Desporto

terça-feira, 17 de março de 2015

Está bonito, o Benfica!


Olá meninas do hóquei, suas campeãs da europa!, não têm vergonha? Parabéns.

Ora viva senhora Dulce Félix e companhia, sabe-nos bem saber que estais sempre na frente da prova de corta-mato nacional. Parabéns.

Fica-lhe muito bem, senhor Rui Pinto e companhia, não se ficarem atrás das senhoras, replicando idêntica façanha no corta-mato nacional. Parabéns.

E o Sr Célio Dias, tenha maneiras faz favor; andar por aí a fazer ippons aos seus colegas não é bonito!, mas gostamos de o ver nessas façanhas. Parabéns.

Quanto aos meninos da Youth League, não façam contas, concentrem-se no campeonato e tratem de ganhar todos os restantes jogos. Não fizeram má figura. Para o ano há mais.

Inovadora e feliz foi a fórmula que Direcção adotou para reduzir os preços dos bilhetes dos jogos da equipa de futebol sénior; associada ao bom desempenho da equipa, traz mais adeptos ao estádio empolgando os jogadores, alavanca as receitas indiretas do clube/SAD e contribui para fazer do futebol aquilo que deve ser; uma festa do povo e para o povo. Parabéns.
 
Vai bonito, o Benfica!

domingo, 15 de março de 2015

Ao Deus dará!

      Consta que o Governo tem um programa de financiamento a fundo perdido - 15 a 20 mil euros - a cada emigrante que, não tendo obtido sucesso no país de destino, queira regressar. Parece um gesto louvável mas não é. Ainda não há muito tempo, o chefe do Governo, sem demonstrar pesar, incitava os portugueses à emigração. Emigrar não é necessariamente uma tragédia e poucos como nós, portugueses sabem disso, mas fica mal a um Primeiro-Ministro dizê-lo com aparente insensibilidade. Trata-se, afinal, implicitamente, de uma confissão de impotência que muitos consideram, também implicitamente, uma expulsão.  Daqui ao rancor vai um passo, especialmente tendo em conta a experiência pessoal do atual Primeiro-Ministro.
 
      Importante não é oferecer uma ajudazinha financeira aos desafortunados depois perderem a dignidade, importante é proporcionar a cada um o direito de lutar por ela no seu próprio país, simplificando o acesso às profissões e ao empresariado, combatendo todos os que, sob pretexto das mais "elevadas" causas, universalista ou não, regulamentam e certificam a torto e a direito com o propósito, afinal óbvio, de garantir receitas para o Estado e feudos económicos para si próprios....Mas, nada como os subsidiozinhos para  enfraquecer e tornar dependente uma  população, pronta a agradecer nas urnas.
 
      Mas, afinal, e os outros?, os que enfrentam o terramoto económico que se abateu no país nos últimos anos e a voracidade insaciável das administrações pública e local?, quantos terão que fechar as portas por tal ato de aparente generosidade? Trata-se afinal de suscitar a "rotação" da pobreza!, não será? É com certeza uma daquelas medidas patéticas destinadas a "amaciar o pêlo dos eleitores" consequência da falta de ideias e convicções.
 
      Tal faz-me recordar o programa em vigor de cofinanciamento pelo Estado dos salários dos desempregados de longa duração em parceria com os empregadores. Percebe-se a ideia; paga-se meio salário, poupa-se um subsídio e integram-se pessoas na vida ativa. Mas...será mesmo assim?, não, não é! há empresas a despedir trabalhadores a prazo ou efetivos para admitir esses desempregados, arriscando quebras de competitividade por perda de rotinas dos processos produtivos. Ou seja; poupa-se um subsídio e paga-se meio-salário ao ex-desempregado pagando-se um subsídio ao novo desempregado! Entra um, sai outro e aumenta a despesa!

      E quanto às outras empresas?, as que pagam salários por inteiro? As que vão concorrer com as que pagam meio salário?, mas a constituição serve para quê?, para garantir carreira, salário e pensões aos constitucionalistas? Igualdade de oportunidades consiste em quê? Esta gente percebe o que anda a fazer?
 
