sexta-feira, 28 de março de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
Porto-Benfica (1-0)
Derrota tangencial que deixa a eliminatória em aberto para o segundo jogo a realizar na Luz, no qual a equipa do Benfica poderá usar os seus melhores argumentos desportivos, sobretudo se a questão do título estiver em conformidade com os seus intentos. A equipa do Benfica apresentou-se sem seis dos habituais titulares - Oblak, Siqueira, Enzo, Gaitan, Markovic e Lima -, resguardando-os para o próximo compromisso do campeonato, enunciada primeira prioridade para esta época. No entanto, nada justificava a passividade patenteada durante toda a primeira parte, contrastando com a elevada intensidade com que o Porto entrou e que viria a decidir o desfecho do jogo. Tal, é o resultado do antecedente discurso de desvalorização deste encontro por parte dos Técnicos do Benfica. É certo que pode ter-se conseguido melhorar a competitividade de alguns jogadores, com ganhos futuros, mas também é certo que o resultado reduz o diferencial anímico entre as duas equipas, com algum conforto para os azuis, atenuando uma época mal conseguida. E deveria ter sido ao contrário; este jogo deveria ter servido para o Benfica afirmar a sua indiscutível superioridade. Ao colocar mais velocidade na segunda parte, especialmente após as entradas de Gaitan, Lima e Markovic, a equipa equilibrou a partida tendo-se superiorizado durante alguns períodos, conseguindo mesmo algumas boas oportunidades de golo já com o adversário desnorteado, duas delas anuladas em última instância por Fabiano, ficando demonstrado que com um pouco mais de intensidade outro resultado teria acontecido.
Suleymani trabalhou muito, Sálvio aproxima-se da boa forma, Cardozo ainda está longe dela, Sílvio trabalhou muito e bem e Artur esteve bem, com algumas boas defesas e sem responsabilidade no lance do golo; a bola foi rápida e muito bem colocada. Do lado do Porto houve muita intensidade com agressividade, tendo criado algumas boas oportunidades além da do golo, dominando durante toda a primeira parte e perdendo o controlo da partida na segunda, especialmente na última meia-hora, em que alguma desorientação foi notória.
A equipa de arbitragem deixou por sancionar atletas que praticaram jogo violento - Herrera e Fernando poderiam ter lesionado gravemente Fejsa e Sálvio -, perdoou uma grande penalidade ao Porto cometida sobre Luisão e deveria ter assinalado falta de Martinez sobre Garay no lance do golo.
Enfim, há que aguardar pelo segundo jogo na Luz para acerto de contas, sem esquecer que, de momento, o mais importante é concentrar forças para o jogo de Braga onde a vitória abriria o caminho para o almejado título.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Aquecimento global retroativo?
Espectador interessado: Boletim meteorológico para ontem: Foi o título que roubei da crónica de José Diogo Quintela no Público de ontem, a propósito deste estudo sobre o "clima" em Port...
Benfica-Académica 3-0)
Afinal não foi assim tão difícil. A equipa do Benfica respira confiança e talento individual e coletivo. Não que a Académica tenha sido uma equipa fácil, porque não o foi; tentou discutir o jogo conseguindo ainda tirar a tinta ao poste na primeira parte e um remate de cabeça muito perigoso já na segunda. O caso é que o Benfica está a jogar bem, com excelente dinâmica, trocando a bola a preceito, bom posicionamento e talento qb a fazer a diferença no momento certo. Oblak libertou o potencial futebolístico da equipa, há muita solidariedade e concentração. E assim deve continuar até ao fim. O cruzamento para o 2º golo foi um primor de execução; fantástica aquela trajetória curva a pedir encosto de Lima. Lima que, qual águia real, fizera já o primeiro num lance de grande oportunidade e concentração. Muito bem. Também o 3º resultou de um belo trabalho de equipa e muita garra e serenidade de Enzo que, embora em queda, soube enviar a bola para o fundo da baliza, num belo gesto técnico. Não fora a barra e Sérgio Conceição, que respeito, teria ficado ainda mais triste, pois quer o remate de Sálvio quer o de Rodrigo mereciam melhor sorte.
