sábado, 7 de dezembro de 2013
domingo, 1 de dezembro de 2013
Rio Ave-Benfica 1-3
Mais uma vitória, numa exibição sóbria e eficaz onde Rodrigo se afirmou e Lima se reencontrou. Atingimos o topo e agora há que manter o rumo com humildade, inteligência e determinação. O regresso dos lesionados tornarão a equipa cada vez mais forte. Porém, "o sistema" continua a "carburar" como se viu no jogo Académica-Porto e nos Bês Benfica-Porto. Esta gente continua a pensar que manda no futebol nacional, mas...parece que algo está a mudar; a deslocação a Coimbra deveria ter sido mais um passeio, enquanto o jogo anterior, com o Nacional, deveria ter sido uma festa. Oxalá que sim, para bem do futebol Português.
A equipa do Rio-Ave posicionou-se muito bem no terreno, marcando o portador e o receptor com muita agressividade, trocando bem a bola e explorando as alas, disputando o jogo em todo o terreno. Apesar dos escassos remates à baliza contrária, este modelo valeu-lhe o golo do empate após descompensação da defesa do Benfica, insuficiente porém, face à imediata resposta contrária.
Sem Cardozo, receava a irrelevância ofensiva da equipa, apesar dos três tentos ao Anderlecht. Felizmente enganei-me; Rodrigo e Lima protagonizaram interessantes movimentações que renderam dois preciosos golos, o primeiro e o terceiro, este evidenciando uma dinâmica notável. Já o segundo, resultou da execução primorosa de Lima, de um livre a uns 20/25 m descaído à esquerda; um lance onde se já se tinha revelado exímio em outras ocasiões.
Pareceu-me que Lima assumiu a responsabilidade ofensiva. De qualquer modo, a equipa necessita urgentemente de variantes ao modelo ofensivo corrente e tal não acontecerá se não forem testadas em competição. A mobilidade de Lima e Rodrigo, seja em profundidade, seja em amplitude, associada ao poder de fogo de ambos, aumenta a incerteza e o receio das defesas contrárias. Se acrescentarmos Markovik à fórmula, consolidadas as dinâmicas e assegurado o pragmatismo, teremos uma frente de ataque temível para qualquer adversário.
Enzo é fantástico; incansável, entrega-se totalmente ao jogo, tal como Matic e Fejsa; contudo, falta criatividade e fluidez ao meio-campo. Gostei de ver as longas sequências de passes, já com o resultado feito; algo que deverá ser melhorado e consolidado, numa perspectiva de racionalização de esforço, imprescindível, dadas as exigências das provas em curso.
As sucessivas lesões dos laterais esquerdos são muito preocupantes!, até parece bruxedo; cruzes canhoto! André Almeida vai fazendo, com brio, a posição; apesar disso, necessitamos urgentemente de estabilizar o lugar. O golo sofrido poderia ter sido fatal e deveu-se a uma descompensação defensiva que não pode ocorrer numa equipa com as aspirações do Benfica.
Contudo estão todos de parabéns; quanto a mim, prefiro exibições sóbrias com vitórias, às exuberantes com derrotas.
Os nossos Bês ganharam concludentemente ao Porto, com três magnificos golos - dois deles na sequência de cantos executados primorosamente por Urreta - e o terceiro na sequência de um tremendo sprint de 4o m de Helder Costa, concluido com um tremendo remate ao 1º poste, surpreendendo o guarda-redes que ficou pregado ao solo perante a impetuosidade do nosso avançado. A nossa equipa apresentou-se mais compacta claudicando apenas no golo de honra portista. O famigerado Cosme Machado ainda assinalou uma grande penalidade sem fundamento, felizmente falhada pelo avançado TóZé - melhor marcador da 2ª liga com 9 golos, 6 deles de GP! Atenção que Steven Vitória está a bater à porta dos às!
Também foi um prazer ver os nossos iniciados B bater os congéneres do SCP, por três tentos de belo efeito sem resposta, numa exibição madura, convincente e com pinceladas de virtuosismo.
Muito bem; parabéns a todos.
