Desporto

quinta-feira, 15 de maio de 2014

A história de um Roubo ao Benfica na imprensa Espanhola... (in EDB)

 
 
 
                         

Socialismo a todo o vapor!

Chegou a fatura anual de renovação e atualização do SAGE - programa informático imposto às empresas pelo Estado para as vigiar em toda a plenitude - €471,00+IVA! A juntar ao custo de aquisição, de cerca de €2000,00! Uma festa! Deve ser a isto que chamam socialismo democrático!, talvez seja preferível o socialismo puro e duro!

Parabéns Benfica!

Dececionado pelo desfecho mas não pelo jogo. Esteve bem a equipa técnica apresentando uma formação competitiva apesar do plantel dizimado pelas incidências da eliminatória anterior com a Juventus. Teve, o Benfica, ocasiões suficientes para marcar e ganhar no tempo regulamentar, tal não aconteceu muito por mérito do adversário que defendeu esplendidamente nunca desistindo os seus jogadores de disputar os lances mesmo quando pareciam irremediavelmente batidos. Mas também por incompetência da equipa de arbitragem, pelo primarismo de vários erros capitais, cometidos quer no decurso da partida - pelo menos duas grandes penalidades e outras tantas expulsões não assinaladas -, quer no desempate por grandes penalidades. Três juízes corretamente posicionados, atentos, verificando simultaneamente o posicionamento e movimentação do guarda-redes e nenhum assinala as irregularidades cometidas por Beto que lhe permitiram defender os remates de Cardozo e Rodrigo? Custa a engolir! Mas percebe-se! A UEFA está na fogueira da suspeição, por tudo o que se passou antes e durante o jogo com a Juventus e antes e no decurso deste jogo; anda por lá muita gente influente ligada ao FCP! Perdeu o Benfica, mas também o futebol. 
Em frente; há outra final para disputar!

sábado, 10 de maio de 2014

Porto-Benfica (2-1)

E tudo acabou em bem; o Porto salvou a honra e o Benfica saiu incólume. O empate seria o resultado mais justo; pelo andamento da partida, pela injustiça do 2º golo do Porto e pelas oportunidades criadas pelo Benfica, uma das quais ao cair do pano em que o avançado vermelho, surpreendentemente, com a baliza a cerca de três metros, preferiu passar para a zona frontal, "entregando" a bola ao defesa, em vez de rematar. Gostei das opções técnicas de Jorge Jesus, premiando os atletas menos utilizados do plantel principal e incentivando os jovens da formação secundária. Censura merecem Danilo e Alex Sandro pelo mau perder que se revelou no jogo violento que praticaram de que poderia ter resultado lesões graves para Enzo, Markovic e Sálvio. Para quê? Deveriam ter sido expulsos. Mas gostei de ver o empenho do Porto em ganhar à quase equipa B do Benfica, que, por sinal, nem lhes ficou atrás em termos de futebol jogado.
 
Cá para mim, a vitória do Benfica neste campeonato tem, muito, a mão invisível de Eusébio.
 
Há que manter a concentração nas finais a disputar.
 
Obrigado Eusébio,
 
Viva o Benfica!

