Desporto

domingo, 24 de junho de 2012


Em Defesa da Honra
Por; Santana Maria Leonardo
Publicado em “O Diabo” de 19 de Junho de 2012 

                Temos sido governados nos últimos anos pela versão portuguesa da geração “Sexo, Drogas e Rock’n Roll”. Ou seja; a geração da “realização pessoal”. E em nome da realização pessoal  sacrificou-se tudo; até a família e os amigos. A honra é um valor desprezado, denegrido e totalmente esvaziado por esta geração, ao ponto de, praticamente ter desaparecido do nosso vocabulário.

                Ora, a honra é a trave mestra do edifício dos valores. Não há instituição, comunidade ou sociedade que consiga manter-se de pé sem valorizar a gente honrada. Acontece que, nos últimos 40 anos, ao mesmo tempo que a gente honrada era perseguida, enxovalhada e ridicularizada por esta geração, os “chicos espertos” tomavam de assalto todas as instituições - partidos, autarquias, escolas, tribunais, Assembleia da República, Governo, Presidência da República, etc. etc. - e institucionalizavam, como ideologia da III Republica, o “chico-espertismo”.  Estamos agora, apenas, a colher o que semeámos.

                E num país governado por esta canalha, não se podia esperar dos nossos serviços secretos outra coisa a não ser andar a espreitar pelos buracos da fechadura ao serviço de um qualquer “chico-esperto”. E não sei mesmo o que mais me revolta: se esta geração de “chicos-espertos” que implodiu todas as nossas instituições ou a cínica candura dos nossos comentadores que, tendo presenciado a derrocada das nossas instituições, ainda têm o descaramento de pedir ao povo para confiar no regular funcionamento das mesmas!

Como o Capitalismo se tornou selvagem:

                Apesar do modelo económico da esquerda revolucionária ter ruído com o muro de Berlim, a verdade é que a esquerda conseguiu capturar culturalmente o sistema capitalista. Com efeito, é hoje a esquerda que domina culturalmente o mundo ocidental, impondo a ditadura do politicamente correto e procurando inibir quem discorda dos seus dogmas com o mesmo método de rotulagem que era usado pelo anterior regime.

                Antes do 25 de Abril, quem se atrevesse a discordar ou a questionar algum dos dogmas do regime era logo catalogado de “comunista”. Hoje, quem se atreve a questionar algum dos dogmas da esquerda bem pensante é logo rotulado de conservador, reacionário ou de direita.

                Ora eu rejeito terminantemente esta divisão do mundo entre bons (esquerda) e maus (direita). No entanto, de uma coisa tenho hoje a certeza; não sou crente, mas prefiro o mundo criado por Deus em que a direita acredita, do que o mundo governado pelo deus que a esquerda julga que é.

                O Deus em que a direita acredita é um Deus de rosto humano, que aceita o Homem como um ser imperfeito, com as suas limitações e fraquezas. Pelo contrário, o deus que a esquerda julga que é, é um deus arrogante, persecutório e prepotente, para quem o ser humano é uma espécie de máquina destinada a ser programada de acordo com as suas taras e manias.

                A forma como esta esquerda bem pensante quer regulamentar e regular a nossa vida ao mais ínfimo pormenor, impondo o que comemos, bebemos, fazemos e pensamos, é absolutamente revoltante e aviltante da natureza humana.

                Odeio esta esquerda fascista e fascizante que partiu o eixo da roda da civilização ocidental, construído e alicerçado nos valores judaico-cristãos, desorganizando e desequilibrando, consequentemente, o sistema capitalista e transformando-o num sistema irracional e selvagem.

terça-feira, 19 de junho de 2012

A Persistência da estupidez!
Noticiou o “O Record” e o “CM” que Pinto da Costa efetuou, a convite da Assembleia da República ou dos Deputados, ou dos Deputados portistas - não sei bem - a sua tradicional visita àquela instituição pelos vistos já inscrita no protocolo deste órgão de soberania há cerca de vinte anos.

Como se trata de uma pessoa respeitável e respeitadora, para nos tranquilizar, Pinto da Costa, apressou-se a declarar que o motivo da visita se limitara à saudável confraternização com os adeptos portistas e que não se falara de futebol. Confirmando a sua notória capacidade de reconhecimento do mérito alheio, apressou-se, desinteressadamente, a tecer encómios à coragem da Presidente do órgão anfitrião por ter tido a suprema audácia de declarar a sua condição de adepta do “grandioso” clube azul. Não se contendo, demonstrando profundo conhecimento das vicissitudes dos Portugueses e de Portugal, informou-nos, do alto do seu lamacento pedestal, que “o número estúpidos não diminuíram”, provocando em nós uma profunda tristeza pois que, se não houvessem estúpidos em Portugal, todos aplaudiríamos euforicamente felizes, a visita ao segundo órgão de soberania da Nação. Da Nação que, dizem, descobriu as virtudes Democráticas em Abril de 1974!

Para surpresa de todos vós, colegas Benfiquistas, declaro desde já a minha concordância com Pinto da Costa! É uma evidência que a estupidez continua a comandar esta moribunda IV república!

A estupidez de todos os que ousam instrumentalizar um órgão de soberania que deveria ser o pilar do regime, promovendo a união entre Portugueses, para ostentar a prepotentemente, o o sucesso desportivo, sustentado na intolerância, na violência, na descriminação desportiva e social e em todas as trafulhices que as escutas do Processo do Apito Dourado sugerem a quem as ouve.

A estupidez dos que, representando a Nação, participam nesta encenação circense, promotora o desmérito – Pinto da Costa e o FCP foram condenados na Justiça desportiva no âmbito do processo do Apito Final - e do insulto a todos os Portugueses adeptos de clubes adversários derrotados pela “suprema sapiência” dos que disputam as provas desportivas condicionando o seu desempenho através de inúmeros artifícios extradesportivos.

A estupidez dos que, covardemente, a tudo assistem sem um protesto, temerosos das lestas e nefastas consequências de que seriam alvo.

A estupidez de todos os que creem na incapacidade perceção e de revolta dos vilipendiados perante as repetidas afrontas de que são alvo.

Não se falou de futebol e os deputados anfitriões ofereceram ao convidado um livro comemorativo da vergonhosa vitória no passado campeonato nacional?

A confraternização clubista não se pratica nos órgãos de soberania da Nação, mas em locais apropriados para o efeito.

Quanto à qualidade de adepta portista da Presidente da Assembleia da República, é minha inamovível convicção que foi precisamente por isso que foi escolhida para o cargo, à semelhança de muitos outros exemplos, revelando, tal como já referi noutras crónicas, uma influência dominante do lóbi azul na atual maioria e até nas oposições.

Portanto, efetivamente, é minha convicção inabalável, que a visita de Pinto da Costa à Assembleia da República, trata-se de um ato político que visa promover a crescente influência nos bastidores dos variados poderes públicos, das entidades associadas direta ou indiretamente ao clube de futebol que Pinto da Costa dirige , que o usam para promover os seus interesses económicos e políticos, nomeadamente, da criação da região porto, atualmente em curso.

Esta visita, demonstra à saciedade, que o clube que Pinto da Costa, aparentemente, dirige, é, na verdade, e tal como já disse antes, uma organização económico-política da qual tal personagem não passa de um “testa de ferro” inimputável.

Enquanto os dirigentes do Benfica teimarem em ignorar esta convicção, como ficou claro na recente entrevista de RGS ao NG, o Benfica não só não ganhará, como estará condenado à regressão.

