Desporto

segunda-feira, 23 de março de 2015

domingo, 22 de março de 2015

A Taça é nossa

 
 
PARABÉNS
 
 


Isenções!

As isenções da CML ao Rock in Rio são boas e para o Benfica são más porquê?

"E ainda os favores que a CML faz ao Rock in Rio, com isenções de 3 milhões de impostos e muito mais. A gestão ruinosa da CML em vídeo"Não votem em corruptos!: Câmara Municipal de Lisboa ao serviço dos interesses do BES. Escândalo!!!

Realizações dos Antigo e novo Regime (do blogue de Zita Paiva)

Não votem em corruptos!: Sabia (ou recorda-se) que há 40 anos menos de metade das casas tinham água canalizada?





sábado, 21 de março de 2015

Difícil!

     
Sobretudo pelo que fez na 2ª parte, o Rio Ave mereceu a vitória. A equipa de Vila do Conde desde o apito inicial que se mostrou determinada a disputar o jogo, muito compacta, pressionando alto, não dando espaço nem tempo aos encarnados para pensarem e construírem o seu jogo, trocando bem a bola e procurando a baliza contrária sempre que podia. Na 2ª parte, superiorizou-se claramente no controlo do meio campo, aumentou a intensidade e verticalidade do seu jogo sobretudo através do esforçado Ukra e, com alguma sorte à mistura, teve o seu prémio, conseguindo virar o resultado.
 
      Ao Benfica faltou a criatividade de Gaitan e a ala esquerda; julgo que a opção por Talisca em detrimento de Ola John, o melhor criativo depois de Gaitan, prejudicou o jogo ofensivo da equipa. Fiquei com a ideia de  que houve alguma indefinição no meio campo, mercê da alteração introduzida na equipa. Contrariamente ao sucedido contra o Braga, os encarnados não exploraram a meia-distância nem foram felizes no jogo aéreo carecido de precisão e não souberam manter-se coesos face à colocação no terreno dos vilacondenses. Lima e Jonas graças ao défice do meio-campo estiveram pouco ativos e talvez se tivesse justificado o recuo de um deles ou mesmo a sua substituição por Ruben Amorim, por exemplo. Não sei, talvez tenha faltado visão do Jorge Jesus; o que é certo é que na 2ª parte, os verde-brancos foram melhores.
 
      Posto isto é óbvio que as sucessivas queixas de Lopetegui, a que a  comunicação social em geral tem dado grande relevo, acabaram por surtir efeito, alterando a postura das equipas de arbitragem que revelam condicionamento nos lances alvo da atenção do basco. Aceito a grande-penalidade, embora me tivesse parecido inadvertida a intersecção da bola pela mão de Samaris. Aceito a falta assinalada a Luisão e até a expulsão, mas não aceito a grande penalidade perdoada ao Rio Ave quando o resultado estava em 1-0 nem a expulsão de Ukra - lá está; parecia mal a Lopetegui, ou seja, a Pinto da Costa - nem aceito que se deixem passar em claro três faltas sucessivas no mesmo lance, junto à área adversária, ainda que se tenha assinalado a quarta falta. Marco Ferreira sabe que a sua carreira depende dos estragos que infligir ao Benfica. Ele e todos os outros!
 
      Seja como for, a equipa do Rio-Ave e o seu Treinador estão de parabéns. Já quanto aos jogadores e equipa técnica do Benfica, deverão fazer o trabalho de casa; analisar o jogo e perceber o que correu mal. Para mim, correram menos que o adversário e foram menos inteligentes. Apesar de  Marco Ferreira poderiam ter ganho. Fico sempre apreensivo quando o Benfica marca cedo; parece que, a seguir, perdem qualquer coisa. Será que a não convocação de Pizzi por Fernando Santos teve influência no desempenho daquele, neste jogo?, mistérios!
 
   Olhar em frente e união.

O "desígnio nacional"!

      Até os Tribunais ingleses já perceberam que há algo errado na obsessiva perseguição que a justiça portuguesa move a Vale e Azevedo. Na verdade, aquela, parece mais tolerante com os homicidas, os pedófilos e os corruptos. Por outro lado, fica mal a Manuel Vilarinho andar por aí a vangloriar-se das suas façanhas contra quem teve a coragem de, pelo Benfica, enfrentar o regime instituído no futebol, enaltecendo um dos principais inimigos do seu clube.  Joaquim Oliveira será boa pessoa, mas não para o Benfica; ou melhor, até para o Benfica, desde que este se deixe subjugar pelo Porto. 
 

José Tribolet mete o dedo na ferida.

José Tribolet avisa que obsolescência do sistema informático ameaça soberania

quinta-feira, 19 de março de 2015

Homenagem à Catalunha

      Tantas são as referências idóneas à obra de George Orwell que a sua leitura se me tornou necessária. Depois de "Recordando da Guerra Espanhola" e de "A Quinta dos Animais" seguiu-se o "Homenagem à Catalunha" cuja leitura concluí há pouco, estando em agenda, para já, o Mil Novecentos e Oitenta e Quatro.
 
      Orwell, um idealista que servira nas forças policiais inglesas na Índia, comprometendo-se com os seus ideais de esquerda, combateu como voluntário ao lado dos republicanos na Guerra Civil Espanhola sob a bandeira do POUM; um pequeno partido de inspiração trotskista sedeado em Barcelona, cujas milícias combatiam os fascistas de Franco juntamente com as dos anarquistas do CNT, as das Brigadas Internacionais e o exercito regular dos socialistas do PCOUS.
 
