As Papoilas do Biscai@: RODRIGO MORA BISA NO SUPERCLÁSSICO: Lá longe nas Américas, terras de índios e do melhor jogador de todos os tempos, Rodrigo Mora bisou no grande clássico argentino, com do...
domingo, 20 de janeiro de 2013
Tá armada com este ladrão!
As Papoilas do Biscai@: RODRIGO MORA BISA NO SUPERCLÁSSICO: Lá longe nas Américas, terras de índios e do melhor jogador de todos os tempos, Rodrigo Mora bisou no grande clássico argentino, com do...
Além das quatro linhas
A proliferação de publicações
desportivas acentuou de forma decisiva os fatores externos de condicionamento
dos jogos e consequentemente das respetivas provas. O trabalho específico
efetuado junto da opinião pública constrói grande parte do contexto em que os
eventos se desenrolam, influenciando o respetivo desfecho, que tende a
repercutir os conceitos dominantes.
Em tempo de consolidação e
otimização estrutural, chegou o momento de expandir o projeto comunicacional do
SLB de forma a fazer frente aos principais adversários que, nesta área, nos
levam dianteira desde há muito.
À boleia das fragilidades da
democracia e dos desígnios regionalistas explícitos, o lóbi portista, nas
últimas décadas, teceu uma teia de cumplicidades transversal a todos os setores
da sociedade portuguesa, nomeadamente na comunicação social, que lhe tem
proporcionado o domínio espúrio do desporto nacional perante a incredulidade
da população, supostamente liberta da prepotência do regime anterior.
De facto, o patético, saloio e
despeitado fundamentalismo portista, encontra paralelismo na doutrina dos
movimentos de libertação das ex-colónias, nomeadamente do PAIGC, em que o seu
fundador e doutrinador, Amílcar Cabral, apenas considerava povo os
aderentes ao seu partido. Os restantes habitantes do território, constituíam a
população, à qual foi vedado o exercício de cargos públicos, em muitos casos, o acesso ao
trabalho, o acesso dos seus filhos à educação ou simplesmente julgados em
tribunal ad-hoc e assassinados sumariamente.
Num país cujos principais atores políticos e
militares se gabam de o ter resgatado dos braços da ditadura e nele restaurado
a liberdade, assistimos ao vexame da ostracização da população não portista, do
abusivamente autoproclamado território azul! Tal sucede de forma acentuada
relativamente aos portuenses Benfiquistas, como atestam frequentes testemunhos
que têm vindo a público.
O exercício da liberdade
conduziu-nos a esta odiosa discriminação que se vai aprofundando e alastrando
na sociedade portuguesa e que consiste em considerar portuenses apenas os adeptos
do clube azul, criando um clima de hostilidade a todos os outros, que, com o
tempo, acabarão por se afastar ou se converter ao portismo, passando a
constituir uma nova categoria de portistas; os portistas-novos!
Entretanto, os restantes clubes
históricos da cidade do Porto - Boavista, Salgueiros, Clube da Foz - passaram à
irrelevância, ficando os azuis com o monopólio da representação da cidade. Foi
esta perversão intolerável, que permitiu a colagem do clube à política regional
e seus apoiantes nacionais, os partidos do poder.
É por esta razão que olegários, proenças,
elmanos, dias, xistras & Cª, tanto erram em benefício dos azuis. É por esta razão que, liga, federação,
uefa e fifa, vegetam numa inação protetora. É por esta razão que tribunais,
governos, partidos e demais superestruturas do país fazem orelhas moucas aos
incómodos protestos das vítimas. Os azuis são um clube político regional difusor de ódio. O Benfica é um clube desportivo universal difusor de fraternidade.
Neste quadro, a comunicação
social dominada pelos parceiros azuis, tem tido a profícua missão de manipular
a opinião pública a contento destes e pressionar os diversos agentes desportivos e
políticos de acordo com os seus propósitos. É tempo de lutar nesta arena com
o argumento do peso social do Benfica.
É hora de convocar os
Benfiquistas para a missão de defender o seu clube, afirmando os seus valores e
desmascarando a trafulhice e o ressentimento, em especial aquelas personagens
que se têm destacado pela idoneidade, consensualidade e competência,
nomeadamente no exercício de cargos relevantes na sociedade.