É portanto necessário levantar bem alto, e resolutamente, a bandeira da revolta, unindo todos os Benfiquistas contra a colonização azul.

Todos sabem que sou um admirador do atual Presidente do Benfica, mas, volto a dizer-lhe; ou tem coragem para assumir esta luta sem tréguas e sem condições, unindo todos os Benfiquistas, ou terá que dar lugar a quem esteja disposto a fazê-lo.

Caso contrário, teremos que ser nós Adeptos a fundar uma organização para fazer frente a todos os bandidos que se queram apoderar do país para subjugar toda a população aos seus espúrios interesses.

Não é apenas o Benfica que está em causa, mas Portugal Livre e Democrático!

Rua com os sociopatas!

AB

sexta-feira, 8 de junho de 2012

A entrevista ao NG de RGS (2ª e última parte)


Direção do SLBenfica:

A relativização que RGS atribui à necessidade de os sócios e acionistas se inteirarem do projeto em vigor, alegando que quando se ganha, ninguém manifesta tal interesse, deixa-me estarrecido! Pois com certeza! Se a equipa ganha, o projeto é bom. Se não ganha tem que ser corrigido! É essa uma das missões fundamentais dos sócios e dos acionistas!

Isto é mais grave do que eu estava à espera! Respondeu a seguir indiretamente, que o projeto é ganhar tudo! Enunciando o princípio diretor do clube significa que não há objetivos definidos, ideia que acaba por ser assimilada quer pelos Atletas, quer pela estrutura quer pelos Adeptos, degradando a capacidade competitiva global! Isto não é admissível!

A resposta seguinte é igualmente espantosa! Recusa-se a admitir a intenção de derrubar a Hegemonia do FCP mas refere que bastará ao Benfica ganhar duas ou três vezes seguidas para esse domínio regredir, parecendo ignorar os pressupostos em que assentam as vitórias do FCP - incluindo a relativização sociopolítica dos valores que refere - e as inevitáveis derrotas no Benfica! Continua a ser grave!

A estupefação continua quando afirma que a Direção não deve definir objetivos desportivos relegando para os sócios e acionistas esse juízo! Tal reflete antes de mais uma inadmissível incapacidade de definição de objetivos desportivos perante os eleitores e restantes sócios, acionistas e adeptos. O caso é que, a adequada avaliação pelos sócios e acionistas da eficácia do trabalho da Direção, decorre dos compromissos e suas condicionantes que esta definiu para si própria! É assim que se gere qualquer empresa de sucesso. Claro que é muitíssimo melhor não assumir coisa nenhuma e navegar à vista! Mas não queremos isso no Benfica! Isto vai de mal a pior!

Referi um dia algures que me agrada o facto de Rui Costa estar no Benfica mesmo que sem função. Por isso, aceito a resposta de RGS, sendo óbvio que, RC, constituindo um fator de coesão dos Benfiquistas e de credibilização da Direção carece de um projeto específico adequado ao seu perfil e às necessidades do clube, do qual continuamos a saber nada.

A certa altura, tornou-se evidente que “o esquadrão de propaganda azul” definiu RC como alvo desencadeando sobre ele uma série de ataques sórdidos, visando destruir o capital de idoneidade e simpatia de que goza, dentro e fora do universo Benfiquista. Foi na lógica de o proteger que, quanto a mim, bem, António Carraça foi contratado. Tal não foi referido por RGS!

A declaração de empenho que manifestou na reconciliação dos Benfiquistas acusando os opositores de servirem os interesses dos nossos adversários, não é suficiente, tornando-se necessário estabelecer vias e mecanismos de diálogo visando a aproximação de posições, sempre na defesa dos superiores interesses do clube.

Afirma a posição do clube de exigência da sustentabilidade financeira dos concorrentes como requisito para a prossecução da verdade desportiva, mas, efetivamente, nada consta que tenha sido feito nesse sentido já que grande parte dos clubes está em graves condições financeiras.

Reconhece a subversão da verdade desportiva provocado pela cedência de atletas de alguns a clubes a outros do mesmo escalão mas não explicita as dificuldades a que alude, para lhes pôr fim, nem as diligências que a Direção tomou e tenciona tomar para esse fim.

Reconhece implicitamente as alianças de bastidores entre alguns concorrentes, com benefício desportivo e financeiro para o principal adversário revelando a sua fé no vencimento da razão numa sociedade democrática, esquecendo-se de que esta, o é apenas formalmente! Mais revela acreditar na reconversão futura dos aliados antiBenfica, esquecendo que a “exemplar estrutura” gere a rotação de alianças de acordo com os seus interesses, entre os quais, o mais importante é o de disseminar o Anti-Benfiquismo militante por toda a parte, num registo de perseguição social económica e política. Uma omissão gravíssima!

Aprovo a resposta que deu relativamente ao interesse de uma aliança com o SCP! É um assunto a esquecer. O Benfica deve bater-se ativamente pelos pressupostos de uma competição justa com quaisquer aliados interessados na mesma luta.

A propósito do referido relacionamento público do atual Presidente do Benfica com alguns “inimigos” do clube, como Joaquim Oliveira e António Salvador, testemunha a intransigência daquele na defesa dos interesses do clube, alertando para o perigo dos boatos, parecendo ignorar que, é precisamente esse relacionamento pessoal que gera tais boatos, seguramente fomentados pelo “esquadrão de propaganda azul”.  Grave!

 Nova perplexidade reside na perentória negação da sugerida pluralidade na Benfica TV, contemplando diferentes correntes de opinião! Compreendo a necessidade de coesão e compreendo o risco de dispersão e confronto inerente ao processo, mas, salvaguardadas as indispensáveis precauções, poderia, pelo contrário, constituir um fator de coesão e progresso do clube e SAD! A Democraticidade do clube não poderá nunca restringir-se à retórica! Grave!

Ao contrário, registo com agrado a aceitação da ideia de estreitamento do relacionamento do clube com o universo blogger Benfiquista. Considero-a uma excelente ideia na medida em que alavancaria a capacidade de comunicação da Direção, por um lado e responsabilizaria os bloggers num registo de militância; algo que muita falta faz ao Benfica. Parabéns ao autor da ideia!

É também com agrado que verifico a abertura de RGS à realização periódica de um congresso de Benfiquistas - naturalmente sócios do clube -, para apresentação, debate e votação de ideias para a gestão do clube. E compreendo as reticências que refere quanto aos riscos inerentes. Pois compreendo! É o risco inerente à Democracia; ou assume-se ou coarta-se esta e neste caso, as consequências também serão nefastas. Tudo a seu tempo, sendo que, este projeto, exige muita, mas mesmo muita ponderação, competência e maturidade de todos, sob pena de produzir resultado oposto ao pretendido. Estaremos preparados?

O Conselho de supervisão é outra coisa; seria constituído por um pequeno grupo eleito em AG do clube, que fiscalizaria a gestão executiva da SAD. Aliás, creio que os regulamentos da CMVM, o exigem em certos moldes. Defendo esta ideia, como já referi em crónica anterior. A questão da vaidade não se coloca, uma vez que se aplica a todos.

Não entendo com clareza a questão seguinte; a da proposta de exigência de filiação ininterrupta superior a 15 anos para aceder a qualquer órgão elegível do grupo Benfica, nem a resposta. Porém reconheço que, se é necessário blindar o acesso de “submarinos” e aventureiros ao clube, que poderiam destruir em pouco tempo tudo o que de bom já foi feito, também reconheço que tal requisito consistiria num fator dissuasor de adesão de novos sócios e promotor de desistência de muitos outros. Portanto, cuidado, muito cuidado! Nem tanto ao mar, nem tanto à terra!

