Desporto

sábado, 28 de março de 2015

quarta-feira, 25 de março de 2015

Os trágicos estarolas

   Acaba de ser publicada legislação em que o Governo atribui incentivos a contratação de desempregados, mediante condicionantes que me parecem mais difíceis de perceber que o calculo integral.
   São as tais politicas de apoio ao emprego que toda a gente parece querer e que os Partidos do Governo ou da oposição disputam, mercadejando votos.
   Dei comigo a pensar se não será esse o motivo que leva os Governos a empenharem-se tanto na inviabilização das empresas e em dificultar, ou tolerar, o agravamento do acesso dos cidadãos às profissões !, faz-se um desgraçado para depois "o salvar"(estou a ficar xoné!).

segunda-feira, 23 de março de 2015

domingo, 22 de março de 2015

A Taça é nossa

 
 
PARABÉNS
 
 


Isenções!

As isenções da CML ao Rock in Rio são boas e para o Benfica são más porquê?

"E ainda os favores que a CML faz ao Rock in Rio, com isenções de 3 milhões de impostos e muito mais. A gestão ruinosa da CML em vídeo"Não votem em corruptos!: Câmara Municipal de Lisboa ao serviço dos interesses do BES. Escândalo!!!

Realizações dos Antigo e novo Regime (do blogue de Zita Paiva)

Não votem em corruptos!: Sabia (ou recorda-se) que há 40 anos menos de metade das casas tinham água canalizada?





sábado, 21 de março de 2015

Difícil!

     
Sobretudo pelo que fez na 2ª parte, o Rio Ave mereceu a vitória. A equipa de Vila do Conde desde o apito inicial que se mostrou determinada a disputar o jogo, muito compacta, pressionando alto, não dando espaço nem tempo aos encarnados para pensarem e construírem o seu jogo, trocando bem a bola e procurando a baliza contrária sempre que podia. Na 2ª parte, superiorizou-se claramente no controlo do meio campo, aumentou a intensidade e verticalidade do seu jogo sobretudo através do esforçado Ukra e, com alguma sorte à mistura, teve o seu prémio, conseguindo virar o resultado.
 
      Ao Benfica faltou a criatividade de Gaitan e a ala esquerda; julgo que a opção por Talisca em detrimento de Ola John, o melhor criativo depois de Gaitan, prejudicou o jogo ofensivo da equipa. Fiquei com a ideia de  que houve alguma indefinição no meio campo, mercê da alteração introduzida na equipa. Contrariamente ao sucedido contra o Braga, os encarnados não exploraram a meia-distância nem foram felizes no jogo aéreo carecido de precisão e não souberam manter-se coesos face à colocação no terreno dos vilacondenses. Lima e Jonas graças ao défice do meio-campo estiveram pouco ativos e talvez se tivesse justificado o recuo de um deles ou mesmo a sua substituição por Ruben Amorim, por exemplo. Não sei, talvez tenha faltado visão do Jorge Jesus; o que é certo é que na 2ª parte, os verde-brancos foram melhores.
 
      Posto isto é óbvio que as sucessivas queixas de Lopetegui, a que a  comunicação social em geral tem dado grande relevo, acabaram por surtir efeito, alterando a postura das equipas de arbitragem que revelam condicionamento nos lances alvo da atenção do basco. Aceito a grande-penalidade, embora me tivesse parecido inadvertida a intersecção da bola pela mão de Samaris. Aceito a falta assinalada a Luisão e até a expulsão, mas não aceito a grande penalidade perdoada ao Rio Ave quando o resultado estava em 1-0 nem a expulsão de Ukra - lá está; parecia mal a Lopetegui, ou seja, a Pinto da Costa - nem aceito que se deixem passar em claro três faltas sucessivas no mesmo lance, junto à área adversária, ainda que se tenha assinalado a quarta falta. Marco Ferreira sabe que a sua carreira depende dos estragos que infligir ao Benfica. Ele e todos os outros!
 