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Da produtividade

Diz Luciano Amaral – no seu excelente livro publicado pela Fundação FMS (Francisco Manuel dos Santos) -, que a baixa produtividade da economia portuguesa se deve à baixa intensidade de capital. Já João César das Neves atribui tal, à imoderação salarial - nos setores dos bens não transacionáveis. De acordo em ambos os casos. Ora, as empresas portuguesas não conseguem acumular capital devido à insaciedade fiscal do Estado; um sorvedouro de recursos especializado no seu esbanjamento. Veja-se o caso dos pagamentos por conta, nada mais nada menos que a antecipação de receitas sobre presunção de lucros. A ponto de os anos bons provocarem o pânico nos empresários pela incerteza relativamente ao ano seguinte, no que a receitas diz respeito. Chegamos ao absurdo de se oferecerem condições especiais a investidores estrangeiros, demolindo o princípio constitucional da igualdade de oportunidades! Quanto à imoderação salarial, é um facto indesmentível, na esfera pública, devido ao tremendo poder das respetivas corporações; os substitutos modernos do tradicional operariado socialista. Ironicamente, são essas mesmas corporações que menos sofrem com a austeridade pelas mesmíssimas razões. Os salários deverão corresponder ao que a respectiva economia pode pagar; o ajustamento ocorrerá sempre…e está a ocorrer em Portugal. Mas…os custos de contexto!…essa maldita e compulsiva burocracia que vai arrasando as empresas e destruindo a motivação dos empresários, sucessivamente forçados a alocar recursos de produção ao atendimento das exigências da Administração Pública. Veja-se o caso das guias; é um bom exemplo, mas há muito mais; a imaginação dos dirigentes públicos parece não ter fim, tal como a insensatez e a insensibilidade.
Reduzida dimensão do parque empresarial, baixo nível tecnológico da oferta geral, baixa qualificação técnica dos trabalhadores e de muitos empresários, são outras das causas estruturais. Elegeu, José Sócrates,  o choque tecnológico, como desígnio do seu primeiro governo. Tinha razão mas não o soube fazer; em vez de convocar os especialistas e investidores para identificar os caminhos do futuro e articular estratégias para os alcançar, o que fez?, pois foi!, caiu em cima das empresas e dos trabalhadores impondo formação profissional e certificações a torto e a direito, raramente indutoras de valor, desviando, também aqui, recursos de capital e de produção, para, mais uma vez, sustentar a crescente economia parasita da formação - salvo excepções.
E estamos nisto!, vai ganhando consistência a ideia, sustentada por continuadas experiências pessoais que os governantes nacionais e europeus desistiram das nossas empresas e tratam de as exterminar, impondo sucessivas e crescentes dificuldades, com os mais variados propósitos, hipocritamente anunciados e fundamentados - um deles a concentração empresarial por via administrativa. Um atropelo aos princípios constitucionais em nome de utopias totalitárias. Uma sociedade que mata a capacidade de sonhar e lutar dos seus membros está condenada ao fracasso. Chame-se Portugal ou União Europeia.

http://oinsurgente.org/2014/05/07/sobre-a-produtividade-dos-trabalhadores-portugueses/

Parabéns e venha a próxima!

Teve que sofrer, o Benfica, para levar de vencida o Rio Ave, que entrou muito forte, tentando surpreender com um golo madrugador, para de seguida montar o taipal na baliza. Tal esteve prestes a acontecer, não fora a magnifica defesa de Oblak, a desviar com a ponta dos dedos um mortífero remate cruzado. Foi difícil a luta do meio-campo, com deficiente posicionamento dos encarnados perante a teia bem agressiva e veloz do adversário, sendo visível alguma ansiedade daqueles em demasiados passes falhados e défice de sincronismo. Enfim, após alguns sustos, e muito porfiar, lá chegou o golo tranquilizador graças ao povoamento da área adversária e à preciosa rapidez de execução de Rodrigo. Já na 2ª parte, os acertos táticos introduzidos, manietaram os verde-brancos que não voltaram a criar ocasiões de finalização, apesar do muito empenho que mantiveram até final. Temia-se porém que, num lance furtuito ou de bola parada, surgisse o empate, temor que se apaziguou com o excelente golo de Luisão, a arrumar a contenda.  Oblack, Luisão, Rodrigo e Lima estiveram soberbos, os restantes, bem.
 A equipa de arbitragem esteve quase bem; julgo que mal no capítulo disciplinar.
 
Parabéns e venha a próxima.

domingo, 4 de maio de 2014

O Golo de Pirro!

Esta poderá vir a ser uma época histórica para o Benfica, não só no futebol sénior. Nas três finais em disputa é possível a vitória desde que o Benfica respeite o adversário, controle a euforia e a equipa ponha no terreno de jogo tudo o que de bom sabe fazer, independentemente de quem seja titular. Sim, poderá ser uma época histórica; à maior qualidade técnico-tática da equipa - maior capacidade de recuperação da bola, maior capacidade de circulação da mesma, maior versatilidade ofensiva e maior capacidade de gestão do jogo e do esforço -, juntou-se uma determinação inaudita entre atletas e técnicos num clima de inquebrantável união que, não poucas vezes, tem sido decisiva na superação das muitas dificuldades com que se têm deparado, a maior das quais ocorrida na recente semifinal com a Juventus, sucedendo aos sucessivos "azares" ocorridos nos últimos jogos com o Porto. De tal sorte que parece claro ter ocorrido uma qualquer espécie de pacto entre todos para a presente época, na sequência dos frustrantes desaires da época anterior, com destaque para a derrota no Dragão graças ao golo de Kevin já nos derradeiros instantes da partida, que, literalmente, fez ajoelhar Jesus, em justificado desalento. Rejubilaram as hostes azuis perante tão inesperado desfecho, e, tal foi o júbilo, que, na réplica ao museu do Benfica erigida pela Direção do clube, consta que foi dedicado nobre e notável espaço ao golo redentor, o Espaço Kevin, na sôfrega tentativa de perpetuação do feito contra o arquirrival, afinal, a razão de ser, primeira e última, da sua acção. Mas pode ter sido esse o momento do alegado pacto de união entre Dirigentes, Técnicos e Atletas do Benfica para a presente época, como tal, permitindo atribuir ao "Espaço Kevin", a designação alternativa de "Golo de Pirro", na medida em que poderá ter despoletado o princípio do fim do ciclo de domínio portista do futebol e o desfecho cinzento do "reinado" de Pinto da Costa. Fica sempre bem reconhecê-lo, ainda que numa espécie de êxtase premonitório.
 