Aquecimento global

Ninguém em seu perfeito juízo
colocará em dúvida a necessidade de controlar os efluentes de qualquer tipo que
diariamente são descarregados no meio ambiente; em terra, no mar ou no ar. A urgência deste controle aumenta continuamente,
dada a evolução demográfica mundial - já se ultrapassaram as sete mil milhões
de almas -, o incessante progresso industrial global, a consequente pressão
sobre a produção agrícola e os recursos energéticos.
Multiplicam-se por todo o lado as
ONG ambientais e os correspondentes forums, intensificam-se, as declarações de
intenções dos mais variados agentes políticos e adotam-se medidas
draconianas em nome da proteção ambiental.
Apesar disso, continuam a fazer-se ouvir, cada vez mais consistentemente,
opiniões discordantes quanto às causas “oficiais”
do aquecimento global.
Parte maioritária da comunidade
científica atribui à atividade humana a origem da anormalidade, devido à consequente
e crescente emissão de CO2, responsável pela retenção de parte do
calor irradiado pela Terra, gerador do famigerado efeito de estufa e do
malfadado aquecimento global, com todas as catastróficas consequências que se
anunciam.
Alertam os desalinhados para o
facto de, em 2012, se ter verificado um aumento de cerca de 60% da área dos
glaciares do ártico, bem como para a estabilização da temperatura atmosférica
média nos últimos 15 anos.
Respondem os alinhados, que o
acréscimo de calor terá sido absorvido pelos oceanos, esquecendo que, a ser
verdade, tal teria produzido o efeito contrário ao verificado no ártico. Por
outro lado, interrogando-me acerca do impacto das emissões energéticas e
gasosas do leito dos oceanos na temperatura destes, só posso duvidar da
viabilidade de quaisquer conclusões e este respeito, que não o tenha em conta,
como parece ser o caso.
Seja como for, a verdade é que as
medidas de natureza política são muitas vezes paradoxais e perversas, sendo
frequentes as contradições entre o discurso e a realidade. Refiro o caso dos frigorigénios, considerando
desastrada a estratégia adotada pela União Europeia, o caso dos transportes -
responsável por cerca de 2/3 das emissões de CO2 - em que se tem
dado uma no cravo outra na ferradura…e o caso do comércio de quotas de CO2.
Detenho-me um pouco nesta nova
economia, segundo a qual são atribuídas quotas de emissão aos vários países,
podendo estes transacioná-las mediante acordo bilateral. Imaginemos um pequeno e
pobre país em qualquer parte do planeta, que decide prescindir do seu
desenvolvimento tecnológico como estratégia fomento do progresso social, em
favor da venda a sua quota de emissão de CO2. É certo que tal proporcionará desenvolvimento
aparente mais rápido mas também é certo que a ausência de progresso tecnológico
o tornará refém permanente dos seus clientes que controlarão a sua economia.
Ainda no âmbito da nova economia,
refiro o paradoxo das empresas de captação de CO2, cuja viabilidade económica
depende do aumento das emissões do mesmo, fazendo lembrar o que se passa em Portugal
no âmbito do consumo global de energia elétrica em que a redução do mesmo abaixo
do valor de referencia acarretará, contratualmente, correspondente compensação
estatal!
O meu cepticismo relativo quanto
ao efeito do CO2 no aquecimento global tem a ver com uma série de
outros fatores, quanto a mim, não negligenciáveis, como sejam o da alteração da
atividade solar e o da mecânica celeste.
Apesar da relevância do caso, só
à cerca de 2 anos - salvo o erro - é que foi enviada, pelos americanos, uma
sonda para estudo da atividade solar!, sabemos porém que o nosso astro rei
atravessa um ciclo de inversão da polaridade, com considerável impacto na Terra
e seus sistemas, graças às alterações do
respetivo campo eletromagnético. Estou em crer que este evento poderá traduzir-se
também numa alteração de massa do sol e num correspondente aumento da energia
irradiada, com inevitáveis consequências na energia absorvida pela Terra e na
sua temperatura média.