Tal é o caso de Bagão Félix, cuja
definição de Benfiquismo, quanto a mim, deveria ser adotada pelo clube.
Competência, humanismo, cordialidade e capacidade retórica adveniente da sua
sólida cultura geral e cristã, fariam dele um embaixador notável do clube.
Bagão Félix tem do futebol a
justa medida, vinculando-se ao fascínio da arte inerente, captando a
exuberância estética dos grandes lances, cultivando o afeto ao seu clube e a
lealdade fraterna ao adversário. Félix, tem o dom
da justa crítica, incapaz de regatear aplauso a quem o mereça, incluindo
adversários.
Deveria ser convidado
para embaixador do Benfica, o que permitiria colocar ao serviço do clube e do
desporto em geral a sua capacidade diplomática junto da opinião pública;
fazendo a pedagogia da tolerância e da lealdade pelo desporto; sugerindo
projetos para o seu desenvolvimento; desmascarando o oportunismo, a
trafulhice e a prepotência que corroem o desporto nacional e agastam a
população.
Entregar-lhe-ia sem pestanejar um programa na Benfica TV com total liberdade de ação, onde poderia dar largas à sua enorme capacidade ao serviço do Benfica e do desporto.
Entregar-lhe-ia sem pestanejar um programa na Benfica TV com total liberdade de ação, onde poderia dar largas à sua enorme capacidade ao serviço do Benfica e do desporto.
Não tenho a menor dúvida de que
Bagão Félix se afirmaria como fator de união dos Benfiquistas e dos
portugueses, aumentando o peso institucional e social do clube.
Não creio que Bagão Félix necessitasse
de qualquer tipo de metralhadora; nem AK 47, nem Dupont.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Académica-Benfica (0-4)
Voltaram os velhos e saudosos dez minutos à Benfica! Vitória incontestável,
com espetáculo a preceito, para gáudio dos amantes do bom futebol. Indiferente
às baboseiras que os norte-coreanos, ressabiados, vão resfolegando com histerismo,
indiferentes aos tradicionais brindes com que, nos últimos tempos, as equipas
de arbitragem têm agraciado a fiel Briosa, ostentando uma autoconfiança
emergente da consciência das suas capacidades, os atletas do Benfas puxaram dos
galões e, num festival de jogo ofensivo, cedo decidiram a eliminatória, perante
o detentor do troféu. Magníficos os quatro golos, resultado da exuberante determinação
e inteligência coletivas e técnica
individual. O último de Lima foi cruel para o bom do Pfiser!
Outro remédio não tiveram os
adversários senão reconhecer, sem choradinhos, a superioridade incontestável do
Benfica. Já os erros de Jorge de Sousa, mesmo grosseirões, não tiveram
relevância.
Regressado Luisão, lesiona-se Gray, prosseguindo a sucessão de
múltiplas contrariedades que têm ocorrido esta época, numa não estranha
convergência, às quais a estrutura do clube tem dado soberba resposta, demonstrando
ter este ascendido a patamar competitivo mais consentâneo com os seus
pergaminhos.
O jogo Benfica-Porto (2-2),
continua a desenrolar-se fora das quatro linhas, onde também, os “norte-coreanos”
gozam da cumplicidade do grosso da comunicação social em todas as frentes, distorcendo
a real estória da partida. Na verdade, tentam esconder o fracasso do antijogo
que praticaram, resultante da consciência da sua incapacidade em o disputar taco
a taco. Receio bem demonstrado nos soberbos lances que precederam os golos que
sofreram e noutros, onde a “muralha de aço”, foi literalmente desmantelada.
Igualmente, os ataques a João Ferreira, visam esconder os benefícios de que disfrutaram, nomeadamente, ao serem-lhes perdoadas duas GP - uma sobre Gaitan, outra sobre Garay - e várias expulsões, desde logo ao Mangala - talvez tenha sido ele e não Helton o salvador branco ao incapacitar parcialmente o Cardozo -, ao Moutinho e ao Fernando. Depois, quem vai à guerra dá e leva! Conveniente seria apresentar um resumo do jogo com os lances onde os norte-coreanos foram beneficiados impedidndo o vencimento das suas teses ainda que patéticas, que tradicionalmente lhes rendem proveitosos frutos. Eu disse frutos? Ó diabo!