Boa sorte Benfica!

sexta-feira, 2 de maio de 2014

É o Benfica, Pirlo!

Estes jogadores são dignos da história do Benfica; mostraram a competência e determinação próprias dos que querem ganhar com honra. Disso têm dado sobeja demonstração na presente temporada. Por isso acreditei, apesar da UEFA, de Platini, de Maradona e de Pilro. Subestimar o Benfica é um erro que se paga caro. Como se temia, lá acabaram por expulsar Enzo. Acabámos o jogo estoicamente, com nove jogadores, um deles lesionado. Se pode haver heroismo no futebol, ele esteve neste jogo. Foram fantásticos. Está de volta o velho Benfica. Há claramente um pacto de união entre todos. Um grande abraço a todos Jogadores Técnicos e Dirigentes.
 
A Juve praticou o futebol que se esperava; de primeira água, em todo o campo, com precisos passes longuíssimos, recepções imaculadas, muita entreajuda, excelente técnica individual e algum jogo sujo. Um futebol envolvente que, apesar de virtuoso, se mostrou incapaz de bater a bem organizada talentosa e destemida equipa do Benfica. Tinham, os bianco-nero, razão para ter medo. Respondeu o Benfica pressionando alto, com amplitude, dificultando o acesso do adversário à zona de finalização, saindo para o contra-ataque sempre que possível. Rodrigo esteve prestes a marcar por duas vezes. Com a expulsão de Enzo, a equipa recuou cerrando fileiras, tendo-se batido todos com denodo. Ficaram na retina as fulgurantes arrancadas de Siqueira, Markovic, Rodrigo, Lima, a segurança de Oblack, a eficácia de Luisão e Garay, a inteligência e entrega de Amorim, etc. Fantástico o trabalho defensivo de Markovic, auxiliando Máxi que dela bem precisou por várias vezes. Ninguém de boa-fé reprovará a concentração defensiva da equipa do Benfica, que, sempre que pôde, visou a baliza adversária. Compreendemos o desalento mas, não tem razão Conte; para ganhar não basta saber circular a bola; é preciso marcar. Por outro lado, defender, além de fazer parte da arte do futebol é também, apanágio das grandes equipas. E quem muito chorou foi a Juventus apressando-se a fazer queixinha de Enzo Pérez à UEFA, agora dirigida por um seu ex-atleta. Tenha decoro senhor Conte. É o Benfica quem tem razões de queixa; pela expulsão de Enzo, pela tolerância ao jogo violento dos italianos, pela intolerância aos atletas do Benfica. Julgo mesmo que ficou uma grande penalidade por assinalar, cometida sobre Markovic, quando este, já na área, após uma cavalgada de 50 metros, foi derrubado pelo defesa contrário, já batido.
 
Temos mais três baixas para a final com o Sevilha, mas...como diz Jesus; jogará o manel...ou manéis.

Vamos a eles Bravos.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Eles têm cagufa!

Fica mal à Juventus tentar a exclusão de Enzo Perez do jogo de logo à noite. Tal como o Benfica, é um dos clubes que construíram a fascinante história do futebol, os quais têm a responsabilidade de cultivar a  boa arte proporcionando belos espetáculos, num clima de grande competitividade mas também de lealdade. Mostrar como como deve ser feito; talento, emoção, luta e respeito. A Juve, velho "companhon de route" que nos habituámos a respeitar, desmereceu-nos. Tanto mais que, no mesmo jogo, lhes foi perdoada uma grande penalidade que nos teria dado a possibilidade de fazer o 2-0 deixando a eliminatória quase resolvida. O caso é que têm medo de nós!, têm "cagufa", como dizíamos em miúdos dos que se furtavam à luta com desculpas pífias. Compreendemos; a equipa do Benfica desta época pratica um futebol de maior qualidade relativamente à anterior e Enzo infunde-lhes respeito...mas...as grandes equipas sabem conviver com o mérito do adversário. Esta Juve, à semelhança do que por cá o Porto pratica, prefere inferiorizar o adversário antes ou durante o jogo a enfrentá-lo na máxima força, olhos nos olhos, afirmando a sua superioridade competitiva. É próprio dos pequenos que querem ser grandes à força; ora a Juve é um grande clube!, e um paradoxo! Compreendemos, agora melhor, as atribulações que tem protagonizado no futebol italiano, indignas do seu passado de grande clube europeu.
 