      São coisas como estas que tornam evidente a falta de efetiva cultura democrática da nossa comunidade política,  irremediavelmente perdida nos labirintos das lutas partidárias, na insana disputa do poder.     

Parabens Benfica; em frente!

      Foi uma vitória saborosa e merecida sobre uma equipa de um clube que, contranatura, se deixou enredar nas malhas dos interesses portistas. O jogo começou uns dias antes, quando Pinto da Costa, na sequência dos benefícios da sua equipa dos sucessivos erros de arbitragem nos últimos jogos, teceu rasgados elogios ao árbitro Artur Soares Dias, protagonista num desses casos. Não surpreendentemente, mas desavergonhadamente, o Conselho da Arbitragem da Liga nomeou esse mesmo árbitro para este jogo, demonstrando, perante todos, o pavor que Pinto da Costa, ainda inspira aos órgãos daquela instituição.
 
      Sintomáticas foram as declaração de António Salvador após a derrota caseira da sua equipa perante o Porto, num jogo em que o empenho dos atletas arsenalistas foi posto em causa por muitos. Apontar à vitória da sua equipa no jogo seguinte após uma derrota, nada tem de anormal, é mesmo assim; faz parte do processo de recuperação mental dos atletas. Dadas as circunstâncias deste caso, porém, mais parecia tratar-se de parte de uma missão; garantir os três pontos ao Porto e subtrair outros tantos ao Benfica. Afinal, talvez Salvador sonhe com a cadeira de Pinto da Costa e esteja a mostrar serviço aos adeptos azuis. Sei que este raciocínio é algo perverso, mas...quem não quer ser lobo não lhe veste a pele.
 
      A equipa do Benfica está hoje muito mais forte, seja pela maior consolidação de processos, seja pelo alargamento do cardápio ofensivo proporcionado por Jonas, seja pelo maior leque de opções em resultado do regresso dos últimos lesionados. Entre estes, destacam-se Júlio César, cuja presença, indubitavelmente, dá segurança à equipa e aos adeptos refletindo-se na dinâmica do jogo, Gaitan, que com a sua criatividade aumenta consideravelmente o grau de incerteza às defesas contrárias, Sálvio, que mobiliza quase sempre dois defesas adversários e é sempre uma seta apontada à baliza, Luisão, que disciplina a equipa e  Eliseu, que, apesar de alguma lentidão de processos e de alguma indisciplina tática, é lutador e sabe utilizar o seu mortífero pé esquerdo, como mais vez, demonstrou.
 
      A equipa do Braga, que, quando quer, pratica bom futebol, desta vez não teve hipótese, perante o colete de forças encarnado, apesar da "virilidade"  que "generosamente" dispensam aos atletas do Benfica. Jonas e Eliseu fizeram o que me parece óbvio e não era habitual na equipa, sobretudo após a saída de Cardozo; com espaço, na proximidade da área, deve rematar-se para golo! qualquer um!, de primeira e colocado as hipóteses de golo são muito altas. Nunca percebi porque a equipa não utiliza este processo com mais frequência; há toda uma movimentação prévia a desenvolver, como ficou pedagogicamente demonstrado no caso do golo de Jonas. Mas não gostei, especialmente na 2ª parte, daquele engonhanço na área adversária; os habituais toquezinhos à procura do momento ideal para rematar, invariavelmente até perder a bola!, devem-me dois golos!, à viva!
 
      Tive mais medo do árbitro que do Braga; o simples facto de ter sido nomeado como que a pedido de Pinto da Costa, era suficiente para deixar os jogadores ansiosos e assim prejudicar a qualidade de jogo. O homem sabe muito. O facto é que a solidez de processos dá segurança aos jogadores do Benfica e isso nota-se na serenidade com que se apresentam; sabem o que fazer. Está no rosto deles. Mérito de todos, em especial de Jesus e do Presidente.
 
