Desporto

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Moreirense-Benfica (0-2)


A preocupação pelo desfecho do jogo prolongou-se até ao final da primeira parte. Chuva copiosa, adversário combativo, alguma lentidão de processos por parte do Benfica foram adiando a alteração do marcador. Uma arrancada à Sálvio culminada com remate forte e cruzado ao segundo poste pôs justiça no marcador, espevitando os cónegos, que se tornaram mais afoitos, sem no entanto criarem situações de perigo relevante. Melgarejo dava nas vistas, Luisão impunha a sua lei, Máxi mostrava-se ainda longe do seu standard, Gaitan - qual rato atómico - esburacava a muralha dos Moreirenses e Matic safava-se ao temido amarelo. E veio o segundo num movimento ofensivo primoroso a rasgar toda a defesa contrária, com Lima, a passe de Ola John a isolar-se e a fazer um magnífico chapelinho ao Ricardo. Caiu que nem ginjas!

Depois fez-se a gestão do plantel, com Cardozo a dar lugar a Rodrigo e Gaitan a Ola John.  Os bravos atletas do Moreirense bem se esforçaram mas não revelaram argumentos suficientes para bater a defesa encarnada. O terceiro tento esteve à vista por mais que uma vez, nomeadamente, no penalti prontamente não assinalado pelo inefável João Capela, o qual se mostrou complacente no capítulo disciplinar relativamente aos verde-brancos os quais, assim, foram abusando do estafado antijogo, característico do burgo.

Felizmente não houve lesões dos nossos e temos o Matic e o Luisão prontos para o Braga onde, certamente, alguém está a cuidar convenientemente das caldeiras, do sistema elétrico, e da segurança nos acessos ao estádio axa e ao relvado.

AB

domingo, 20 de janeiro de 2013

Tá armada com este ladrão!

As Papoilas do Biscai@: RODRIGO MORA BISA NO SUPERCLÁSSICO: Lá longe nas Américas, terras de índios e do melhor jogador de todos os tempos, Rodrigo Mora bisou no grande clássico argentino, com do...

Três candidatos um slogan?


O Porto aos Portistas?





O Porto aos Portistas?


 

O Porto aos Portistas?

 
 
BÉU, BÉU, BÉU!

Além das quatro linhas


A proliferação de publicações desportivas acentuou de forma decisiva os fatores externos de condicionamento dos jogos e consequentemente das respetivas provas. O trabalho específico efetuado junto da opinião pública constrói grande parte do contexto em que os eventos se desenrolam, influenciando o respetivo desfecho, que tende a repercutir os conceitos dominantes.

Em tempo de consolidação e otimização estrutural, chegou o momento de expandir o projeto comunicacional do SLB de forma a fazer frente aos principais adversários que, nesta área, nos levam dianteira desde há muito. 

À boleia das fragilidades da democracia e dos desígnios regionalistas explícitos, o lóbi portista, nas últimas décadas, teceu uma teia de cumplicidades transversal a todos os setores da sociedade portuguesa, nomeadamente na comunicação social, que lhe tem proporcionado o domínio espúrio do desporto nacional perante a incredulidade da população, supostamente liberta da prepotência do regime anterior.

De facto, o patético, saloio e despeitado fundamentalismo portista, encontra paralelismo na doutrina dos movimentos de libertação das ex-colónias, nomeadamente do PAIGC, em que o seu fundador e doutrinador, Amílcar Cabral, apenas considerava povo os aderentes ao seu partido. Os restantes habitantes do território, constituíam a população, à qual foi vedado o exercício de cargos públicos, em muitos casos, o acesso ao trabalho, o acesso dos seus filhos à educação ou simplesmente julgados em tribunal ad-hoc e assassinados sumariamente.

