Desporto

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

O desafio da geração

por JOÃO CÉSAR DAS NEVES (in DN 2012.12.31)

Esta crise é um grande teste. Perante a desgraça, todos somos postos à prova. Para a maior parte de nós, esta situação é mesmo o desafio da nossa vida. Um dia perguntarão o que fizemos na grande recessão, como hoje dizemos da Guerra Colonial ou do 25 de Abril. Muitos terão de responder sinceramente que foram parte do problema, não da solução. Terão de dizer que protegeram benesses, sabotaram reformas, resistiram à mudança, incitaram ao ódio.

A tentação da revolta e desânimo é bem compreensível. O pior da conjuntura, o verdadeiro mal que cria no tecido social é a surpresa, a desilusão, a indignação. Confiávamos no sistema que faliu e surgiu o oposto do prometido. Muitos sofrem muito, mas o que mais ocupa os nossos protestos é o desalento, a queixa, a fúria. Este país deixou-nos outra vez ficar mal. Ouvimos muitas histórias degradantes de injustiças, mentiras, direitos violados, inocentes sofrendo, corruptos e burlões. Grande parte é falsa, pois a fúria cria o exagero, mas muitas são verdade. Assim, multidões de argumentos justificam a atitude negativa. O efeito de todas é sempre promover propostas repulsivas, nunca construtivas. A receita é denúncia, revolta, violência, nunca compreensão, solidariedade, perdão.

Perante a indignação é fácil esquecer os valores que sempre guiaram a nossa vida, ou que dizíamos que guiavam em tempos mais serenos. Vemos pessoas honestas dizer e fazer coisas brutais. Quantos cidadãos pacatos não repudiam agora a lei e a autoridade, rejeitam a democracia, desprezam o País, recomendam violência e revolução, agridem o próximo? Todas estas atitudes justificam-se como luta pela justiça, mas apenas produzem vingança. Foi assim que surgiram as maiores barbaridades da história: Hitler e Ben Laden diziam responder a ataques. Invoca-se a dor e a iniquidade, mas isso apenas revela a fragilidade das antigas convicções, renegadas logo que testadas.

Perante o embate é possível subir ou descer. Podemos enfrentar ou criticar, inovar ou gemer, criar ou agredir. É agora que o nosso carácter, a fibra, as raízes, as convicções profundas mostram o seu valor. O embate é brutal e muitos cedem. É fácil desanimar, desistir, acusar, insultar, agredir, odiar, mas o problema fica na mesma. Um pouco pior. Difícil é subir ao nível da dificuldade e enfrentá-la. Vencer ou perder, mas encará-la. Como o fizeram as gerações antigas em encruzilhadas bem mais duras.

O pior da crise não é o desemprego, as falências, a pobreza, o desânimo. O mais negativo não é o peso financeiro, a recessão económica, o choque social, a desorientação política, a paralisia cultural, o bloqueio institucional. O pior da crise é o ódio. Só o ódio poderia realizar as irresponsáveis previsões catastrofistas que dominam a imprensa. O ódio é a única força que pode perpetuar o mal, deixando cicatrizes na economia, na sociedade, na política e na cultura. A situação justifica repulsa, angústia, desânimo, até mesmo desespero ou revolta. Mas não pode justificar o ódio, porque nada o justifica. O ódio nunca nasce das circunstâncias, mas da atitude face às circunstâncias. O ódio, mesmo mascarado de justiceiro, nunca tem razão. É sempre um mal arbitrário, abusivo, inaceitável.