Tenhamos em conta que a órbita
terrestre resulta do equilíbrio das forças gravíticas e electromagnéticas globais,
em particular do Sol e da Terra. Perante o evento referido, parece-me razoável
supor que tal poderá estar a ocorrer, até porque a respetiva monitorização não
se afigura fácil, tal com a da rotação da Terra e do posicionamento do
respetivo eixo.
Lembremos a magnitude das matéria
e energia escuras; a matéria e energia que sabemos existirem no universo em
quantidades avultadas das quais desconhecemos a origem e a natureza, bem como
toda a extensão das respetivas consequências.
Recordemos a incipiência dos
atuais modelos matemáticos ambientais da comunidade científica bem como a
responsabilidade desta em múltiplas agressões ambientais ao longo da história
da humanidade.
Concluiremos que temos razões de
sobra para o cepticismo quanto à tese corrente das causas do aquecimento global
e para a necessidade de escrutinarmos
cada vez mais e melhor as teses das comunidades científicas, sujeitas, afinal,
às mesmas vicissitudes que afetam o mais comum dos mortais.
Até porque, os argumentos dos interesses
económicos que os alinhados afirmam suportarem os céticos, aplicam-se a
identicamente a si próprios.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Anderlecht-Benfica 2-3
Não foi um grande jogo mas foi um bom resultado. Matou-se o borrego. Pareceu-me que o Anderlecht adotou o sistema que o Braga apresentou na Luz; cinco defesas, um trinco, três médios e um avançado. O Benfica entrou mandão, decidido a marcar cedo; muito bem na recuperação mas mal no ataque. Os alas mantiveram-se pouco ativos, em especial do lado esquerdo, assistindo-se ao constante afunilamento do jogo, razão das escassas oportunidades de golo. O tento belga, num movimento que repetiram, com algumas variantes, em toda a partida, surgiu em contra-corrente e adensou as dúvidas acerca da possibilidade de vitória do Benfica. Temia o empolgamento daqueles e o desânimo destes. O jogo manteve-se empastelado, com muita luta no meio campo, até ao golo de...Matic a responder de cabeça a um livre teleguiado de Perez. E foi Gaitan que numa bela rotação e com alguma sorte virou o marcador. A falta de Cardozo era notória e Marko não tinha espaço para romper pelo meio.
A saída de Gaitan e a entrada de Suleimani deixou-me preocupado. A ganhar, a equipa fechou-se, recuou, apostando no contra-ataque e isso custou-lhe...o golo do empate, num lance de bom recorte técnico. Já está, pensei; abriu-se um buraco no meio campo, estamos tramados!...perante a pressão ofensiva belga, não é que Suleimani faz um lançamento de morte para o recém entrado Rodrigo - que substituira Enzo -, e este, não se fazendo rogado, rematou de pé esquerdo ao segundo poste após um forte sprint com bola?, sim senhor!, quem sabe se não será o clique para Rodrigo regressar ao seu melhor nível!, oxalá que sim; o talento está lá.
Não foi um bom jogo mas...ganhámos; melhores exibições virão. A Liga Europa está garantida e ainda podemos sonhar com a Champions.
O árbitro "poupou" os belgas a alguns lances ofensivos do Benfica com algumas decisões que me pareceram erradas. Fiquei com dúvidas nos golos do Anderlecht; no primeiro parece que o avançado ajeitou a bola com a mão e no segundo parece que o avançado está fora de jogo. A ver mais tarde.
Muito bem, parabéns ao grupo; afinal, parece que foi a primeira vez que ganhámos neste estádio!, nada mau!
terça-feira, 26 de novembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
Pontos nos is!
Há muito que deixei de dar atenção às crónicas que Rui Santos debita nos vários areópagos que frequenta, embora reconheça oportunidade a alguns deles. Rui Santos padece de incontinência verbal, de incoerência crónica e tem um exagerado conceito de si próprio ao arvorar-se em fiel intérprete da opinião pública. Contudo é alguém que molda a tendência da opinião pública, sempre pronta a seguir os "papagaios" mediáticos. De concreto, Rui Santos nada fez na vida pelo futebol; é mais um que vive dele sem nada por ele fazer. Incapaz de assumir o combate pela regeneração do futebol, vergado à patetice da equidistância, vai dando uma no cravo outra na ferradura, deixando transparecer crónica antipatia pelo Benfica. Desta vez prororou extensamente sobre um alegado acordo entre o Benfica e a CDII da Liga acerca do castigo a Jorge Jesus no caso de Guimarães, manifestando a sua indignação por considerar o desfecho um tratamento de favor, visto que, na sua douta opinião, o castigo deveria ter sido pelo menos de três meses.