À sugestão de que a ação do Treinador deveria restringir-se à preparação técnico-tática da equipa, ficando toda a gestão estratégica a cargo de outras estruturas do clube, afirmou perentóriamente que essas estruturas existem e exercem um trabalho de grande rigor, deixando a questão do treinador sem resposta. No entanto, é para mim óbvio que o Treinador deve ter sempre uma palavra a dizer na constituição da equipa. Faz parte do seu trabalho!

Considero a última questão relevantíssima para a consolidação da expansão do clube, alargamento da capacidade de recrutamento e aumento da eficácia de formação dos mesmos. Já a resposta de RGS afirmando que os CFT - campos de formação e Treino? - são disso exemplo, levam-me a pensar que há algo concreto implementado já com bons resultados, mas, provavelmente, não com perfil apontado na pergunta. Resposta incompleta a uma questão que reputo da maior importância.

Reitero os parabéns aos autores desta iniciativa, bem como aos Dirigentes pela disponibilidade demonstrada, considerando-a um marco na dinâmica de comunicação dos bloggers desportivos com os clubes, e vice-versa, mas, fico com a clara convicção de que, aqueles, subestimaram a capacidade destes, o que não é, de todo, idóneo!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

A entrevista ao NG de RGS (1ª parte)

Endereço desde já os parabéns quer ao Viriato quer o Geração pela dignidade que a entrevista trouxe ao NG mostrando que novos patamares de comunicação com os Dirigentes do SLB poderão ser alcançados  desde que sustentados na competência, determinação, boa-fé e amor ao Benfica.
Com a vénia e o respeito que me merece todo o Dirigente do Benfica e sem pôr em causa quer a dedicação quer o amor de RGS ao nosso clube nem tão-pouco as suas competências é minha convicção de que ele, representa a antítese do que deve ser um Dirigente de topo de um grande clube de futebol; carismático, simples e objetivo. RGS será um excelente Dirigente em modo backoffice, nunca da linha da frente.
Isto mesmo se conclui desta entrevista na qual, geralmente, há excesso de palavras das quais, algumas das vezes, não se consegue extrair uma conclusão clara.
Comunicação:
O que aqui está em causa não é a competência de João Gabriel a qual é incontestável, mas a necessidade de alteração da estratégia de comunicação. O que temos vindo a verificar há décadas, é que a postura de sobriedade, de responsabilidade, de elevação, de coexistência pacífica que tem vindo a ser adotada pelos Dirigentes do Benfica, não tem grangeado o reconhecimento quer institucional quer jornalístico quer público que merece. Ao invés, a postura provocatória, acintosa, jocosa, intimidatória, chantagista e oportunista, colhem as simpatias hipócritas e temor gerais - salvo honrosas exceções - dos que sempre encontram justificações patéticas para a cumplicidade ou cobardia.
Quanto à presença de RGS em “O Dia Seguinte”, aparentemente, não percebe o que está em causa! Com todo o direito de participar em eventos do género, está em desvantagem perante interlocutores formalmente desvinculados dos seus clubes e por isso, com maior liberdade de argumentação, da qual poderá resultar prejuízo para a dignidade de um titular de um órgão do clube. Estaria bem entre pares, o que não é o caso.
Ao referir que  “as intervenções sobre o futebol devem ser feitas em primeiro lugar, por quem vive o futebol por dentro”, mostra grave défice de perceção da gestão desportiva. Os Técnicos devem manter-se à margem de polémicas, totalmente concentrados no seu trabalho, tal como os Atletas. Outra entidade, nomeadamente o Diretor Desportivo, Vice-Presidente ou Presidente deverão assumir essa responsabilidade conforme a importância de cada caso.
A propósito dos alegados “Bufos”, atestou RGS a idoneidade, competência e empenho dos mesmos na causa Benfiquista, parecendo ignorar que é sempre difícil a um Benfiquista aceitar tal situação, abrindo-se um fator de dissenção entre adeptos, da qual beneficiam os adversários. Há certamente Benfiquistas igualmente competentes para os mesmos cargos, com a vantagem da criação de sinergias benéficas para o clube.
Há pois que mudar, gerir os outputs informativos com inteligência em benefício do clube, estabelecer parcerias com entidades com posições de relevo na comunicação, falar aos adeptos a partir do futebol mas para além deste, dirigir observações, sugestões ou reivindicações aos órgãos das instituições desportivas ou de política desportiva. Enfim, alargar o universo dos destinatários e dos temas, sempre nos padrões característicos do Benfica, não bastando  o anunciado propósito de antecipação.
Direitos Televisivos:
Indicia a intenção da Direção decidir conforme os desejos dos Adeptos, manifestando o seu empenho pessoal, deixando porém em aberto todos os cenários. Aceito que, por enquanto, não seja oportuno abrir o jogo. Mas volto a dizer; renovar com a Olivedesportos, NÂO, por dinheiro nenhum! Nenhum dinheiro paga a dignidade de um Benfiquista. Rua com essa gente.
FPF, Liga de clubes e posicionamento global do Benfica:
Sabemos quais os princípios que o Benfica defende para o futebol, mas, o que está em causa é a estratégia seguida para os alcançar. Acreditar na capacidade dos novos titulares da FPF para a sua prossecução, como se viu, foi um erro grave.
“Se -  quem foi eleito com o voto do Benfica - não tem vontade, capacidade querer, desejo, ou, no limite, interesse, em que não se repitam “Apitos Dourados”, então que se demita”; “Talvez tenhamos de começar a dizer em público o que sempre dissemos em privado”; “voemos então - nos tempos que aí vêm - como…águias”. Estas afirmações de RGS, apesar de revelarem a intenção de mudança de estratégia, mostram uma grande indefinição e insuficiente determinação quanto à forma de o fazer. Há que perceber de uma vez por todas que o peso do Benfica neste domínio, depende da capacidade persuasora de todo o seu universo. Ninguém prestará a menor atenção às reivindicações dos nossos Dirigentes se não forem acompanhadas de “poder” adequado. É este poder dissuasor que tem que ser construído, sem violar os grandes princípios que norteiam o nosso clube.
Considero muito grave a subestimação da influência de personalidades titulares dos órgãos do grupo FCP na envolvente condicionadora do futebol, como faz RGS, tal como a negação da convergência político-partidária com os interesses desportivos do mesmo grupo, e bem assim, o défice de conhecimento que revela quanto à possibilidade de constituição do Conselho Consultivo do clube, demonstrando-se assim, a efetiva ausência de nova estratégia, por parte da Direção do nosso clube. Assim não vamos lá!
Relativamente ao afastamento de investidores da estrutura acionista do Benfica, não está em causa a violação das regras do mercado! Está em causa sim, termos entre portas um dos maiores inimigos do Benfica, detestado por todos os sócios, convictos que tal personagem tudo fará em benefício do nosso adversário! Está em causa a coesão entre Benfiquistas e entre estes e os Dirigentes da SAD e do Clube! Não perceber isto é um erro de palmatória! Ora precisamente, o que se espera de um Presidente do Benfica é capacidade para encontrar investidores com interesse efetivo em defender o Benfica e para persuadir os acionistas indesejados de terem acesso às decisões estratégicas da SAD, a vendê-las. E não me venham falar em amizades pessoais ou dívidas de gratidão. A união dos Benfiquistas está acima de tudo isso.
Relativamente à UEFA disse RGS: “…será um caminho a seguir, se o desmando continuar, na próxima época”! Isto é que está aqui uma açorda hem? Mas o desmando vai continuar! Não tem a UEFA nalgumas das suas comissões; nomeadamente de arbitragem - tinha que ser -, na de anti-doping e outra que não recordo, elementos com fortíssimo vínculo ao FCP? Esse projeto já devia estar delineado! Um grupo de Dirigentes de mais alto nível da SAD já deveria ter exigido uma reunião com os Dirigentes da UEFA para tratar desse assunto! Estão à esoera de quê? Quem quer ganhar tem que se antecipar ao adversário! É uma regra chave do futebol que também se aplica à gestão empresarial.
(Continua)

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Como se define Traição?