Portugal vencerá o teste, como venceu outros muito maiores. Da crise nascerá um país mais justo, dinâmico e equilibrado. A única dúvida é como cada um de nós se coloca neste processo. Como em épocas passadas, podemos estar do lado do futuro ou da reacção. Podemos desistir, protestar, exigir, gemer, insultar ou, pelo contrário, encarar as dificuldades, procurar resposta, construir a solução. Destes, apenas destes sairá o novo Portugal. Não é do Governo, política, troika, Europa, FMI, que ajudam ou complicam, e geralmente complicam mais do que ajudam. A saída da crise depende de milhões de cidadãos anónimos tentando melhorar a sua vida e encontrando a resposta. Se a percentagem dos que vencem o ódio for superior à dos seus promotores, Portugal passa o teste. Só o nosso carácter, a fibra, as raízes e as convicções profundas nos permitirão vencer o desafio desta geração.

naohaalmocosgratis@ucp.pt

Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico

 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Futebol Europeu; hora de mudança (3)


Futebol Europeu; hora de mudança (2)


Futebol Europeu; hora de mudança (1)


Insustentabilidade do futebol espanhol (e português)

Modelo econômico põe em risco maior parte dos clubes espanhóis:

(Em "O Povo online em 28.12.2012)
Os clubes espanhóis, salvo Real Madrid, Barcelona e talvez o Athletic Bilbao, correm o risco de fechar suas portas em consequência do atual modelo econômico da Liga Espanhola. O alerta foi feito pelo economista José Maria Gay de Liébana, que é professor da Universidade de Barcelona.
Em uma entrevista à revista espanhola Offside, o economista analisou a situação do futebol espanhol comparado com as ligas de Alemanha, França, Inglaterra e Itália. Em todos estes países, Liébana assegurou que os gastos dos clubes superam as receitas.
No entanto, o modelo espanhol foi considerado mais nocivo por conta de sua divisão desproporcional das cotas de TV entre os clubes. Os recursos da televisão podem corresponder, no país, a até 38% das receitas dos clubes.
Na Inglaterra, o Manchester United ficou na temporada atual com 13,1% de todo o valor pago pela TV. Já na Espanha, Barcelona e Real Madrid ficam com 49,3%, muito acima do Valencia que fica com 6,5%.
- A Espanha é o país com a pior divisão de receitas oriundas da TV. O problema radica na forma como o dinheiro está concentrado em alguns clubes, pois cada um negocia em separado. Não pode o Valencia receber menos em direitos de transmissão que o Wigan, que luta para não cair na Inglaterra - explicou o economista.
Liébana lembrou como o Campeonato Espanhol era mais equilibrado antes da nova forma de divisão dos recursos.
- O Villarreal conseguiu ser vice-campeão e o Valencia foi campeão. Hoje o Valencia comemora o fato de ter sido terceiro colocado em três temporadas seguidas - resume o professor.

O economista também criticou a forma como a Liga de Futebol Profissional da Espanha tenta expandir a sua marca para o mundo. Liébana acredita que os espanhóis estão buscando se firmar primeiro no mercado errado.

- A centralização dos esforços deveria ser para vender a Liga para os Estados Unidos e o Japão, onde as pessoas têm muito mais poder de compra que na China - analisou.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Moreirense- Benfica (1-1, Taça da Liga)



Nunca pensei; dois penaltis favoráveis ao Benfica no mesmo jogo arbitrado pelo inefável Cosme Machado? Hum!
 
Gostei do novo estilo de marcação de penaltis do Cardozo, altamente desmoralizador do guarda-redes adversário. Gostei da diversificação dos marcadores destas faltas, mas não da execução; na próxima, Lima não falhará. Pareceu-me em fora de jogo o lance do golo do Moreirense.
 
Moreirense motivado, Benfica a gasóleo chinês, na reserva, fruto dos festejos natalícios...

Ah, aquilo é um campo de futebol de Primeira Liga, onde os clubes investem muitos milhões de euros?

Estes campinhos favorecem a competitividade do futebol português?

Tudo ao monte e fé em deus?

Vou ali e já venho!
 
Tenham mas é Juizo e organizem uma Liga como deve ser!
 