Igualmente, os ataques a João Ferreira, visam esconder os benefícios de que disfrutaram, nomeadamente, ao serem-lhes perdoadas duas GP - uma sobre Gaitan, outra sobre Garay - e várias expulsões, desde logo ao Mangala - talvez tenha sido ele e não Helton o salvador branco ao incapacitar parcialmente o Cardozo -, ao Moutinho e ao Fernando. Depois, quem vai à guerra dá e leva! Conveniente seria apresentar um resumo do jogo com os lances onde os norte-coreanos foram beneficiados impedidndo o vencimento das suas teses ainda que patéticas, que tradicionalmente lhes rendem proveitosos frutos. Eu disse frutos? Ó diabo!
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Ultima hora: O golo de Matic faz disparar o PIB
Com o rigor científico do costume, posso
garantir que o nosso esquelético PIB subiu uns, vá, 0,25% quando o aríete eslavo furou as redes da agremiação norte-coreana.
Assim que se consumou, aquela geometria metafísica desenhada por Gaitán,
Melgarejo, Lima, Cardozo e Matic animou os bolsos da pátria. Só em
consumo de cerveja e tremoço, a economia teve ali um estímulo como há muito não
tinha. Porque aquele golo não é apenas um golo. Aquele golo tem de ser
descrito no plural: são e serão sempre seis linhas rectas unidas pela fé
e pela memória. Daqui a 20 anos, várias conversas regadas a cerveja e
rodeadas de cascas de tremoços começarão com o "lembras-te daquele golo do
Matic quando fomos campeões em 2013?". Aquilo é um recorte de memória para
emoldurar, tal como a trivela de Kulkov em Leverkusen, tal como a cabeçada de
César Brito nas Antas, tal o míssil de Isaías em Londres, tal como a bicicleta
de Miccoli em Liverpool.
Como dizia há pouco, o golo de Matic já
está na memória do futuro mas também está na fezada aqui e agora. O jogo
reforçou a minha fé na vitória no campeonato. Os nervos do clube rival são,
aliás, um bom sinal. Cresci com o Benfica a ser esmagado pela agremiação
norte-coreana. Há uns 10 anos, se levasse um golo logo aos 5 minutos, o Benfica
sairia do estádio com uma goleada. No domingo, vi uma coisa diferente, vi o
Benfica dar a volta frente aos norte-coreanos. E isso é uma ruptura
epistemológica, pá, é o mesmo que ver uma bola subir uma rampa sozinha,
desafiando todas as regras da gravidade. A equipa aguentou-se, virou duas vezes
o resultado e podia ter vencido com toda a justiça. Sim, com toda a justiça.
Ai, ai, o adversário controlou o jogo, blá-blá-blá, ai, a semiótica do
meio-campo, ai, a cultura da posse de bola, blá-blá-blá.
Jogar à bola é rematar à baliza ou é andar
a brincar com ela? Na segunda parte, o Benfica teve as únicas chances de golo.
Se tivesse rins, Jardel teria rodado para o golo; se tivesse olhos, Salvio
teria metido a bola num Cardozo tão isolado como um homem honesto no parlamento;
se não tivesse a cabeça nas arábias, Aimar teria cabeceado para um golo anulado
pelo bandeirinha; se um raio tivesse fulminado Helton, Cardozo teria feito o
golo da sua carreira. Enquanto o Benfica dava este espectáculo de desperdício,
o adversário não rematou à baliza na segunda parte. Acabámos por cima, com o
guarda Abel a fazer substituições defensivas. Ah, pois, a semiótica do
meio-campo, já me esquecia.
PS: já agora, a semiótica do meio-campo
deu 50% para cada lado. Mas a ladainha pegou. Parece que o Benfica tem de
comprar um Barthes para o meio-campo.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
As Papoilas do Biscai@: UM COMUNICADO PERTURBADOR
As Papoilas do Biscai@: UM COMUNICADO PERTURBADOR: Num futuro muito próximo acabaremos por perceber o que é que se passa nos meandros do futebol português... esta suposta guerra en...