Num  país cujos principais atores políticos e militares se gabam de o ter resgatado dos braços da ditadura e nele restaurado a liberdade, assistimos ao vexame da ostracização da população não portista, do abusivamente autoproclamado território azul! Tal sucede de forma acentuada relativamente aos portuenses Benfiquistas, como atestam frequentes testemunhos que têm vindo a público.

O exercício da liberdade conduziu-nos a esta odiosa discriminação que se vai aprofundando e alastrando na sociedade portuguesa e que consiste em considerar portuenses apenas os adeptos do clube azul, criando um clima de hostilidade a todos os outros, que, com o tempo, acabarão por se afastar ou se converter ao portismo, passando a constituir uma nova categoria de portistas; os portistas-novos!

Entretanto, os restantes clubes históricos da cidade do Porto - Boavista, Salgueiros, Clube da Foz - passaram à irrelevância, ficando os azuis com o monopólio da representação da cidade. Foi esta perversão intolerável, que permitiu a colagem do clube à política regional e seus apoiantes nacionais, os partidos do poder.

 É por esta razão que olegários, proenças, elmanos, dias, xistras & Cª, tanto erram em benefício dos  azuis. É por esta razão que, liga, federação, uefa e fifa, vegetam numa inação protetora. É por esta razão que tribunais, governos, partidos e demais superestruturas do país fazem orelhas moucas aos incómodos protestos das vítimas. Os azuis são um clube político regional difusor de ódio. O Benfica é um clube desportivo universal difusor de fraternidade.

Neste quadro, a comunicação social dominada pelos parceiros azuis, tem tido a profícua missão de manipular a opinião pública a contento destes e pressionar os diversos agentes desportivos e políticos de acordo com os seus propósitos. É tempo de lutar nesta arena com o argumento do peso social do Benfica.

É hora de convocar os Benfiquistas para a missão de defender o seu clube, afirmando os seus valores e desmascarando a trafulhice e o ressentimento, em especial aquelas personagens que se têm destacado pela idoneidade, consensualidade e competência, nomeadamente no exercício de cargos relevantes na sociedade.

Tal é o caso de Bagão Félix, cuja definição de Benfiquismo, quanto a mim, deveria ser adotada pelo clube. Competência, humanismo, cordialidade e capacidade retórica adveniente da sua sólida cultura geral e cristã, fariam dele um embaixador notável do clube.

Bagão Félix tem do futebol a justa medida, vinculando-se ao fascínio da arte inerente, captando a exuberância estética dos grandes lances, cultivando o afeto ao seu clube e a lealdade fraterna ao adversário.  Félix, tem o dom da justa crítica, incapaz de regatear aplauso a quem o mereça, incluindo adversários.

Deveria ser convidado para embaixador do Benfica, o que permitiria colocar ao serviço do clube e do desporto em geral a sua capacidade diplomática junto da opinião pública; fazendo a pedagogia da tolerância e da lealdade pelo desporto; sugerindo projetos para o seu desenvolvimento; desmascarando o oportunismo, a trafulhice e a prepotência que corroem o desporto nacional e agastam a população.

Entregar-lhe-ia sem pestanejar um programa na Benfica TV com total liberdade de ação, onde poderia dar largas à sua enorme capacidade ao serviço do Benfica e do desporto.

Não tenho a menor dúvida de que Bagão Félix se afirmaria como fator de união dos Benfiquistas e dos portugueses, aumentando o peso institucional e social do clube.
Não creio que Bagão Félix necessitasse de qualquer tipo de metralhadora; nem AK 47, nem Dupont.