AB

Prémio Zaratustra



O Conselho de Administração do Zaratustra - eu mais eu - decidiu em reunião extraordinária à pressa, atribuir por unanimidade, o prémio “Polidor de 1ª Classe” ao “fossilizado” jornalista Sr Vitor Serpa, pela excelsa clarividência revelada pelo grupo de trabalho que dirige ao atribuir o prémio “Homem do Ano” ao Sr. Pedro Proença!
 
De facto, com esta distinção, o histórico diário mostra ao mundo desportivo o caminho do futuro: a essência do futebol não está, como erradamente se pensava, nos Atletas, nem nos Técnicos, nem nos Dirigentes, não senhor! A essência do futebol está em quem decide os jogos e os vencedores das provas; qual ponta-de-lança, qual armador-de-jogo, qual central, qual guarda-redes, qual treinador, se um só homem, sem grande esforço, pode sintetizar tudo isto?

Essa omnipotência é reconhecidamente um atributo do Sr. Proença, que, assim, muito justamente, vê reconhecido o seu meritíssimo mérito. Porém, convém não esquecer que tais poderes deverão, sempre, salvaguardar os interesses dos digníssimos “cruzados”, critério tão criteriosamente garantido pelo impagável Sr. Proença ao longo dos seus muitos anos de brilhante carreira ao serviço de tão digníssima causa, tal como, aliás, é caso do Sr. Serpa e do seu, agora, jornaleco.
"POLIDOR DE 1ª CLASSE"
Além desta magnífica foto para emuldurar no seu belo escritório Zaratustra oferece ainda ao distinto Diretor esta belíssima canção:
 
 
 
 
AB

sábado, 29 de dezembro de 2012

XEQUE-MATE


Entre Benfiquistas, há muito se defende a integração do seu clube na Liga Espanhola, desesperançados da vontade e capacidade das estruturas nacionais, desportivas e políticas, de promoverem a regeneração do desporto nacional, contaminado pelo “fundamentalismo cruzado”.

De facto, os grosseiros e decisivos erros de arbitragem  continuam a suceder-se, sempre com o mesmo beneficiário direto ou indireto, que assim adquire vantagem sobre os adversários, proporcionando-lhe o acesso a avultadas receitas e a um elevado nível competitivo  alavancado pelas compulsivas arbitragens “amigas”.

Quem está atento às movimentações do xadrez político percebe sem dificuldade que tal se deve à conversão do clube “cruzado” em agente político de caciques regionalistas com forte influência económica, política e judicial no país, razão primeira e última da inação de quem tem o dever de garantir a lealdade e transparência das competições desportivas.

Para cúmulo, assistimos impotentes aos apoios financeiros e institucionais continuados, mais ou menos camuflados, ao clube “cruzado”, como se este fosse um desígnio nacional, e ao financiamento indireto e forçado, pelo Benfica, dos seus adversários, em virtude do seu enorme potencial económico, do qual, paradoxalmente, retira exíguo proveito.

Por outro lado, na sequência das declarações dos responsáveis de vários clubes da liga Belga e até do ex-Presidente do Barcelona Joan Laporte, no atual contexto do futebol europeu, também o futebol Português está condenado à irrelevância face à incapacidade de gerar receitas que permitam aos seus clubes ombrear com os seus congéneres europeus. 

A entrada maciça de avultados capitais do setor energético no futebol, tem conduzido a uma espiral de custos operacionais cujas consequências acabarão por se fazer sentir de forma dramática, traduzindo-se na elitização crescente deste desporto, outrora “do Povo”.

Por tudo isto, é hora do xeque-mate! Os dirigentes do Benfica deverão considerar a viabilidade do pedido de adesão do clube à Liga espanhola, onde poderá capitalizar todo o seu potencial financeiro, equivalente ao dos grandes clubes europeus, esvaziando uma Liga apodrecida pela corrupção. Veremos depois a côr do riso do pintinho.
 