O expresso de 28 de Janeiro de 2012, na secção reservada às autarquias, publicou uma crónica da autoria da jornalista Ângela Silva - avsilva@expresso.impresa.pt -com o título “ VICE DE RIO QUER REGIÃO PORTO EM 2013”, a qual passou despercebida, apesar da sua grande relevância para o futuro de Portugal. A cronista refere que, Castro Almeida, Vice-Presidente de Rui Rio na Junta Metropolitana do Porto “…decidiu pressionar o Governo a eleger diretamente, no máximo até 2014, um presidente para o Grande Porto, que passe a mandar em 16 municípios.”  E continuando, terá dito Castro Almeida: “A ideia é encarar a Área Metropolitana como uma cidade com 16 Municípios, da Póvoa a Oliveira de Azeméis; ninguém terá legitimidade para governar esta grande cidade sem ser eleito diretamente (não pode ser um funcionário).” Mais terá dito Castro Almeida; “…que essa eleição deve ser ou já em 2013, com as autárquicas ou numas eleições específicas em 2014.”

Prossegue a cronista; “isto não cola com a reforma administrativa que o ministro que tutela as autarquias prevê passar a lei, em Julho. Miguel Relvas defende a criação de 25 supermunicípios no país - 23 comunidades intermunicipais e duas áreas metropolitanas - que farão uma gestão integrada dos meios e competências das câmaras. Mas Relvas diverge de Castro Almeida em dois pontos essenciais: defende que os novos administradores sejam eleitos indirectamente pelos autarcas e diz que este passo é para dar a médio prazo; cinco ou seis anos.”

E prossegue: “Castro Almeida contrapõe que “falar em anos, só se não se quiser fazer nada”. E diz que as novas entidades, além de “eleitas diretamente, deviam entrar em funcionamento, já com as autárquicas.” Mais adiante atribui a Castro Almeida a afirmação de que, o seu único objetivo é cumprir a obrigação de combater o centralismo napoleónico.

Opina a cronista que esta manobra poderá visar a criação de um lugar para Rui Rio ocupar após o final do seu mandato, garantindo assim a subalternização de Menezes caso se candidate e vença as eleições à Câmara Municipal do Porto. Lugar de relevo nesta estrutura ser-lhe-ia reservado ou a Marques Mendes, seu grande amigo no PSD.

E prossegue; “o projeto que está em marcha, nasceu, curiosamente, por incentivo de Miguel Relvas.” Terá dito Castro Almeida: “ há um mês e tal, o ministro reuniu-se com a Direção da Junta Metropolitana do Porto e desafiou-nos a apresentar propostas de transferência de competências das câmaras para uma nova estrutura. “E nós resolvemos levar o desafio a sério” terá explicado o autarca. Encomendaram dois estudos, um de direito comparado sobre formas de governo em cinco cidades europeias (duas capitais e três segundas cidades), e outro à Faculdade de Economia do Porto, sobre incidências económicas. A ideia, terá garantido Castro Almeida; “é, nem mais um cêntimo, nem mais um funcionário.”

Segundo Castro Almeida, as competências a transferir seriam: “a gestão das escolas secundárias, dos centros de saúde, dos transportes, da oferta cultural e da promoção turística (no fundo, vender a marca Porto).” Nas 18 câmaras da Grande Lisboa, o autarca diz “haver um consenso alargadíssimo para um projeto similar. Sendo sua convicção que “não é fácil um ministro contrariar isto.”

Meu comentário:

Tudo isto se passa nas costas dos Portugueses! Não pretendo aqui e agora tomar posição acerca da Regionalização, mas oponho-me desde já a manobras políticas que venham a colocar a Nação perante situações de facto, potenciadoras de graves conflitos sociais. Pretender eleger diretamente o eventual futuro Presidente da Região Porto é tentar balcanizar Portugal, algo a que me oporei, aqui, agora e sempre.

É esta a bandeira do FCP!  É esta a razão primeira e última da escassez de sucesso desportivo do nosso querido Benfica! Querem à força, maximizar a marca Porto, mesmo que à custa das práticas vergonhosas que vieram a lume no processo do apito dourado, mesmo que à custa da unidade da Nação, confundindo covardemente, os interesses da cidade com os do Futebol Clube do Porto. Mas que conveniente foi o apagão do Boavista e do Salgueiros!

Viva o Benfica!

Viva Portugal uno!












Soltemos o Grito da Revolta!


Comentadores desportivos de todos os quadrantes, salvo raras exceções, e até governantes, no ativo ou retirados, tecem encómios ao crónico campeão do cómico campeonato de futebol português. Entronizam com suas loas dirigentes  fossilizados, com sintomas de grave sociopatia e Benfica fobia, por alegados méritos de espúrias e repetidas vitórias, apesar das frustrações e dos escombros das suas vidas extrafutebol. Hipócritas, covardes ou cúmplices, parecem considerar que todos permaneceremos mudos e que continuaremos a aceitar passivamente a ignomínia que se instalou no desporto português graças à Democracia Totalitária que se verifica na nossa Pátria. 

Foi sem espanto que soube pela imprensa, da nomeação de Pedro Proença para a final da Liga dos Campeões e para o Europeu de futebol. Não creio que tenha sido coincidência o facto de esta notícia ter saído a público logo após a confirmação do campeão desta época. Eu sei que, apesar de nos dizerem que vivemos num Estado de Direito, ninguém poderá provar que a nomeação se deveu ao contributo dos seus erros grosseiros para a definição do campeão, tal como ninguém poderá provar que tais erros grosseiros foram cometidos a troco da nomeação anunciada. E também sei que, se provas houvessem, por mais claras que fossem, as subtilezas do nosso aparelho judicial logo as tornariam inúteis, transformando o proclamado e reclamado Estado de Direito em algo mais primitivo que a Justiça das tribos analfabetas que ainda habitam o planeta. 

Mas…como disse o outrora poeta; não há machado que corte, a raiz ao pensamento, porque é livre como o vento, porque é livre!  

Nenhum foguetório me impedirá de pensar e dizer o que penso. Penso que esta nomeação demonstra a profundidade e amplitude da corrupção no futebol português. Agora já não é necessária a célebre fruta, nem rebuçadinhos, nem cafezinhos, nem quinhentinhos, nem aconselhamento matrimonial. Nem é preciso falar com quem quer que seja. Os eventos acontecem espontaneamente perante a candura dos crónicos beneficiários, e a recompensa não falha.