AB

sábado, 19 de janeiro de 2013

Académica-Benfica (0-4)


Voltaram os velhos e saudosos  dez minutos à Benfica! Vitória incontestável, com espetáculo a preceito, para gáudio dos amantes do bom futebol. Indiferente às baboseiras que os norte-coreanos, ressabiados, vão resfolegando com histerismo, indiferentes aos tradicionais brindes com que, nos últimos tempos, as equipas de arbitragem têm agraciado a fiel Briosa, ostentando uma autoconfiança emergente da consciência das suas capacidades, os atletas do Benfas puxaram dos galões e, num festival de jogo ofensivo, cedo decidiram a eliminatória, perante o detentor do troféu. Magníficos os quatro golos, resultado da exuberante determinação e inteligência coletivas e  técnica individual. O último de Lima foi cruel para o bom do Pfiser!
Outro remédio não tiveram os adversários senão reconhecer, sem choradinhos, a superioridade incontestável do Benfica. Já os erros de Jorge de Sousa, mesmo grosseirões, não tiveram relevância.
Regressado Luisão, lesiona-se Gray, prosseguindo a sucessão de múltiplas contrariedades que têm ocorrido esta época, numa não estranha convergência, às quais a estrutura do clube tem dado soberba resposta, demonstrando ter este ascendido a patamar competitivo mais consentâneo com os seus pergaminhos.
O jogo Benfica-Porto (2-2), continua a desenrolar-se fora das quatro linhas, onde também, os “norte-coreanos” gozam da cumplicidade do grosso da comunicação social em todas as frentes, distorcendo a real estória da partida. Na verdade, tentam esconder o fracasso do antijogo que praticaram, resultante da consciência da sua incapacidade em o disputar taco a taco. Receio bem demonstrado nos soberbos lances que precederam os golos que sofreram e noutros, onde a “muralha de aço”, foi literalmente desmantelada.

Igualmente, os ataques a João Ferreira, visam esconder os benefícios de que disfrutaram, nomeadamente, ao serem-lhes perdoadas duas GP - uma sobre Gaitan, outra sobre Garay - e várias expulsões, desde logo ao Mangala - talvez tenha sido ele e não Helton o salvador branco ao incapacitar parcialmente o Cardozo -, ao Moutinho e ao Fernando. Depois, quem vai à guerra dá e leva! Conveniente seria apresentar um resumo do jogo com os lances onde os norte-coreanos foram beneficiados impedidndo o vencimento das suas teses ainda que patéticas, que tradicionalmente lhes rendem proveitosos frutos. Eu disse frutos? Ó diabo!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Ultima hora: O golo de Matic faz disparar o PIB


Com o rigor científico do costume, posso garantir que o nosso esquelético PIB subiu uns, vá, 0,25% quando o aríete eslavo furou as redes da agremiação norte-coreana. Assim que se consumou, aquela geometria metafísica desenhada por Gaitán, Melgarejo, Lima, Cardozo e Matic animou os bolsos da pátria. Só em consumo de cerveja e tremoço, a economia teve ali um estímulo como há muito não tinha. Porque aquele golo não é apenas um golo. Aquele golo tem de ser descrito no plural: são e serão sempre seis linhas rectas unidas pela fé e pela memória. Daqui a 20 anos, várias conversas regadas a cerveja e rodeadas de cascas de tremoços começarão com o "lembras-te daquele golo do Matic quando fomos campeões em 2013?". Aquilo é um recorte de memória para emoldurar, tal como a trivela de Kulkov em Leverkusen, tal como a cabeçada de César Brito nas Antas, tal o míssil de Isaías em Londres, tal como a bicicleta de Miccoli em Liverpool.

Como dizia há pouco, o golo de Matic já está na memória do futuro mas também está na fezada aqui e agora. O jogo reforçou a minha fé na vitória no campeonato. Os nervos do clube rival são, aliás, um bom sinal. Cresci com o Benfica a ser esmagado pela agremiação norte-coreana. Há uns 10 anos, se levasse um golo logo aos 5 minutos, o Benfica sairia do estádio com uma goleada. No domingo, vi uma coisa diferente, vi o Benfica dar a volta frente aos norte-coreanos. E isso é uma ruptura epistemológica, pá, é o mesmo que ver uma bola subir uma rampa sozinha, desafiando todas as regras da gravidade. A equipa aguentou-se, virou duas vezes o resultado e podia ter vencido com toda a justiça. Sim, com toda a justiça. Ai, ai, o adversário controlou o jogo, blá-blá-blá, ai, a semiótica do meio-campo, ai, a cultura da posse de bola, blá-blá-blá.