      Mas não gostei da atuação de Soares Dias, apesar das declarações elogiosas de Jorge Jesus no final da contenda. Soares Dias foi o 12º jogador do Braga, qual armador de jogo, proporcionando a esta equipa vários lances ofensivos, sem causa; as cargas de ombro, invariavelmente, resultavam em faltas contra a equipa do Benfica. Só de bola parada os encarnados do Minho conseguiam chegar à área adversária, e Soares Dias proporcionou-lhes essa possibilidade. Com um golo de diferença, receei a lotaria das bolas paradas; é um facto.
 
      Surpreendeu-me a expulsão do jogador bracarense por acumulação de amarelos; apesar de bem expulso andou a distribuir "fruta" todo o tempo que esteve em campo. Esteve bem. Mas esteve mal ao não expulsar Micael por agressão a Gaitan com uma cotovelada intencional na cabeça. Não percebo como é que este troglodita, já poupado no jogo da pedreira, escapa sucessivamente a exemplar castigo.
 
      Esteve bem ao não assinalar grande penalidade contra o Braga por simulação de Gaitan, que parece não ter sido tocado, que, enfim, fica limpo. Oxalá não faça falta em Vila do Conde.
 
Estão todos de parabéns, incluindo o público, que embelezou o estádio e empolgou os jogadores.
 
Força. Em frente!    

quarta-feira, 11 de março de 2015

segunda-feira, 9 de março de 2015

domingo, 8 de março de 2015

O Benfica não pára!

Patrocínio nas camisolas pode render cerca de 10 milhões/época - Desporto - DN

Em frente Benfica!

     
Difícil, como se esperava, o jogo em Arouca; excessiva aglomeração de jogadores, falta de espaço transversal e longitudinal e jogo passivo do Arouca com marcação em cima e antijogo - o fatal derrube no meio-campo. A equipa do Benfica não conseguia ligar o seu jogo, as alas funcionavam mal e o eixo do ataque estava excessivamente povoado, convidando ao transporte da bola, com benefício do adversário, que disputava os lances sempre em superioridade numérica e não hesitava em recorrer à falta no meio-campo impedindo a génese ofensiva. Jogo medíocre, com muito jogo aéreo, que, obviamente beneficiava o Arouca. Mais uma vez, uma desconcentração defensiva custou-nos novo golo e esforço suplementar para efetuar a reviravolta; surge na sequência da intensificação da dinâmica ofensiva, altura em que se desguarnece o bloqueio da transição do adversário.
 

      O primeiro golo surge com alguma sorte, mas também, graças à maior dinâmica em todo o campo induzido penos encarnados; é assim, perante a ameaça de Lima, o Goicochea precipitou-se e falhou a colocação, atirando contra o corpo daquele. E Jonas, mais uma vez, estava lá para o remate certeiro...e não foi por acaso!, o segundo e o terceiro vieram com naturalidade até porque o Arouca abandonou o futebol passivo e subiu no terreno, mostrando que, afinal, até sabe jogar futebol. Com mais um jogador e libertos de marcação, o Benfica fez o que quis, fazendo circular a bola em todo o campo, sucedendo-se os lances ofensivos. Muito bem Lima, Jonas e Gaitan, Pena o quinto amarelo a Talisca que entrou muito bem no jogo e trazia a gazua da meia-distância. Pizzi hoje não esteve bem nos lances de bola parada. Júlio César não fez uma defesa, que me lembre, e não teve culpa no golo do Arouca. Sauda-se o regresso de Amorim, importante nesta fase do campeonato.
 
      A equipa de arbitragem cometeu dois erros "naturais" - aqueles que prejudicam o Benfica - ao não assinalar duas grandes penalidades contra o Arouca; uma sobre Gaitan outra por descarada mão na bola! Bastou Pinto da Costa fazer o que disse próprio dos burros, para que toda a estrutura da arbitragem abanasse; depois de Penafiel, veio Braga e agora Benfica; oito pontos seriam a diferença atual entre os dois primeiros, considerando só estes últimos jogos! E é assim que a equipa do Benfica vai ao colo...ao colo do seu talento e do apoio dos seus Dirigentes e adeptos.
 