Já referi em outras ocasiões, que não considero nem a UEFA nem a FIFA entidades idóneas para a gestão do futebol. Perante a solidez dos mecanismos de corrupção, estas entidades nada mais fazem que esboçar uns pífios anúncios de combate à fraude desportiva, conscientes da sua impotência e revelando-se aos olhos do grande público como cúmplices por omissão.

É minha convicção inabalável que o Porto tem um forte e multifacetado lóbi nos comités da UEFA,  cuja ação se traduz nestas nomeações. Nomeações, porque Benquerença também disfrutou de igual prerrogativa. Erros de palmatória decisores de campeonatos, sempre em detrimento do Benfica e em benefício do Porto, parecem ser a chave para o sucesso da carreira internacional dos árbitros portugueses. 

Acho que tal sucede por cobardia dos responsáveis da UEFA e da FIFA, pois estou convicto que têm medo dos argumentos do lóbi portista. Já do Benfica, não parecem ter medo nenhum, talvez porque não tem lóbi e confia na capacidade das hierarquias desportivas assegurarem a Justiça das provas, punindo exemplarmente os trafulhas; os ladrões do suor e do dinheiro alheios.  

A agravar a incompetência dos organismos uefeiros, assistimos revoltados ao guilhotinamento da, apesar de tudo, brilhante carreira do Benfica na Liga dos campeões em curso. Não aceito, que ao nível dos quartos-de-final, com todo o esforço,  prestígio e os milhões de euros em jogo, se apresente uma equipa de arbitragem incompetente, prejudicando o mesmo contendor nos dois jogos. Perante isto, concluí que a passagem do Benfica não é conveniente aos interesses que a UEFA parece proteger. 

Por tudo isto, vejo esta nomeação, antes de mais, como uma provocação ao Benfica e a todos os Benfiquistas, com a mensagem de que teremos que nos conformar com o atual estado do desporto, que dura há já trinta anos. Lealdade e vergonha, são conceitos cada vez mais estranhos nesta patética Democracia Totalitária, onde o Direito deixou de ser referência. 

Considero que é hora de unir todos os Benfiquistas na defesa do Benfica e da Democracia, libertando o grito de revolta que nos afoga a garganta. Portugueses Benfiquistas de todas as tendências desportivas ou políticas, de todas as regiões geográficas, de todos os estratos sociais, de todas as classes profissionais, unamo-nos em defesa do nosso clube e da nossa Pátria.  É hora de relativizar o mito da elevação e da democraticidade! Quando querem destruir o nosso clube, os nossos sonhos, quando nos querem amordaçar e obrigar a beber o fel da prepotência temos que deixar as divergências de lado e enfrentar os “inimigos” olhos nos olhos, braço no braço. 

Viva o Benfica! 

Viva Portugal Livre!




quarta-feira, 9 de maio de 2012

As faixas do faxismo, eu e o Benfica!

Quando o aparelho da propaganda azul começou a anunciar que as faixas de campeão já tinham sido compradas, parecendo referir-se ao Benfica em virtude dos 5 pontos de avanço que este detinha sobre o 2º classificado, estava, efetivamente, a fazer um exercício de hipocrisia, visto que, as vicissitudes que se seguiram no campeonato parecem mostrar à saciedade, que quem as tinha efetivamente comprado fora o campeão do costume! Nada que não “soubéssemos” já!

Nada deverá desviar a nossa atenção das fragilidades próprias em todas as vertentes; desportivas, técnicas e directivas, identificando falhas e sugerindo soluções, porém, tais debilidades, nunca por nunca ser deverão impedir-nos de identificar, denunciar e combater a descriminação de que o Benfica e os Benfiquistas têm sido vítimas quer dentro quer fora das quatro linhas!

Estou convicto de que a queda desportiva do Benfica foi planeada pela “exemplar estrutura” com “a competência” que lhe é, transversalmente e verticalmente, reconhecida! Quanto a mim, foi a sua influência na estrutura da UEFA que proporcionou a realização do jogo com o Zénit em condições adversas tais que dizimou física e mentalmente os nossos atletas! Tal como estou convicto de que o lance que lesionou o nosso “Eusébio Branco” - como José Augusto chamou a Rodrigo - não foi ocasional! Não sei se foi encomendado ou não mas que fez um jeitaço à “exemplar estrutura, isso fez!

A seguir, foi sempre “a aviar” erro grosseiro atrás de erro grosseiro, jornada após jornada, com os protagonistas habituais, até à almejada e imerecida conquista de mais um campeonato! Tudo perante uma comunicação social amorfa, castrada, conivente, hipócrita e covarde, salvo exceções, pronta a entronizar como heróis os condenados por tentativa de corrupção, com a anuência ativa dos titulares da tutela! De quem tem a obrigação de afastar do desporto todos os que manipulam a verdade desportiva a seu belo prazer, constituindo mais um exemplo da famigerada “Democracia Totalitária”.

Esta crónica foi gizada muito antes da bateria de perguntas elaboradas por todos os cronistas do NG - coordenadas pelo Geração - e endereçadas ao Dr. Rui Gomes da Silva, que parece tê-las solicitado em jeito de desafio. Tal não me impede de aqui publicar as minhas preocupações principais quanto à gestão do Benfica e os seus fundamentos.

Espero que esta iniciativa do Dr. RGS revele um interesse sincero pelos pontos de vista dos Benfiquistas e não constitua apenas uma estratégia para “calar” os contestatários.

Reconciliação: A minha participação no NG, mostrou-me que há uma forte divisão, aparentemente insanável, entre Benfiquistas, da qual beneficiam, apenas, os nossos adversários! Por isso, a primeira recomendação que faço aos Dirigentes do Benfica é a de promover a reconciliação entre Benfiquistas e a sua união na defesa das causas do Benfica! Tal desiderato consegue-se dando aos Benfiquistas, oportunidade efectiva de se pronunciarem, relevando a sua participação e salvaguardando as matérias que, para efeitos de eficácia de resultados, não devem ser tornadas públicas! Para isso, há que implementar um processo de comunicação eficaz, idóneo e regular. É imperativo resolver o tema dos NN! Há que ouvir os seus membros e promover as condições que, sem violar as referências do Benfiquismo, termine com a forte hostilidade que parecem ostentar contra a atual Direção e previna eventuais ilícitos, susceptíveis de provocar graves danos ao clube à SAD e ao Estado de Direito!

Oposição frontal ao status quo: A postura de “coexistência pacífica” e responsabilidade que tem sido trilhada pela Direção, constitui um contributo para a pacificação e credibilização do futebol, bem como para a viabilização económica do mesmo, conforme apanágio do Benfiquismo e no pressuposto de que, tal atitude, geraria reciprocidade por parte dos adversários e reconhecimento quer dos comentadores desportivos, quer dos titulares de cargos das tutelas desportiva e política. Como se tem visto desde há trinta anos, tal não se tem verificado! Apenas se constata que a “nova ordem” no desporto introduzida pela “Democracia” implica a discriminação do Benfica e dos Benfiquistas! Parece que a paz política e desportiva só será possível desde que a equipa da “exemplar estrutura” ganhe, seja por covardia, seja por interesse político. Entendo por isso que a Direção deve implementar uma estratégia de oposição frontal a todas as forças que promovem a descriminação do Benfica e dos Benfiquistas, mobilizando todos estes para todas as batalhas que o Estado de Direito permita! Só os Benfiquistas poderão defender o Benfica! Ninguém mais o fará!