Ricardo Costa, recentemente doutorado em Direito com a classificação de 20 valores e docente universitário, explica hoje em "O Record" que o acordo referido, não só está contemplado, em toda a extensão, na regulamentação desportiva aplicável, como tem sido prática corrente em muitos outros casos. Veja-se este extrato da sua crónica:
"Nada como um caso mediático – isto é, um caso envolvendo um clube grande – para descobrir os meandros da “lei desportiva” e desvelar as novidades. Por experiência própria o redijo: só um processo de um grande ou de um grande jogo pode chamar a atenção para aquilo que existe e – se for essa a circunstância – sempre se aplicou antes com o mesmo critério e com igual método a dezenas de outros casos. Nesta época, noutras épocas ou em todas as épocas."
Esta intervenção de Rui Santos, mais uma vez desmascara a sua intolerância e animosidade ao Benfica, pois só assim se compreende tamanha abespinhação sem ter-se dado ao trabalho de se informar convenientemente sobre a matéria. Ao fazê-lo, não só se desacreditou, como desacreditou o seu cliente-patrão, tendo prestado, voluntáriamente, um ótimo serviço ao sistema que por vezes finge denunciar.
Rui Santos, não passa de uma nebulosa no futebol. Bom seria que se dedicasse a tentar descobrir a sua verdadeira vocação.
PS; recomendo a leitura do CV de Ricardo Costa, para se perceber bem o peso da sua opinião.
PS; recomendo a leitura do CV de Ricardo Costa, para se perceber bem o peso da sua opinião.
sábado, 23 de novembro de 2013
Benfica-Braga 1-0; Benfica-Oliveirense 4-3
A primeira parte foi péssima, típica do futebolinho Luso, com uma equipa - muito fechadinha no seu meio-campo - 5 defesas, um trinco e três médios, todos muito juntinhos - garantindo superioridade numérica na disputa da maioria dos lances, apostando no contra-ataque - uma bola na trave da baliza do Artur a remate de Eder - e na famigerada falta cirúrgica. Foi assim o Braga nesta primeira-parte, defendendo de forma compacta e explorando a esperada descompensação defensiva do Benfica, através de Rafa, Micael e Éder.
O Benfica apresentou um futebol mastigado, denunciado, sem imaginação, com pouca amplitude - só a ala direita funcionou ainda que a espaços -, sem meia distância e incapaz de criar situações de golo, com ressalva de um lance em que Matic em posição frontal e sem oposição , incompreensívelmente, falhou a baliza.
Como se esperava, embora súbtilmente, a equipa de arbitragem lá foi ajudando o Braga, eliminando alguns lances ofensivos ao Benfica, nomeadamente assinalando um fora-de-jogo num lance de grande perigo.
Na segunda parte o Braga apareceu um pouco mais afoito, apostando no desgaste físico do adversário, tentando marcar, para então bloquear o seu meio-campo, com uma espécie de "muro de vários panos". O Benfica, básiamente, manteve o posicionamento e a dinâmica criando poucas oportunidades de golo; recordo um remate alto de Markovic a explêndido cruzamento de Djuricic e o bonito lance gizado pelo Cavaleiro a que Eduardo respondeu com soberba defesa.
Do lado do Braga, mais uma vez nos causou calafrios novo remate à trave, desta vez pelo Rafa, por sinal, um excelente jogador. Mas foi Matic "o homem do jogo", quando, incansável e inquebrantável, "rouba" a bola no meio-campo a Mauro e, não se intimidando com a presença de três defesas, manteve o discernimento necessário para avaliar o posicionamento do Eduardo e colocar a bola, imparável, ao segundo poste. Depois, foi uma tremideira até final, com a nossa ala direita completamente desguarnecida, valendo-nos Cavaleiro, revelando-se fortíssimo a defender. Também este jogo revelou a tremenda importância de Cardozo na equipa, realidade bem conhecida a necessitar urgentemente de alternativa eficaz. Jorge Jesus faz falta no Banco.