Jogar à bola é rematar à baliza ou é andar a brincar com ela? Na segunda parte, o Benfica teve as únicas chances de golo. Se tivesse rins, Jardel teria rodado para o golo; se tivesse olhos, Salvio teria metido a bola num Cardozo tão isolado como um homem honesto no parlamento; se não tivesse a cabeça nas arábias, Aimar teria cabeceado para um golo anulado pelo bandeirinha; se um raio tivesse fulminado Helton, Cardozo teria feito o golo da sua carreira. Enquanto o Benfica dava este espectáculo de desperdício, o adversário não rematou à baliza na segunda parte. Acabámos por cima, com o guarda Abel a fazer substituições defensivas. Ah, pois, a semiótica do meio-campo, já me esquecia.

PS: já agora, a semiótica do meio-campo deu 50% para cada lado. Mas a ladainha pegou. Parece que o Benfica tem de comprar um Barthes para o meio-campo.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

As Papoilas do Biscai@: UM COMUNICADO PERTURBADOR

As Papoilas do Biscai@: UM COMUNICADO PERTURBADOR: Num futuro muito próximo acabaremos por perceber o que é que se passa nos meandros do futebol português... esta suposta guerra en...

A Holanda tem uma educação inconstitucional, quiçá fascista

 
Henrique Raposo
Segunda feira, 14 de janeiro de 2013
Cerca de 70 por cento das escolas na Holanda são privadas. Ou seja, o sistema público de educação da Holanda é baseado em colégios privados com contratos de associação com o Estado. Em vez de gastar dinheiro na construção de escolas estatais, o Estado financia directamente os alunos e as famílias através do pagamento das propinas nos tais colégios; o colégio recebe x por cada aluno público. Em Portugal, estes colégios representam apenas 4% da rede escolar. Sim, é verdade que os 70% da Holanda são um outlier, mas uma curta investigação diz-nos que este modelo é comum na Bélgica (50%), Espanha (25%), França (20%), Malta (24%), Reino Unido (16%).
Estamos a falar de escolas privadas que fazem um grande serviço público. Não é por acaso que acontece o seguinte: quando ameaçam fechar estes colégios aqui em Portugal, as cidades, as vilas, as terras, os pais, os alunos, no fundo, as comunidades servidas pelos ditos colégios levantam-se em peso para os defender. Porquê? Porque são melhores do que as escolas estatais, muito melhores. Com o mesmo tipo de aluno, estes colégios conseguem resultados superiores. Mais: conseguem esses resultados com menos dinheiro. Para o contribuinte, é menos dispendioso suportar a propina do "João" no colégio privado do que suportar o "João" na escola estatal do outro lado da rua.
Vamos agora supor que o primeiro-ministro tinha a coragem e a inteligência para propor uma mudança estrutural no ensino. Vamos supor que o primeiro-ministro dizia o seguinte: "portugueses, o nosso ensino tem de mudar, não tem bons resultados e é demasiado caro. Julgo que existe um modelo superior e, ainda por cima, menos dispendioso. Seguindo muitos países europeus, iremos apostar nos contratos de associação com colégios privados. E as escolas estatais desta ou daquela região vão ser concessionadas às administrações dos colégios privados. Porque não deixa de ser curioso: com o mesmo tipo de crianças, com as mesmas origens geográficas e sociais, um colégio com contrato de associação consegue resultados muito superiores à escola estatal do outro lado da rua. Temos de aproveitar isso, temos dar às nossas crianças todas as oportunidades. Por isso, dezenas de experiências-piloto vão arrancar este ano, dezenas de escolas estatais passarão a ser geridas por colégios privados. Se os resultados melhorarem, essa mudança será oficializada em todo o país". Ora, no final deste discurso, já a impressa estaria cheia com a habitual salada de inconstitucionalidades e neoliberalidades. Estaríamos a melhorar o rendimento escolar das nossas crianças (com base em dados insofismáveis) e estaríamos a poupar dinheiro do erário público (com base em dados insofismáveis), mas, pois claro, tudo isto seria inconstitucional antes do almoço e fascista depois dum copinho de vinho. 
PS: sobre os custos: Auditoria do Tribunal de Contas revela que alunos das escolas privadas saem mais baratos ao Estado .
PS: sobre os dados dos diferentes países, ver Eurydice, 2012, Key Data on Education in Europe.
PS: sobre os resultados, compare-se, por exemplo, a posição no ranking do Colégio Bartolomeu Dias com as escolas estatais da mesma zona (Loures, Alverca).