Fim aos vasos comunicantes: Defendo intransigentemente o afastamento dos órgãos sociais do Benfica F.SAD, de todos os acionistas que detenham posições em clubes rivais, como é o caso da Sportinvest e da Somague! Quanto a mim, são, nada mais nada menos, que “cavalos de tróia” no Benfica, na medida em que, nada nos garante que não passem informações de natureza estratégica para os nossos adversários, sendo que, tal suspeita já foi abundantemente mencionada pela CS, sem identificação de responsáveis!

O Benfica é dos Benfiquistas: O Benfica detém 70% do capital da BenficaFSAD, Considero por isso, que deveria ser constituído um Conselho Consultivo no clube, formado por Benfiquistas de referência com forte envolvimento socioeconómico, propostos e eleitos em Assembleia Geral, com capacidade efectiva de fazer lóbi pelo clube. De igual modo, considero adequada a constituição de um Conselho de Supervisão da Sad, que reflita proporcionalmente a posição de cada acionista, defina e monitorize as grandes linhas de orientação estratégica.

Estabilidade: apesar de discordar de algumas opções táticas da equipa Técnica, considero que a estabilidade é necessária ao crescimento da competitividade desportiva salvaguardando o apoio efetivo dos atletas. A maior crítica que posso fazer à equipa Técnica consiste na reincidência de erros conhecidos que por vezes nos tem custado caro. Neste âmbito, reitero a confiança em JJ e recomendo a inclusão na equipa Técnica de um Benfiquista ex-Atleta de créditos firmados, conhecedor do futebol nacional e internacional e dinamizador da mobilização dos Adeptos, por exemplo; Álvaro Magalhães!

Direito Desportivo: Defendo que o Benfica deve criar e desenvolver elevada competência nesta área através de uma pequena equipa de especialistas com conhecimento profundo e atualizado da matéria, disponíveis para escrutinar tudo o que ocorre neste âmbito nas superestruturas afins e de interesse direto ou indireto do Benfica. De igual modo, esta equipa deverá escrutinar as propostas de projetos seja dos executivos seja das oposições, dos Governos ou Câmaras Municipais de Lisboa e do Seixal, e ter capacidade de elaborar projetos neste âmbito, que permitam aos Dirigentes do Benfica apresentá-los e discuti-los com aos vários agentes políticos. A

cção política: Estatutariamente está vedada a ação política ao Benfica! Mas não aos Benfiquistas! É minha convicção inabalável que é neste domínio, associado ao económico, que se estabeleceu a diferenciação discriminadora do Benfica e dos Benfiquistas, dada a minha convicção, sustentada pela natureza de alguns titulares das suas estruturas, de que, a supremacia desportiva do grupo FCP, serve os interesses políticos dos três partidos do poder, permitindo-lhes alavancar a sua promoção. É minha convicção inabalável de que é este o nó górdio do Benfica! Vejo o grupo FCP, como veículo de uma organização político-económica que usa o futebol para atingir os seus fins, num processo designado em linguagem empresarial, win-win! Já o Benfica, é apenas um clube de futebol sustentado por uma enorme massa de populares heterogenia, sem ambições políticas outras que não sejam conviver fraternamente em Democracia efectiva. Estando vedado estatutariamente, e quanto a mim, bem, o exercício da ação política ao clube, nada impede que as suas estruturas, direta ou indirectamente, esclareçam os adeptos e acionistas da SAD, das virtudes e vicissitudes dos projetos desportivos vigentes no país, das propostas em discussão e das suas próprias propostas, ajudando os Benfiquistas eleitores a fundamentar opinião, traduzível na sua decisão de voto, nos vários atos eleitorais. É, quanto a mim, a forma de desatar o nó górdio com que “os democratas” nos manietaram!

Direitos Desportivos: Reitero o que tenho referido; por dinheiro nenhum deverá renovar-se o contrato de cedência dos direitos desportivos do Benfica com a Sportinvest nem cedê-los a qualquer entidade com ligações diretas e indiretas aos nossos adversários. A Sportinvest serve os interesses do grupo FCP, “parasitando” e delapidando, o património imaterial do nosso clube! Como tal, é persona non grata no clube ou SAD, na medida em que, simboliza o ascendente portista sobre o Benfica! Em último caso, atribuam-se os direitos à Benfica TV, financiada, por exemplo, através da emissão de títulos a subscrever pelos sócios e entidades insuspeitas na defesa dos interesses do Benfica. Não faltarão clientes nas cinco partidas do mundo.

Comunicação Social: Ao longo das últimas décadas, vi como a máquina de propaganda portista foi ganhando posição dominante na comunicação social através da qual veicula a sua estratégia de “intoxicação” da opinião pública e fomenta a hostilidade ao universo Benfiquista. Este é um terreno no qual o Benfica tem que agir, conquistando posições nos órgãos de comunicação de relevo, seja gerindo a emissão de informação, a compra de espaço-tempo seja estabelecendo parcerias estratégicas com entidades fiáveis através da BenficaSGPS! É um projeto de fundo que exige competência específica e uma perspetiva de médio-prazo no âmbito da mobilização de todo o universo Benfiquista já referido anteriormente.

Recrutamento de atletas: Esta é uma valência da maior relevância para o equilíbrio económico do Grupo Benfica, que se traduz em três fases; comprar, valorizar e vender! Verificaram-se nos últimos anos assinaláveis progressos, particularmente nas últimas duas fases, sendo que é necessário otimizar a compra; comprando menos e melhor! Neste departamento há que perceber em definitivo as causas da recorrente perda de atletas de grande nível técnico para os adversários e elaborar um plano de as neutralizar. Não podemos continuar a perder para os adversários, atletas que pela sua qualidade técnica fazem a diferença desportiva!

Recrutamento de Técnicos: Esta é uma matéria fraturante! Os Benfiquistas precisam de perceber muito bem, porque é que esta Direção tem recrutado pessoas com histórico de ligação a clubes rivais em detrimento de Benfiquistas de idêntica competência! Tal prática tem alimentado uma das estratégias de propaganda adversária mais eficazes, que consiste em instalar a dúvida entre os Benfiquistas da efectiva lealdade do atual Presidente ao seu clube! Tal dúvida, tem de ser definitivamente afastada esclarecendo sem reserva os sócios e adeptos. Amizades pessoais: Os dirigentes do Benfica devem manter totalmente estanque as suas relações pessoais do universo Benfica! Os amigos do Benfica são os seus sócios, adeptos e alguns acionistas, não os amigos pessoais de quem quer que seja, incluindo os do Presidente! Cada coisa no seu lugar!

Financiamento: Os sócios e acionistas precisam de saber até que ponto a entidade financiadora do grupo Benfica, o apoia, e se condiciona os atos de gestão quer do clube quer da SAD. Julgo saber que o BES financiou o arranque do projeto do Grupo Sportinvest nos média, razão suficiente para não confiar nele! Deverá encarar-se sem tibiezas a possibilidade de refinanciamento através de outra entidade, negociando condições financeiras mais favoráveis e salvaguardando a independência de gestão do Grupo Benfica.

Passivo: É da maior importância definir e calendarizar um projeto de amortização do passivo sem prejudicar a competitividade desportiva da equipa sénior, optimizando todas as competências desportivas e Administrativas quer do clube quer da SAD. Árbitros: A indústria de futebol não deve estar sujeita aos recorrentes e frequentes erros grosseiros de arbitragem que definem o sucesso ou insucesso desportivo e financeiro de alguns clubes em detrimento de outros. Está demonstrado à saciedade que os órgãos desportivos não têm revelado competência para gerir este setor, decisivo na vida dos clubes e sustentabilidade do futebol. Por tudo isto entendo que o Benfica deve defender a profissionalização total da arbitragem bem como a transferência do processo de formação, nomeação, e classificação dos Árbitros, para uma entidade neutra, escrutinável pelas instituições Democráticas como por exemplo, o Instituto Nacional do Desporto.

