdoaram cerca de 100 milhões de euros de dívida à Controlinveste tendo convertido cerca de mais 130 ME em participações sociais. Foram também estes bancos, que, salvo o erro, "entalaram" Vale e Azevedo congelando as contas do Benfica, quando aquele ameaçou destruir os que viriam a ser os alicerces do império Oliveira em proveito do Porto. São estas as forças que estão por trás do Pinto e que se opõem ao sucesso desportivo do Benfica, pela aspiração de subjugarem o país aos seus interesses, que dizem ser os da região norte. Lá bem em frente ao Estádio da Luz, está um dos símbolos desse poder, o Colombo, que, também por esta via, permite aos inimigos do Benfica tirar proveito financeiro dos seus adeptos. E quanto mais levarem, menos sobra para o Benfica! Essa é que é essa!
Espero que os dirigentes do Benfica não cedam a este ataque; não faltarão clientes; as soluções hão-de aparecer. E mesmo que não aparecessem, seria preferível não as vender a essa gente; encher-se-ia o estádio, far-se-ia um rombo na STV, levantar-se-ia o orgulho dos benfiquistas e chamar-se-ia a atenção da comunidade internacional para a disfunção democrática que se vive em Portugal.
De todo o modo, compete à Direção do Benfica, à semelhança do que fez o Presidente da Liga - com sucesso num primeiro processo -, fazer queixa a quem de direito contra abuso de posição dominante e monopólio, invocando os seus direitos constitucionais, tal como deveria ter apresentado queixa no Ministério Público contra incertos, relativamente ao jogo Paços de Ferreira - Porto, no qual as incidências do jogo e acontecimentos posteriores indiciam que pode ter ocorrido "arranjo" entre os contendores, com prejuízo de terceiros, no caso, do Benfica. Investigando-se ou não, provando-se ou não, a convicção da generalidade dos adeptos, incluindo a minha, é que, tal jogo não passou de uma farsa, tal como vários outros em que o Porto participou. Não fiquemos à espera que outros façam o nosso trabalho, tal não ocorrerá.
O futebol nacional é um esgoto a céu aberto!
Valha-nos Deus!
O futebol nacional é um esgoto a céu aberto!
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