      Uma escrita simples, metódica e honesta, na qual, apoiado no testemunho direto, Orwell descreve a rotina da guerra de trincheiras, onde foi gravemente ferido, e analisa as causas do aniquilamento dos membros, militantes e simpatizantes dos anarquistas e dos trotskistas pelos socialistas, cuja popularidade, em grande parte, lhes advinha do apoio militar que recebiam da União Soviética de Estaline.
 
      Em 1937, em Espanha, os comunistas não toleravam o poder popular preconizado pelo CNT e pelo POUM, cuja doutrina, parcialmente comum, assentava nos princípios da liberdade e da igualdade, não hesitando em recorrer à mentira e à calúnia para exterminar barbaramente os dissidentes. Tal como hoje acontece, por exemplo, em Portugal, os comunistas acreditavam que era possível derrubar o regime capitalista no âmbito da democracia parlamentar, através da, então como hoje, designada "Frente Popular", constituída pelos também designados "Idiotas Úteis"; cidadãos da esfera pública controlados pelos sindicatos com influência na máquina estatal e as principais infraestruturas do país (Homenagem à Catalunha).
 
      Em "A Quinta dos Animais", Orwell, recorrendo a uma pitoresca fábula, evidencia o esvaziamento do discurso da igualdade e o refinamento do processo de manipulação da comunidade, pretendendo caracterizar as sociedades  socialistas, sendo certo que o modelo é também respaldado nas modernas sociedades democráticas.
 
      Venha o 1984.     

terça-feira, 17 de março de 2015

Está bonito, o Benfica!


Olá meninas do hóquei, suas campeãs da europa!, não têm vergonha? Parabéns.

Ora viva senhora Dulce Félix e companhia, sabe-nos bem saber que estais sempre na frente da prova de corta-mato nacional. Parabéns.

Fica-lhe muito bem, senhor Rui Pinto e companhia, não se ficarem atrás das senhoras, replicando idêntica façanha no corta-mato nacional. Parabéns.

E o Sr Célio Dias, tenha maneiras faz favor; andar por aí a fazer ippons aos seus colegas não é bonito!, mas gostamos de o ver nessas façanhas. Parabéns.

Quanto aos meninos da Youth League, não façam contas, concentrem-se no campeonato e tratem de ganhar todos os restantes jogos. Não fizeram má figura. Para o ano há mais.

Inovadora e feliz foi a fórmula que Direcção adotou para reduzir os preços dos bilhetes dos jogos da equipa de futebol sénior; associada ao bom desempenho da equipa, traz mais adeptos ao estádio empolgando os jogadores, alavanca as receitas indiretas do clube/SAD e contribui para fazer do futebol aquilo que deve ser; uma festa do povo e para o povo. Parabéns.
 
Vai bonito, o Benfica!

domingo, 15 de março de 2015

Ao Deus dará!

      Consta que o Governo tem um programa de financiamento a fundo perdido - 15 a 20 mil euros - a cada emigrante que, não tendo obtido sucesso no país de destino, queira regressar. Parece um gesto louvável mas não é. Ainda não há muito tempo, o chefe do Governo, sem demonstrar pesar, incitava os portugueses à emigração. Emigrar não é necessariamente uma tragédia e poucos como nós, portugueses sabem disso, mas fica mal a um Primeiro-Ministro dizê-lo com aparente insensibilidade. Trata-se, afinal, implicitamente, de uma confissão de impotência que muitos consideram, também implicitamente, uma expulsão.  Daqui ao rancor vai um passo, especialmente tendo em conta a experiência pessoal do atual Primeiro-Ministro.
 
      Importante não é oferecer uma ajudazinha financeira aos desafortunados depois perderem a dignidade, importante é proporcionar a cada um o direito de lutar por ela no seu próprio país, simplificando o acesso às profissões e ao empresariado, combatendo todos os que, sob pretexto das mais "elevadas" causas, universalista ou não, regulamentam e certificam a torto e a direito com o propósito, afinal óbvio, de garantir receitas para o Estado e feudos económicos para si próprios....Mas, nada como os subsidiozinhos para  enfraquecer e tornar dependente uma  população, pronta a agradecer nas urnas.
 
      Mas, afinal, e os outros?, os que enfrentam o terramoto económico que se abateu no país nos últimos anos e a voracidade insaciável das administrações pública e local?, quantos terão que fechar as portas por tal ato de aparente generosidade? Trata-se afinal de suscitar a "rotação" da pobreza!, não será? É com certeza uma daquelas medidas patéticas destinadas a "amaciar o pêlo dos eleitores" consequência da falta de ideias e convicções.
 
      Tal faz-me recordar o programa em vigor de cofinanciamento pelo Estado dos salários dos desempregados de longa duração em parceria com os empregadores. Percebe-se a ideia; paga-se meio salário, poupa-se um subsídio e integram-se pessoas na vida ativa. Mas...será mesmo assim?, não, não é! há empresas a despedir trabalhadores a prazo ou efetivos para admitir esses desempregados, arriscando quebras de competitividade por perda de rotinas dos processos produtivos. Ou seja; poupa-se um subsídio e paga-se meio-salário ao ex-desempregado pagando-se um subsídio ao novo desempregado! Entra um, sai outro e aumenta a despesa!

      E quanto às outras empresas?, as que pagam salários por inteiro? As que vão concorrer com as que pagam meio salário?, mas a constituição serve para quê?, para garantir carreira, salário e pensões aos constitucionalistas? Igualdade de oportunidades consiste em quê? Esta gente percebe o que anda a fazer?
 
      São coisas como estas que tornam evidente a falta de efetiva cultura democrática da nossa comunidade política,  irremediavelmente perdida nos labirintos das lutas partidárias, na insana disputa do poder.