Fair-play desportivo: A insustentabilidade financeira de alguns clubes associada à prática corrente de cedência de atletas entre clubes do mesmo escalão constituem um fator de corrupção por vezes “visível” a olho nu pelos adeptos mais experientes! Defendo por isso o efetivo fair-play desportivo e a impossibilidade de cedência de atletas nas condições já referidas.

Código de ética: Defendo a elaboração e submissão a aprovação em Assembleia Geral de um código de ética e conduta, vinculativo dos sócios do clube à referência cívica apanágio do Benfiquismo, como a legalidade, a lealdade e o respeito institucional e pessoal respectivamente aos órgãos do grupo Benfica e seus titulares, bem como Funcionários, Técnicos e Atletas, com sanções aplicáveis aos prevaricadores em processo de inquérito sumário.

Liderança: Já aqui defendi e reitero a afirmação de que considero o actual Presidente do Benfica o melhor Dirigente Desportivo desta 3ª República. A sua obra fala por si e só por má-fé poderá ser ignorada ou relativizada. O défice de títulos verificado não resultou de incompetência desportiva, a despeito do cometimento de equívocos vários, mas das graves vicissitudes de minam o futebol Português e que determinam os campeões não em função da competitividade desportiva dentro das quatro linhas, mas da capacidade de condicionamento da ação dos vários agentes que, fora ou dentro do terreno de jogo, podem decidir o seu desfecho. P

or tudo isto, é minha convicção que, por si só, nada resolve a mudança de Dirigentes, no atual quadro em que se move o futebol nacional. Porém, os Benfiquistas, precisam de um líder decidido a levantar a “bandeira da revolta”, capaz de mobilizar todos os Benfiquistas numa luta sem tréguas pela defesa do Benfica e da Democracia! Luiz Filipe Vieira deve pois refletir acerca da sua disponibilidade para assumir este pendão! Benfica ou morte!

Viva o Benfica!

Viva Portugal Livre!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Autoridade da Concorrência

Quando em 14 de Janeiro de 2012, na sequência das declarações de António Oliveira produzidas na imprensa nacional a propósito das eleições para a FPF, fazendo uso das prerrogativas Democráticas que nos assistem, submeti à Autoridade da Concorrência e DCIAP, uma exposição sobre o tema, solicitando a abertura de um processo de averiguações, tinha consciência das reduzidas probabilidades de sucesso. Porém, surpreendi-me hoje ao receber resposta da Autoridade da Concorrência. Esta entidade, fez o que lhe competia, o que não é pouco, nos dias que correm! Agradeceu o contributo que lhe permitiu melhorar o conhecimento do funcionamento do setor, cotejou os factos apontados com a legislação em vigor e reenviou a exposição para onde entende mais apropriado; o Ministério Público, visto que, no seu entender, os factos expostos, poderão envolver atos do foro penal. As minhas expetativas continuam a ser muito baixas, no entanto, não deixa de ser gratificante que, pelo menos esta instância, tenha dado sequência às preocupações cívicas de um cidadão comum. Caso haja entre nós alguém com conhecimentos jurídicos para conferir a sustentação do argumentário expresso pela Autoridade da Concorrência, agradeço a sua colaboração, manifestando desde já a minha disponibilidade para o que for necessário – dentro das minhas possibilidades. Na verdade, não estou convencido, uma vez que, perante o senso comum, os factos apontados, indiciam violação grosseira da sã concorrência, no caso em apreço. Por outro lado não posso deixar de estranhar que, tendo a matéria em causa a ver com o futebol nacional, a resposta tenha vindo precisamente no dia em que ficou definido o campeão da prova em curso no primeiro escalão! Fiquei com a ideia que houve a preocupação de não provocar instabilidade na prova! Devo dizer ainda que, após o desempenho de ontem na TVI 24. No programa “Olhos nos Olhos” com Judite de Sousa e Medina Carreira, onde interveio o Presidente (salvo erro) da Autoridade da Concorrência Dr Manuel Sebastião, mudei a péssima opinião que tinha dele, pela clareza das explicações que deu sobre o preço dos combustíveis, prestando um excelente serviço público. Resta-me aguardar a reacção do Ministério Público esperando que, igualmente, cumpra o seu dever de garante do Estado de Direito, pois, neste caso, não é apenas o nosso clube que está em causa, mas as condições do exercício de toda a atividade desportiva profissional, e não só, em Portugal. E assim poderemos conferir o funcionamento das instituições e formar a nossa opinião, traduzindo-a no momento do voto, dando-a previamente a conhecer aos candidatos a funções políticas. Viva Portugal Livre! AB

terça-feira, 17 de abril de 2012

Porque não ganha o Benfica IV!

Resumo dos meus trabalhos anteriores, “Os inimigos do Benfica” e “Porque não ganha o Benfica; III”:


• Defendo a tese de que, o FCP, é, hoje, uma organização de pendor eminentemente político-económico, constituindo, juntamente com o seu atual Presidente, um instrumento de afirmação regional de entidades de relevância regional e nacional, que são a causa primordial de discriminação desportiva a que temos assistido nas últimas décadas, constituindo a vários níveis uma agressão à nossa lei fundamental.


• Defendo ainda que, o aliado implícito político principal do FCP e, eventualmente, o mentor deste projeto é o Partido Socialista devido ao interesse comum da regionalização e a sucessivos episódios de natureza política.


• Defendo também, que a fação que atualmente governa O Partido Social Democrata e o País, converge nessa estratégia, visto que defende a regionalização, constando-se que, alegadamente, está em curso, discretamente, o processo de constituição da região Porto, envolvendo várias entidades ligadas ao FCP, o que, a ser verdade, viola os preceitos constitucionais que impõem a consulta popular através de referendo.


• A estrutura acionista do FCPFSAD, revela como acionistas de referência, o FCP com 40%, a Somague, A Sportinvest e António Oliveira, sendo que, quer a Somague quer a Sportinvest são acionistas, a meu ver indesejáveis, na SLBFSAD.


• A consulta dos currículos dos constituintes do Conselho de Administração da FCPFSAD, revela um elevado nível de formação académica e complementaridade, bem como sinais de eventuais fortes ligações indiretas a este nível com universo Américo Amorim.


• Conclusão da análise do Conselho Fiscal: Mantém-se o padrão de elevada formação académica dos seus membros, vasta experiência profissional e fortíssimo vínculo á economia regional, surgindo outras entidades relevantes: a SONAE, A AEP e a ACP.