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Benfica-Porto (2-2); um pouco mais de sol...


Na retina ficaram o golão do Matic e a bomba do Gaitan, mostrando mais uma vez a razão de ser do futebol.

O Porto apresentou-se preocupado em não perder, muito compacto, apostando no erro do adversário, temendo claramente o ataque demolidor encarnado. Pressionando alto criou alguma instabilidade na defesa do Benfica, o que lhe proporcionou o 2º golo, a juntar à inação da defesa vermelha no 1º. Com a frente de ataque bem aberta e bem apoiada pelos laterais, dificultou sobremaneira a fluência do jogo adversário que assim tinha dificuldade em municiar os pontas-de-lança. Porém, em todo o jogo, os brancos, não criaram uma única oportunidade de golo!

O Benfica entrou algo nervoso, revelando ainda algum défice de controlo emocional que lhe (nos) custou dois golos. A excelente reação aos desaires nos golos brancos revelaram caráter e talento, desmantelando em ambas as ocasiões, a “muralha” defensiva adversária - era disto que o pereira tinha medo. Muita dificuldade em organizar as saídas e falta de fluidez nas alas. A entrada de Aimar quase alterou decisivamente este cenário, devido à sua superior visão de jogo e à sua extraordinária capacidade em zonas muito povoadas. Então sim, a defesa branca viu-se em grandes dificuldades devido à amplitude e precisão dos lançamentos do miolo Benfiquista. Helton salvou a sua equipa da derrota com uma esplêndida defesa ao colocadíssimo remate do Cardozo, isolado por magistral passe de Gaitan. Faltou meia-distância, faltou eficácia no jogo aéreo ofensivo e faltou assistência nos ressaltos.
João Ferreira inspirava alguma tranquilidade face às habituais nomeações para estes jogos, mas…esteve mal! A gestão disciplinar beneficiou os brancos, permitindo que abusassem do jogo faltoso. À exceção de um caso na 1ª parte em que o Moutinho viu estrelas, nunca assinalou, contra aqueles, faltas em zonas perigosas. Perdoou-lhes duas grandes penalidades; uma num derrube pelas costas sobre Gaitan iniciada ainda antes da grande-área quando este se acercava da baliza com grande perigo; outro já nos descontos num derrube a Garay  quando este se movimentava para responder ao cruzamento do Carlos Martins (salvo erro). Não fiquei esclarecido quanto ao fora de jogo assinalado ao Aimar, que, no lance final rematou ao lado.

Homens do jogo: Matic, Helton e João Ferreira.
Parabéns ao sr. viegas, que, jogando por fora, viu satisfeito o seu implícito recado. Para o sr. pereira ofereço-lhe um saco onde poderá meter a viola que para cá trouxe e ir cantar o fado da desgraçadinha para outra rua. Respeitinho sr pereira, muito respeitinho, acabando-se as abébias dos homens do apito, outro galo cantará. o Benfica mostrou mais e melhor futebol.

AB