A Holanda tem uma educação inconstitucional, quiçá fascista
Henrique Raposo
Segunda feira, 14 de janeiro de 2013
Cerca de 70 por cento das escolas
na Holanda são privadas. Ou seja, o sistema público de educação da Holanda é
baseado em colégios privados com contratos de associação com o Estado. Em vez
de gastar dinheiro na construção de escolas estatais, o Estado financia
directamente os alunos e as famílias através do pagamento das propinas nos tais
colégios; o colégio recebe x por cada aluno público. Em Portugal, estes
colégios representam apenas 4% da rede escolar. Sim, é verdade que os 70% da
Holanda são um outlier, mas uma curta investigação diz-nos que este modelo é
comum na Bélgica (50%), Espanha (25%), França (20%), Malta (24%), Reino Unido
(16%).
Estamos a falar de escolas
privadas que fazem um grande serviço público. Não é por acaso que acontece o
seguinte: quando ameaçam fechar estes colégios aqui em Portugal, as cidades, as
vilas, as terras, os pais, os alunos, no fundo, as comunidades servidas pelos
ditos colégios levantam-se em peso para os defender. Porquê? Porque são
melhores do que as escolas estatais, muito melhores. Com o mesmo tipo de aluno,
estes colégios conseguem resultados superiores. Mais: conseguem esses
resultados com menos dinheiro. Para o contribuinte, é menos dispendioso
suportar a propina do "João" no colégio privado do que suportar o
"João" na escola estatal do outro lado da rua.
Vamos agora supor que o
primeiro-ministro tinha a coragem e a inteligência para propor uma mudança
estrutural no ensino. Vamos supor que o primeiro-ministro dizia o seguinte:
"portugueses, o nosso ensino tem de mudar, não tem bons resultados e é
demasiado caro. Julgo que existe um modelo superior e, ainda por cima, menos
dispendioso. Seguindo muitos países europeus, iremos apostar nos contratos de
associação com colégios privados. E as escolas estatais desta ou daquela região
vão ser concessionadas às administrações dos colégios privados. Porque não
deixa de ser curioso: com o mesmo tipo de crianças, com as mesmas origens
geográficas e sociais, um colégio com contrato de associação consegue
resultados muito superiores à escola estatal do outro lado da rua. Temos de
aproveitar isso, temos dar às nossas crianças todas as oportunidades. Por isso,
dezenas de experiências-piloto vão arrancar este ano, dezenas de escolas
estatais passarão a ser geridas por colégios privados. Se os resultados
melhorarem, essa mudança será oficializada em todo o país". Ora, no final
deste discurso, já a impressa estaria cheia com a habitual salada de
inconstitucionalidades e neoliberalidades. Estaríamos a melhorar o rendimento
escolar das nossas crianças (com base em dados insofismáveis) e estaríamos a
poupar dinheiro do erário público (com base em dados insofismáveis), mas, pois
claro, tudo isto seria inconstitucional antes do almoço e fascista depois dum
copinho de vinho.
PS: sobre os custos: Auditoria do
Tribunal de Contas revela que alunos das escolas privadas saem mais baratos ao
Estado .
PS: sobre os dados dos diferentes
países, ver Eurydice, 2012, Key Data on Education in Europe.
PS: sobre os resultados,
compare-se, por exemplo, a posição no ranking do Colégio Bartolomeu Dias com as
escolas estatais da mesma zona (Loures, Alverca).
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Benfica-Porto (2-2); um pouco mais de sol...
Na retina ficaram o golão do Matic e a bomba do Gaitan, mostrando mais uma vez a razão de ser do futebol.
O Porto apresentou-se preocupado
em não perder, muito compacto, apostando no erro do adversário, temendo
claramente o ataque demolidor encarnado. Pressionando alto criou alguma
instabilidade na defesa do Benfica, o que lhe proporcionou o 2º golo, a juntar
à inação da defesa vermelha no 1º. Com a frente de ataque bem aberta e bem
apoiada pelos laterais, dificultou sobremaneira a fluência do jogo adversário
que assim tinha dificuldade em municiar os pontas-de-lança. Porém, em todo o
jogo, os brancos, não criaram uma única oportunidade de golo!