Vejamos agora a constituição do Conselho Consultivo: Este órgão, que não tem equivalente no SLBFSAD, pronuncia-se sem caráter vinculativo sobre os temas que o Conselho de Administração entenda colocar-lhe. É constituído por dezoito membros, alguns dos quais figuras de relevo nas áreas económicas e política. No relatório não constam os seus currículos, pelo que, reportar-me-ei a informação geral e avulsa. Assim:


• Alípio Dias (Alípio Barrosa Pereira Dias) é o Presidente; figura de grande relevância no setor Bancário, ex-Presidente do Banco Totta e Açores, ex-Administrador do BCP, ex-candidato à compra da SLN – em nome de investidores-, ex-Deputado pelo PSD desde 1980 até 1995, Professor Universitário, Vice-Governador do Banco de Portugal, membro consultivo do BP, ex-Vice-Presidente da Associação de Bancos, ex-Secretário de Estado das Finanças e Orçamento, ex-Vice-Presidente da Associação Industrial Portuense, ex-Vice-Presidente da Associação de Desenvolvimento do Mercado de Capitais, Administrador da Kendal - Privado Holding; acionista da brisa -, ex-arguido no intrincado caso BCP tendo como “defensores” dois ex-presidentes da República, Marques Mendes e Manuela Ferreira Leite, ex-Administrador da construtora Monte SGPS, autor do opúsculo Nova Política Monetária, membro do Conselho Fiscal da Fundação Oriente, recrutado por Ângelo Correia para gestor da Fomentinveste empresa a que preside, ex-Presidente da CGD. Quanto a esta ilustre figura, fico por aqui porque isto parece não ter fim!



• Américo Amorim; Dispensa apresentações, não é verdade? Com uma fortuna superior a 3000 ME, podia comprar todos os clubes de futebol e organizar uma dúzia de campeonatos só para se entreter! Segundo a Wikipédia:


• Terminou o Curso Geral do Comércio e ingressou na empresa de cortiça da família, cuja origem remonta a 1870. Com os seus irmãos, participou na fundação da Corticeira Amorim, da Ipocork e da Champcork, empresas do sector dos derivados da cortiça. Posteriormente tornou-se responsável executivo da holding Corticeira Amorim, que controla as empresas corticeiras e afins. Através de outra holding, a Amorim - Investimentos e Participações, estendeu os seus investimentos aos sectores da energia, do turismo e da finança, sendo um dos principais accionistas do Banco BIC Português, a terceira maior instituição bancária de Angola. Em nome individual concentra participações sociais de relevo na Galp Energia e no Banco Popular espanhol, onde é o terceiro maior accionista. É cônsul-geral honorário da Hungria em Portugal. Segundo a Forbres:


• Américo Amorim é o novo chairman da Galp, avança o Económico. Na lista elaborada pela revista Forbes em 2011 é o mais rico de Portugal e um dos 200 homens mais ricos do Mundo. Américo Amorim, vale 5,1 mil milhões de dólares (3,6 mil milhões de euros), mais 1,1 mil milhões (791 milhões de euros) do que os 4 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de Euros) que valia em 2010.


• As declarações do homem mais rico de Portugal, Américo Amorim, com uma fortuna orçada em 3,6 mil milhões de euros pela revista "Forbes" em 2011, encerram uma grande verdade. Não por causa da sua suposta pobreza - com 3,6 mil milhões de euros ainda se consegue ir à Fonte da Telha beber umas cervejas -, mas por causa da filosofia que expressam. Quando lhe perguntaram se seguiria o exemplo de milionários norte-americanos e franceses que exigiam ser mais taxados para participar no combate à crise, Amorim não responde à questão, mas sempre vai dizendo: "Não me considero rico, sou um trabalhador." Esta frase é reveladora: Amorim não é rico porque trabalha. Logo, quem trabalha, regra geral, não consegue enriquecer - diz-nos o homem mais rico de Portugal e confirmam-nos as estatísticas: no mundo desenvolvido, nos últimos 30 anos, os ricos ficaram muito mais ricos e os pobres receberam uma menor percentagem do rendimento disponível. Atentemos ao exemplo da maior economia do mundo. Entre 1978 e 2008, o rendimento do segmento de 1% dos mais ricos da população norte-americana cresceu fortemente. Em 30 anos, passou de 8,95% do produto interno bruto para 20, 95% do mesmo PIB. É fácil perceber a quem eles foram tirar o dinheiro.


• É criada a Amorim Investimentos e Participações (AIP) e em 1988 a Corticeira Amorim passa a estar cotada em bolsa, tornando-se líder mundial do sector em 1989, com a aquisição do grupo sueco Wicanders.


• A par da cortiça, ainda hoje o “core business” do empresário, o Grupo interveio também em várias operações e actividades ligadas à banca privada, ao petróleo e às telecomunicações móveis.


• Participou na fundação da Sociedade Portuguesa de Investimentos (SPI), actualmente banco BPI, projecto que abandona em 1984, ano em que avança com mais 12 empresários para a criação do Banco Comercial Português (BCP). Este surge um ano depois com Américo Amorim a convidar Jardim Gonçalves para a sua direcção.


• Poucos anos depois, funda a Soserfin, hoje BPN – Banco Português de Negócios/Real Companhia de Seguros, e em 1992 o BNC – Banco Nacional de Crédito, efectuando em 2003 uma troca de acções deste banco com o BPE – Banco Popular Español. Em Maio de 2005, criava então o BIC – Banco Internacional de Crédito, em Angola.


• No sector petrolífero, participou em 1995 na privatização parcial da empresa petrolífera Petrogal e em 2005 adquiriu uma participação do capital da Galp, em parceria com a Sonangol.


• Como conta Miguel Judas, no seu livro “Os 10 mais ricos de Portugal”, fez também um dos melhores negócios com a Telecel e, aliado ao BES, à Centrel e à Efacec, ganhou em 1991 o concurso para as comunicações móveis em Portugal, um investimento de 15 milhões de contos que anos mais tarde veio a vender ao grupo Vodafone por mais de 100 milhões de contos.


• É o português que mais relações manteve no período de 1958, até ao final da perestroika, com todos os países da ex-COMECON – a organização económica que agrupava os Estados satélites da URSS. E é um dos primeiros industriais a deslocar-se aos territórios do antigo bloco comunista, numa altura em que Portugal não mantinha com eles qualquer tipo de relação devido à natureza ideológica do regime de Salazar, conta Miguel Judas


• Ainda hoje mantém relações com todos eles, independentemente do seu estado político e da sua evolução.



Desculpem, entretanto, adormeci e tive um sonho mau! Imaginem só! Sonhei, que alguns dos fundadores do BPN, estão entre os fundadores do BIC, que acabou de comprar aquele, depois do Estado Português – ou seja todos os Portugueses – nele ter injectado mais de 6000 ME! E o que mais virá! Não acham que estou a ficar xoné?



Lembrei-me agora; não andam por aí uns chicos-espertos a dizer que o Benfica é o clube do regime? Mas, é que, está-se mesmo a ver, não está?

Olhem; fico por aqui por hoje, mas isto vai ser longo e tem que ser aos poucos!



Recomendo-vos porém que leiam tudo com muita atenção para perceberem muito bem…volto a dizer, muito bem, onde está a força de Pinto da Costa e quem são os verdadeiros “inimigos do Benfica”, ou seja…de todos nós!


Dizem então que acabou a ditadura, não é? Mas…é que está-se mesmo a ver!



Viva o Benfica!

Viva Portugal Livre!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Enfrentar o sistema.

Ainda que tenhamos a equipa perfeita, jamais ganharemos enquanto o gerente de caixa e seus correligionários se mantiverem no sistema, pela simples razão de que o Benfica não tem peso institucional, apesar dos alegados 14 milhões de passivos adeptos.


Há que enfrentar o sistema de forma frontal e decisiva; ao primeiro minuto estaríamos a ganhar 1-0 e o SCP ficaria reduzido a 10!


Proponho, falta de comparência da nossa equipa na final da Taça da Liga, como sinal de protesto!


Metam a taça da liga no olho do...!


Viva o Benfica!