O árbitro pareceu-me bem, apesar de ter perdoado uma grande penalidade ao estudantes - faz de conta -, numa falta sobre Lima ainda na primeira parte.
Enfim, demos mais um passo em frente rumo ao título. Esta equipa sabe o que quer...e o que nós, adeptos, queremos.
sábado, 22 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
Manuel Beninger: Entrevista concedida por SAR o Duque de Bragança à...
Manuel Beninger: Entrevista concedida por SAR o Duque de Bragança à...: Entrevista concedida por S.A.R. o Duque de Bragança à edição de hoje do Diário de Notícias, a propósito dos 40.º aniversário do 25 de Abri...
Benfica-Tottenham (2-2)
Apesar do susto dos últimos quinze minutos, a equipa do Benfica confirmou a sua maior valia perante um adversário de respeito; leal e generoso. Confortável com o resultado do primeiro jogo, fiel aos princípios já enunciados, Jorge Jesus manteve apenas o setor defensivo e Ruben Amorim, aproveitando o jogo para melhorar os índices competitivos de vários atletas - André Gomes, Slimani, Djuricic, Sálvio, Cardozo -, cujo contributo se espera valioso na reta final da época.
Reagindo à pressão inicial do Tottenham, foi com naturalidade e classe que o Benfica fez o primeiro golo, mais uma vez, num esplêndido cabeceamento de Garay, neste caso respondendo a um magnífico centro de Sálvio. Sentindo a eliminatória na mão, a equipa entrou em processo de controlo, fazendo circular a bola em todo o campo com intensidade moderada, dando a certa altura a impressão de que o adversário estava conformado. Erro grave que poderia ter sido fatal; já na ponta final do jogo, o Tottenham empata num belo lance individual virando o resultado logo a seguir, com o golo obtido em posição de fora de jogo. E lá ficámos aflitos, e com razão; apesar da evidência da superioridade da equipa do Benfica, em três ocasiões o empate da eliminatória esteve à vista e só não aconteceu graças a Oblack e a Luisão - mais uma vez fantásticos. Foi Lima - que substituira Cardozo - que, na exemplar conversão de uma grande penalidade, colocou um ponto final na contenda. Que sirva de lição. Mais uma vez.
Sálvio parece próxima da boa forma, como ficou patente em várias arrancadas pelo seu flanco, culminando uma delas com o cruzamento do golo. Cardozo parece ainda algo perro tendo chegado a ensaiar o seu potente pé esquerdo. Muito bem Slimani, André Gomes e Djuricic, os quais, sem terem efetuado jogadas vistosas, trabalharam muito para a equipa. Markovik entrou na reta final substituindo Sálvio, tendo mantido o seu flanco bem ativo. Julgo que Máxi, tendo jogado bem, necessita de maior concentração na abordagem dos lances - faz muitas faltas - e na recuperação da posição, após as perdas de bola.
O Tottenham, foi uma equipa generosa, direta e muito física que, parecendo conformada, induziu algum relaxamento no adversário, que lhe ia sendo fatal, ficando aqui provada a importância da estratégia.
A equipa de arbitragem não me pareceu mal, contudo, a validação do 2º golo dos ingleses poderia ter originado a reviravolta na eliminatória. Na tal ponta final também fiquei com dúvidas em vários lances, dos quais o Benfica saiu prejudicado.
Enfim, a exigência vai aumentando e a equipa vai correspondendo com grande serenidade. Parecem todos muito concentrados. Oxalá o tema do campeonato fique resolvida cedo para então se concentrar esforços nesta prova, que por pouco nos escapou na época transata.
terça-feira, 18 de março de 2014
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