O Benfica entrou algo nervoso,
revelando ainda algum défice de controlo emocional que lhe (nos) custou dois
golos. A excelente reação aos desaires nos golos brancos revelaram caráter e
talento, desmantelando em ambas as ocasiões, a “muralha” defensiva adversária -
era disto que o pereira tinha medo. Muita dificuldade em organizar as saídas e
falta de fluidez nas alas. A entrada de Aimar
quase alterou decisivamente este cenário, devido à sua superior visão de jogo e
à sua extraordinária capacidade em zonas muito povoadas. Então sim, a defesa
branca viu-se em grandes dificuldades devido à amplitude e precisão dos
lançamentos do miolo Benfiquista. Helton salvou
a sua equipa da derrota com uma esplêndida defesa ao colocadíssimo remate do Cardozo, isolado por magistral passe de Gaitan. Faltou meia-distância, faltou eficácia
no jogo aéreo ofensivo e faltou assistência nos ressaltos.
João Ferreira inspirava alguma
tranquilidade face às habituais nomeações para estes jogos, mas…esteve mal! A
gestão disciplinar beneficiou os brancos, permitindo que abusassem do jogo
faltoso. À exceção de um caso na 1ª parte em que o Moutinho viu estrelas, nunca
assinalou, contra aqueles, faltas em zonas perigosas. Perdoou-lhes duas grandes
penalidades; uma num derrube pelas costas sobre Gaitan iniciada ainda antes da
grande-área quando este se acercava da baliza com grande perigo; outro já nos
descontos num derrube a Garay quando
este se movimentava para responder ao cruzamento do Carlos Martins (salvo
erro). Não fiquei esclarecido quanto ao fora de jogo assinalado ao Aimar, que, no lance final rematou ao lado.
Homens do jogo: Matic, Helton e João Ferreira.
Homens do jogo: Matic, Helton e João Ferreira.
Parabéns ao sr. viegas, que,
jogando por fora, viu satisfeito o seu implícito recado. Para o sr. pereira
ofereço-lhe um saco onde poderá meter a viola que para cá trouxe e ir cantar o
fado da desgraçadinha para outra rua. Respeitinho sr pereira, muito respeitinho,
acabando-se as abébias dos homens do apito, outro galo cantará. o Benfica mostrou mais e melhor futebol.
AB
domingo, 13 de janeiro de 2013
Os meus heróis:Mário Dinis
Um abraço quebra-nozes para o Mário Dinis e para o CM.
Notícia do CM de 13.01.2013
"Ele ia morrer, tirei-o a tempo"
"Estão bastante feridos e assustados, mas vivos". Mário Dinis, 52 anos, que anteontem resgatou do mar dois pescadores furtivos que naufragaram devido à forte ondulação, já consegue respirar de alívio. O barco onde seguiam Joaquim Vieira e Fernando Reis deu ontem à costa, próximo do local do naufrágio na praia da Barra, em Ílhavo. Os dois pescadores recuperam em casa.
Esta é mais uma história que Mário Dinis tem para contar. Com os dois salvamentos que fez ontem, já são quatro os homens que retirou do mar. "Já há quem me chame ‘O Anjo da Guarda da Barra’", brincou o empresário, apaixonado pela pesca desportiva, que anteontem salvou da morte dois homens que saíam para a pesca ao robalo.
Esta é mais uma história que Mário Dinis tem para contar. Com os dois salvamentos que fez ontem, já são quatro os homens que retirou do mar. "Já há quem me chame ‘O Anjo da Guarda da Barra’", brincou o empresário, apaixonado pela pesca desportiva, que anteontem salvou da morte dois homens que saíam para a pesca ao robalo.
Rejeitando o título de herói, Mário Dinis conta que quando está no mar, está sempre "preocupado a ver se está tudo bem". Anteontem, cerca das 17h30, quando regressava a terra, apercebeu-se de que os pescadores estavam em perigo.
"O mar tinha vagas muito grandes, e deixei de os ver. Ouvi gritar e avancei de imediato", contou. Junto ao barco, com o colete vestido, Mário encontrou Fernando Reis. "Vi que ele estava seguro e pedi--lhe para esperar", lembrou. Avançou com o barco à procura de Vieira. "Se não chego naquele momento, ele ia morrer. Tirei-o a tempo", suspira, aliviado. O salvamento dos dois homens demorou cerca de uma hora.
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