 AB
Extratos da comunicação social:
Standard Liège ameaça deixar a Liga belga
Por SAPO Desporto (26 de Dezembro de 2012)
O clube quer ajudar a criar uma liga conjunta entre belgas e holandeses.
O Standard Liège exige a criação de uma liga conjunta entre Bélgica e Holanda para continuar no seu campeonato belga.
A revelação foi festa esta quarta-feira pelo dono do clube, Roland Duchatelet. «Sem a criação de uma Beneliga [a designação para o campeonato que reuniria os clubes de Bélgica e Holanda], o futebol belga vai cair de morte natural. Se tal não for aprovado, vamos pedir para aderir ao campeonato francês. Legalmente é possível se os clubes franceses estiverem de acordo», avisou o empresário.
A proposta de uma liga conjunta entre os dois países - que já organizaram em parceria o Euro2000 - é um tema que tem sido discutido nos últimos anos, mas nunca foi formalizada uma proposta oficial.
«Recusar esta Beneliga seria má gestão. Anderlecht, Club Bruges, Ajax e PSV Eindhoven também estão de acordo», frisou. 

Zero-Zero.pt (2012.11.23)

Joan Laporta, ex-presidente do Barcelona, assume que se podia criar uma «Liga ibérica», onde jogariam Benfica, FC Porto e Sporting com o Barcelona e o Real Madrid.
«Que seria da Liga espanhola sem o Barça ou o plano inverso? Além disso é uma Liga [n.d.r Liga espanhola] que está centrada no Barça e no Real Madrid. Então apenas teriamos que ter a inteligência e procurar uma fórmula. Assim, jogaríamos uma Liga da Confederação ibérica», disse o antigo dirigente, em declarações à Antena 1.
Laporta explicou assim as suas ideias sobre a importância do clube catalão no futebol do país vizinho.
Jornal Económico:
António Freitas de Sousa
13/12/11 20:32
presidente da Câmara de Gaia disse hoje que se FC Porto, Benfica, Sporting e Braga jogassem em Espanha "rapidamente se transformariam em grandes empresas".
"Se o FC Porto, Benfica, Sporting e Braga fossem jogar no campeonato de Espanha, rapidamente se transformariam em grandes empresas", disse o presidente da Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes, no seminário 'Portugal 2012: os desafios do Orçamento de Estado', organizado pela Ernst & Young, em parceria com o Diário Económico.
Afirmando não deixar de ser português por confirmar uma visão iberista da economia, Menezes disse que a dimensão do mercado ibérico rapidamente faria com que aquelas quatro empresas passassem a ganhar enormes proventos em mercados internacionais - nomeadamente em mercados emergentes como a China; e que, paralelamente, as cidades que albergam aqueles clubes sentiram o que é serem palco de grandes acontecimentos desportivos. Ainda em termos da dimensão do país, Luís Filipe Menezes afirmou que a Península Ibérica "é o nosso mercado natural": "São 67 milhões que, para o edil de Gaia, não tinham qualquer sentido - numa altura em que 'venderam' ao país que o seu mercado potencial seriam os 500 milhões de habitantes do continente europeu.

Petição Queremos o Benfica na Liga Espanhola em 2012/2013

Para: Presidente da Liga Portuguesa de Clubes e do Sport Lisboa e Benfica


Para os que querem o Benfica numa competição mais forte. Para os que não querem o Benfica no campeonato nacional. Para os que acreditam que o Benfica devia ombrear com Barcelona, Real Madrid, Sevilha, Villareal ou Atlético de Madrid. Para os que gostavam de ver o Benfica a ombrear com clubes mais fortes. Para os que acham um desperdício ter esta equipa a jogar em Portugal. Para os que não querem desperdiçar a oportunidade de ver o Benfica fora de Portugal. Para 6 milhões de benfiquistas. Para 4 milhões de anti-benfica. Para os que sabem que Nolito, Garay, Gaitan, Rodrigo, Cardozo, Maxi Pereira, Javi Garcia, Aimar ou Saviola dominam perfeitamente a língua espanhola e que não teriam dificuldades de adaptação. Para os que dizem que Jorge Jesus é capaz de falar melhor espanhol do que português.
Esta é uma petição para que o Benfica dispute a época de 2012/2013 na Liga Espanhola.