Não percebi a razão pela qual os assistentes de campo seguraram Matic pelos braços quando este festejava com os adeptos; não havia necessidade!, é assim que elas acontecem. Os assistentes devem prevenir incidentes e não provocá-los.
Os nossos B ganharam ao Oliveirense por 4-3, num jogo muito disputado, contra uma equipa possante e experiente. Foram sete bonitos golos, em especial os nossos, qual deles o melhor, tendo-me ficado na retina, em especial, o do André Gomes e o do Bernardo. Saúdo o regresso de Sancidino, jogador em quem depositamos grandes esperanças e que, por sinal, foi o joker da partida, ao marcar o golo da vitória, num belo remate de cabeça assistido pelo magnífico João Cancelo num cruzamento precioso. Sim senhor; temos aqui uma belíssima fornada a bater à porta dos às.
Parabéns aos Ás e aos Bês.
PS: Parece que o BIC é o novo financiador do sistema; Braga junta-se ao Paços no patrocínio. Como sabemos, BIC é Amorim e Amorim é Porto. Só por curiosidade; o Estado parece que injetou recentemente ou vai injetar mais 200 milhões de euros no BIC, a pretexto não sei de quê ao certo.
Na segunda parte o Braga apareceu um pouco mais afoito, apostando no desgaste físico do adversário, tentando marcar, para então bloquear o seu meio-campo, com uma espécie de "muro de vários panos". O Benfica, básiamente, manteve o posicionamento e a dinâmica criando poucas oportunidades de golo; recordo um remate alto de Markovic a explêndido cruzamento de Djuricic e o bonito lance gizado pelo Cavaleiro a que Eduardo respondeu com soberba defesa.
Do lado do Braga, mais uma vez nos causou calafrios novo remate à trave, desta vez pelo Rafa, por sinal, um excelente jogador. Mas foi Matic "o homem do jogo", quando, incansável e inquebrantável, "rouba" a bola no meio-campo a Mauro e, não se intimidando com a presença de três defesas, manteve o discernimento necessário para avaliar o posicionamento do Eduardo e colocar a bola, imparável, ao segundo poste. Depois, foi uma tremideira até final, com a nossa ala direita completamente desguarnecida, valendo-nos Cavaleiro, revelando-se fortíssimo a defender. Também este jogo revelou a tremenda importância de Cardozo na equipa, realidade bem conhecida a necessitar urgentemente de alternativa eficaz. Jorge Jesus faz falta no Banco.
Não percebi a razão pela qual os assistentes de campo seguraram Matic pelos braços quando este festejava com os adeptos; não havia necessidade!, é assim que elas acontecem. Os assistentes devem prevenir incidentes e não provocá-los.
Os nossos B ganharam ao Oliveirense por 4-3, num jogo muito disputado, contra uma equipa possante e experiente. Foram sete bonitos golos, em especial os nossos, qual deles o melhor, tendo-me ficado na retina, em especial, o do André Gomes e o do Bernardo. Saúdo o regresso de Sancidino, jogador em quem depositamos grandes esperanças e que, por sinal, foi o joker da partida, ao marcar o golo da vitória, num belo remate de cabeça assistido pelo magnífico João Cancelo num cruzamento precioso. Sim senhor; temos aqui uma belíssima fornada a bater à porta dos às.
Parabéns aos Ás e aos Bês.
PS: Parece que o BIC é o novo financiador do sistema; Braga junta-se ao Paços no patrocínio. Como sabemos, BIC é Amorim e Amorim é Porto. Só por curiosidade; o Estado parece que injetou recentemente ou vai injetar mais 200 milhões de euros no BIC, a pretexto não sei de quê ao certo.
Fora de jogo!