   Um grande abraço de parabéns ao Nelson Évora pela sua enorme proeza.
 
   Outro para a equipa de voleibol do Benfica pela conquista da Taça de Portugal.
 
   Uma palavra de incentivo à nossa equipa de hóquei apesar do empate em casa contra o Porto.
 
   Outra para a equipa de futebol de Juniores apesar da "coça" caseira; afinal poderia ter acontecido ao contrário; um golo de lotaria e dois em contragolpe sustentado numa atitude defensiva. Claro que é necessário melhorar, no posicionamento defensivo e na consolidação do bloco ofensivo. Venha o próximo.
 
   Não percebo os salamaleques em torno do "benfiquista" Pedro Proença; ele vai para a FIFA, ele vai para a UEFA, ela vai para a LIGA...e não percebo como é que Pinto da Costa quer um "benfiquista" na LIGA!
 
   Ainda menos percebo a atitude do Benfica nesta matéria! Pedro Proença prejudicou gravemente e grosseiramente o seu património material e imaterial, graças aos vários erros grosseiros que cometeu contra si dos quais resultaram inacessibilidade a vários títulos de campeão, com benefício para o clube de Pinto da Costa. Os salamaleques dos Dirigentes do Benfica a Pedro Proença não passam de hipocrisia e constituem um deceção para os respetivos adeptos. Não se compreende a boa fé de Proença perante erros tão grosseiros em prejuízo do principal rival do Porto, considerando a sua alegada excelência técnica. Tal como está a acontecer neste momento relativamente a Soares Dias, a excelência dos árbitros e dirigentes da Liga e FPF, só é reconhecida quando dela resultem benefícios para o Porto. E o fiscalizador-mor desta excelência é Pinto da Costa!
 
   Proença merece ouvir a verdade dos dirigentes do Benfica e não esperar deferência, compreensão ou perdão pelo mal que fez ao "seu" clube.   Não querer beneficiar o nosso clube não implica, necessariamente, prejudica-lo.   

Um campeão a sério!

   Com esta vitória, Nelson Évora, demonstrou possuir a fibra da elite dos campeões; às qualidades atléticas junta uma determinação que muito poucos possuem. Depois da grave lesão que o afastou por vários anos da competição, manteve a crença em si próprio mantendo os seus objetivos intactos. E venceu! Um grande exemplo para todos nós; um povo perdido na labirinto democrático, subjugado pelas suas próprias elites e pelos nórdicos.

segunda-feira, 2 de março de 2015

O que se passa com o Sporting Clube de Portugal?

      Redução do passivo de 30 milhões de euros? Redução do financiamento bancário em 61 milhões de euros? Aumento de capitais próprios em 130 milhões de euros?, com que dinheiro? É certo que o aumento de capitais próprios poderá ter resultado da integração na SAD de ativos corpóreos - estádio, centro de estágios, por exemplo -, e os restantes 91 milhões de euros?, será que resultaram do tal perdão de dívida do BES quando se encontrava em pré-falência?, se foi, que outras SAD beneficiaram de idêntica reestruturação?, que saiba, a do Benfica não!, continua a pagar os cerca de 21 milhões de euros de juros anuais e, salvo erro, ainda amortizou - e muito bem - cerca de 20 milhões de euros ao passivo. hipotecaram tudo outra vez?
      A ser verdade, com que moralidade o Presidente do Sporting se insurge contra os fundos? Com que credibilidade se apresentam os indignados pela alegada intenção de isenção fiscal pela Câmara de Lisboa ao Benfica, se em conformidade com os protocolos contratados entre ambas as entidades? E se fosse ao contrário? Se tivesse o Benfica beneficiado de igual e alegado perdão de dívida? Estou a ver; era matéria aí para seis meses de primeiras páginas nos jornais diários e abertura de telejornais. Seria a derradeira prova do regresso ao "fassismo", o andor dos títulos fáceis! Assim, não passa de mera demonstração de hipocrisia, cinismo, quiçá nepotismo e...sabe-se lá de mais o quê!