Agiu mal  UEFA ao decidir apreciar a queixa atribuindo-lhe uma urgência  inabitual, contribuindo mais uma vez para, junto dos adeptos, consolidar a ideia de que padece de parcialidade, deixando-se influenciar por certos clubes. Infelizmente, este, não é caso único. Algo vai mal no reino do futebol; é uma conclusão evidente para o adepto comum.
 
Importante é que a equipa não se deixe influenciar por este episódio, mantenha a concentração, a determinação e...a descontração, respeitando o adversários, sim, mas, não mais que o necessário.
 
PS: Agrada-me ver Nuno Gomes na estrutura do clube em sua representação em eventos vários, nomeadamente de âmbito internacional. Trata-se de uma pessoa por quem tenho grande respeito, seja pelo seu passado de atleta de eleição ao serviço do Benfica, seja pela correção que sempre demonstrou dentro e fora do campo. Felicidades para ele.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Vamos com tudo para Turim!

Teve graça o trecho da flash-interview em que Jorge Jesus referiu: - somos campeões...estamos na final da Taça de Portugal, na final da Taça da Liga...e não há mais nada em Portugal. Achei graça porque dá a ideia de que, se houvesse, também marchava....Mas está enganado Jorge Jesus; ainda há a taça da Fonte Boa aqui em Peniche e, se cá vier, os Dominguinhos ainda lhe fazem a folha.
 
Não tinha grande espectativa para este jogo mas era importante que a equipa ganhasse ou vendesse cara a derrota. Um resultado negativo poderia afetar a confiança da equipa para Turim. Entrou com tudo o Porto; mais importante que o troféu em disputa era vencer o Benfica no Dragão atenuando uma época frustrante para os seus adeptos. Oportunidades não faltaram. Faltou a serenidade para as concretizar. Quaresma, um jogador de grandes recursos Técnicos é hoje uma caricatura; faltoso, quezilento, inconsequente muitas vezes, desestabilizador da equipa e do jogo. Herrera trabalhou imenso, Jackson também, mas nada lhe saía bem, Fernando distribuiu pancada tal como Mangala...e pouco mais. Há muita descrença misturada com a vontade de ganhar; a dúvida instalou-se. 
 
Pragmático e corajoso, Jorge Jesus, escalou a equipa a pensar no próximo compromisso europeu; correu bem, felizmente. Os jogadores foram estoicos; mantiveram a serenidade ajustando a tática à conjuntura. Teve azar o Steven; não intersetou a bola derrubando Jackson. Foi excessivo o árbitro; justificava-se o amarelo, nem por isso, o vermelho. Convicção ou aflição? Oblak potencia a equipa; vem pelo ar...é dele. Não há hipótese! Fantástico! Nota-se muita união na equipa, serenidade e confiança. Oportunidades, poucas, mas houve duas, ambas com Cavaleiro - um moiro de trabalho -, no cerne da manobra. Temi pelo flanco direito, muito frágil durante demasiado tempo. Garay estabilizou a defesa, Markovic ajudou imenso na ação defensiva e Enzo meteu os azuis em sentido nos cerca de quinze minutos que jogou. Na lotaria dos penaltis normalmente  ganham os mais confiantes e depois...estava lá Oblack; alguns adversários sentem-se intimidados com a sua presença, pela estatura, serenidade e eficácia. Pelo contrário, Oblack não se intimida. Toda a equipa o sente e sente-se contagiada. Fernando sabia que, só colocando a bola com precisão marcaria...acertou no poste! Ainda bem.
 
Engraçado é que vamos apanhar o Rio Ave nas duas finais!, deve significar algo!
 
Agora vamos para Turim na máxima força. Vamos lá mostrar aos italianos com quantas varas  se faz uma canoa.