A sucessão de casos que, ao longo das épocas, envolvem gente do Benfica, atletas - técnicos, dirigentes, claques ou simples adeptos, - a exemplaridade de ação da justiça desportiva ou cível, seja na celeridade seja na dureza das penas, face a outras situações similares, legitimam a suspeição. Suspeição de que, dado o enorme impacto social do clube, se procure, através destes casos, atenuar o estado de evidente descrédito da justiça junto do vulgar cidadão. Suspeição de que, a nova ordem socio-política necessite de impor ao clube a expiação dos excessos do Estado-Novo e da Primavera Marcelista. Suspeição de que, a mesma ordem, queira impôr novo paradigma desportivo ao país, consubstanciado pelo FCP e os interesses de toda a ordem que lhe estão associados.
Mais uma vez, Jorge Jesus foi afastado do banco, numa altura em que o seu clube se aproxima perigosamente do primeiro lugar, algo, pelos vistos, intolerável ao regime. Recordemos os castigos aplicados na época anterior ao Presidente e ao Vice-Presidente do Benfica, respetivamente, 15 dias e 11 meses, o afastamento de Luisão na mesma época - que custou 4 pontos e o título -, só para citar os casos mais próximos.
Recordemos ainda o julgamento em curso do Presidente do Benfica no Tribunal do Bolhão por alegada difamação a Antero Henrique, do qual, inevitávelmente, sairá condenado. Recordemos todos os casos de absolvição de Pinto da Costa, Pinto de Sousa e outros, nomeadamente, no âmbito ao Apito Dourado e outras acusações avulso. Recordemos as alegações em alguns destes casos, dos responsáveis pela acusação. Recordemos o desdém com que alguns destes arguidos se apresentam nos Tribunais, confiantes da sua impunidade. Recordemos a fundamentação dos respetivos acórdãos de absolvição e concluiremos que algo vai mal na Justiça. Concluiremos que, esta, mais parece um instrumento de afirmação e consolidação da nova ordem político-desportiva, como se estivesse subjugada a "superiores" desígnios justificadores da relativização arbitrária dos princípios formais do Direito.
A supremacia do FCP no futebol, sustenta-se, sobretudo fora das quatro linhas, pela desmotivação dos adversários através da emissão de indicadores da sua influência junto dos poderes públicos. E isso é patente não só nos Tribunais, mas em múltiplas instituições públicas. E é uma das mais poderosas facetas do futebol fora das quatro linhas às quais o Benfica tarda em encontrar a resposta adequada, sem a qual não é possível ganhar.
Oxalá que, no terreno do jogo, a equipa do Benfica saiba responder à altura, apesar destas contrariedades.
Boa sorte para logo; já sabemos que os jogadores do Braga "vão comer a relva".
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Suécia-Portugal 2-3
Foi um jogo empolgante em que a vitória de Portugal e o correspondente apuramento para o mundial foi inteiramente merecido. Confesso que receava a equipa sueca pela histórica entrega ao jogo, pela coesão, e, claro, por Ibrahimovic. A equipa Portuguesa foi solidária, preencheu bem a zona do meio-campo, disputou sempre a bola com determinação e depois...Ronaldo esteve soberbo; desta vez sim, convenceu-me. Fantástico!, deixou-se de léro-léro, assumiu o jogo, concentrou-se, e, imparável, fez três magníficos golos!, qual deles o mais bonito, e podia ter marcado mais dois. Patrício esteve à altura, quanto a mim, sem culpa nos golos. Bruno Alves é que ficou pregado ao solo no primeiro, tentando, patéticamente, impedir o adversário de saltar. Ibra, com dois excelentes golos, ainda fez tremer as aspirações nacionais, mas a equipa sueca, ao arriscar tudo na ânsia do golo redentor, tudo perdeu. Honra lhes seja. Com o terceiro tento esgotou-se-lhes a força anímica, apesar da dinâmica, agora sem convicção. Muito bem; estão todos de parabéns.segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Em Defesa do Benfica: Obrigado! Querido! Benfica!
HISTÓRIA A vitória por 10-3, sobre o SC Recife, na Taça Intercontinental, no Palácio de Desportos de Torres Nova...
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