Contamos com todos.

Os signatários

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

O sininho do pintinho

 

 
Estava ufano o pintinho
Tocando o alegre sininho
No átrio da comissão,
Sem vestígios de ladrão! 

Embevecidos anjinhos
Olhando conchegadinhos
Ouviam com emoção
Não vislumbrando ladrão! 

Bailava o feliz badalinho
Afagando com  carinho
A saia, sem dar trovão
Nem incomodar ladrão! 
 
Todos muito contentinhos
Mostram aos humildezinhos
Tão ditosa transformação,
Desaparecendo o ladrão! 

Na caixa muitos eurinhos
Pagam muitos cafezinhos;
Que grande satisfação,
Pois não se avista ladrão!

Ignoram os amiguinhos
Que tenebrosos caminhos
Não iludem o povão,
Que sabe quem é o ladrão! 

Esquecem os confradinhos,
Com hipocritas sorrisinhos,
Que os que ficam ao portão, 
São tão bons como o ladrão!  
 
Abramos nossos olhinhos
Limpemos os ouvidinhos
Ao som da bela canção,
Mas sem esquecer o ladrão!

 

domingo, 23 de dezembro de 2012

Solidariedade no Futebol


Site da LPFP:
A Fundação Liga Portugal foi hoje aprovada em Assembleia Geral Extraordinária (AG), pela maioria de clubes presentes.
Esta fundação de solidariedade social tem como objetivo contribuir ativamente para a melhoria das condições de vida dos mais carenciados e para a inclusão social, através da prática do futebol. A Liga e os clubes das competições profissionais irão, assim, promover um conjunto de iniciativas que visam aumentar a qualidade de vida dos seus públicos-alvo. 
Resultado da votação do ponto 2. Apreciação, discussão e deliberação sobre a proposta de constituição da Fundação da Liga Portuguesa de Futebol Profissional:
Votos Contra: Gil Vicente (2 votos), Beira-Mar (2 votos), Oliveirense (1 voto) e Covilhã (1 voto) - total 6 votos
Abstenções : Paços Ferreira (2 votos), Feirense (1 voto) e Belenenses (1 voto) - total de 4 votos
 
Votos favoráveis: Marítimo (2 votos), Benfica (2 votos), Braga (2 votos), Sporting (2 votos); V. Guimarães (2 votos), Rio Ave (2 votos), Olhanense (2 votos), Estoril (2 votos) e Moreirense (2 Votos); Penafiel (1 voto), Leixões (1 voto), Aves (1 voto), União (1 voto), Trofense (1 voto), Freamunde(1 voto), Naval (1 voto), Sta Clara (1 voto) e Tondela (1 voto) - total de 27 votos.
A deliberação de constituição da Fundação foi, assim, tomada com 27 votos a favor e 6 votos contra, que se traduz numa aprovação por 82% dos votos emitidos.
 
Na AG desta manhã, foi igualmente aprovado, por maioria, o fundo inicial próprio da Fundação Liga Portugal no valor de cem mil euros, bem como a proposta de concessão de poderes ao presidente da Liga ou a qualquer um dos membros da Comissão Executiva para realizar todos os atos necessários à criação e reconhecimento da fundação.”

Uma iniciativa que aplaudo sem reservas pela demonstração de que as boas causas podem unir os mais irascíveis adversários do futebol. Num tempo de muitas angústias, de pouca esperança, de muitas incertezas, trata-se de uma pequena luz de esperança emergindo dum universo de avultados cifrões e muita crispação, que espero frutifique mobilizando clubes e atletas na difusão da solidariedade tanto quanto possível. 

PARABÉNS A TODOS!


https://www.youtube.com/watch?v=2JAQPZfycgk&feature=player_embedded