      Seja como for, a equipa do Rio-Ave e o seu Treinador estão de parabéns. Já quanto aos jogadores e equipa técnica do Benfica, deverão fazer o trabalho de casa; analisar o jogo e perceber o que correu mal. Para mim, correram menos que o adversário e foram menos inteligentes. Apesar de  Marco Ferreira poderiam ter ganho. Fico sempre apreensivo quando o Benfica marca cedo; parece que, a seguir, perdem qualquer coisa. Será que a não convocação de Pizzi por Fernando Santos teve influência no desempenho daquele, neste jogo?, mistérios!
 
   Olhar em frente e união.

O "desígnio nacional"!

      Até os Tribunais ingleses já perceberam que há algo errado na obsessiva perseguição que a justiça portuguesa move a Vale e Azevedo. Na verdade, aquela, parece mais tolerante com os homicidas, os pedófilos e os corruptos. Por outro lado, fica mal a Manuel Vilarinho andar por aí a vangloriar-se das suas façanhas contra quem teve a coragem de, pelo Benfica, enfrentar o regime instituído no futebol, enaltecendo um dos principais inimigos do seu clube.  Joaquim Oliveira será boa pessoa, mas não para o Benfica; ou melhor, até para o Benfica, desde que este se deixe subjugar pelo Porto. 
 

José Tribolet mete o dedo na ferida.

José Tribolet avisa que obsolescência do sistema informático ameaça soberania

quinta-feira, 19 de março de 2015

Homenagem à Catalunha

      Tantas são as referências idóneas à obra de George Orwell que a sua leitura se me tornou necessária. Depois de "Recordando da Guerra Espanhola" e de "A Quinta dos Animais" seguiu-se o "Homenagem à Catalunha" cuja leitura concluí há pouco, estando em agenda, para já, o Mil Novecentos e Oitenta e Quatro.
 
      Orwell, um idealista que servira nas forças policiais inglesas na Índia, comprometendo-se com os seus ideais de esquerda, combateu como voluntário ao lado dos republicanos na Guerra Civil Espanhola sob a bandeira do POUM; um pequeno partido de inspiração trotskista sedeado em Barcelona, cujas milícias combatiam os fascistas de Franco juntamente com as dos anarquistas do CNT, as das Brigadas Internacionais e o exercito regular dos socialistas do PCOUS.
 
      Uma escrita simples, metódica e honesta, na qual, apoiado no testemunho direto, Orwell descreve a rotina da guerra de trincheiras, onde foi gravemente ferido, e analisa as causas do aniquilamento dos membros, militantes e simpatizantes dos anarquistas e dos trotskistas pelos socialistas, cuja popularidade, em grande parte, lhes advinha do apoio militar que recebiam da União Soviética de Estaline.
 
      Em 1937, em Espanha, os comunistas não toleravam o poder popular preconizado pelo CNT e pelo POUM, cuja doutrina, parcialmente comum, assentava nos princípios da liberdade e da igualdade, não hesitando em recorrer à mentira e à calúnia para exterminar barbaramente os dissidentes. Tal como hoje acontece, por exemplo, em Portugal, os comunistas acreditavam que era possível derrubar o regime capitalista no âmbito da democracia parlamentar, através da, então como hoje, designada "Frente Popular", constituída pelos também designados "Idiotas Úteis"; cidadãos da esfera pública controlados pelos sindicatos com influência na máquina estatal e as principais infraestruturas do país (Homenagem à Catalunha).
 
      Em "A Quinta dos Animais", Orwell, recorrendo a uma pitoresca fábula, evidencia o esvaziamento do discurso da igualdade e o refinamento do processo de manipulação da comunidade, pretendendo caracterizar as sociedades  socialistas, sendo certo que o modelo é também respaldado nas modernas sociedades democráticas.
 
      Venha o 1984.